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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| I Know What You Did Last Summer

por josé simões, em 02.09.09

 

 

 

Deixemo-nos de tretas e de análises da treta a coisas que não têm ponta por onde analisar: Portas levou nas orelhas.

 

Portas vai levar nas orelhas dia 27. Portas vai demitir-se dia 28. Portas vai andar por aí. E Portas vai voltar 1 ou 2 anos depois.

 

Portas não sabe fazer mais nada. E nós sabemos o que é que ele andou a fazer o Verão passado.

 

Como diz o Chato dos Contemporâneos: “Ai eu sou tão importante… Vai mas é fazer qualquer coisa de útil para a sociedade! Vai mas é trabalhar, oh!”

 

 

 

 

 

 

O Doutor

por josé simões, em 06.11.08

 

 

Parecia que andava a adivinhar.

Ela é o doutor para aqui a doutora para ali, o engenheiro isto e o arquitecto aquilo. Hoje Constança Cunha e Sá escreve no Público sobre Obama. Hoje Constança Cunha e Sá escreve com ausência de título. Escreve sobre um homem que frequentou a Columbia University em Nova Iorque. Um homem que frequentou a Harvard Law School, onde obteve uma elevada distinção honorifica, a magna cum laude, que corresponde a uma graduação não menor do que dezoito valores. E não é digno de um berloque, um enfeite antes do nome? Isto não se faz, doutora Constança!

 

(Foto de M. Menegon)

 

 

 

"What's up, Doc?"

por josé simões, em 30.10.08

 

Quase tão divertido quanto ler o César das Neves no Diário de Notícias às segundas, é ler a Constança Cunha e Sá no Público às quintas.

 

Ela é o dr. Durão Barroso para aqui, o eng. José Sócrates para ali, a dra. Manuela Ferreira Leite para acolá, o dr. Santana Lopes, o eng. Guterres, o dr. Paulo Portas e por aí fora. Nunca mais acaba enquanto houver gente para colocar um berloque antes do nome.

 

Uma douta descendente da casta servilista-aristocrática imortalizada por Almeida Garrett na máxima “Foge, cão, que te fazem barão. Para onde? Se me fazem visconde”, e a fazer a transição para a República, convenientemente adaptada por Salazar com “o respeitinho é muito bonito”. E o respeitinho continua a ser muito bonito uma vez que Pedro Passos Coelho na pena de Constança não tem direito a enfeite antes do nome. É “o”.

 

O stress que seria se, por castigo, tivesse de se mudar para Inglaterra ou para França ou para a Alemanha! Para os Estados Unidos ainda vá que não vá. Estava aqui a lembrar-me de “doc” antes de W. (de Doc Holliday).