"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
O Administrador Plenipotenciário do capitalismo financeiro para o sul da Europa mandou em seu nome dois sabujos a uma reunião que ele próprio marcou com os indígenas do país tutelado que, tendo alguns entrado como servos da gleba e outros como vassalos, saíram todos sabujos, como os sabujos enviados com procuração, por terem aceite participar na reunião. Lá diz o povo que quem não se dá ao respeito...
Carlos Silva, o depois de autorizado por Ricardo Salgado, secretário-geral da UGT, propôs a António Costa, secretário-geral do Partido Socialista, o nome de João Proença, ex-secretário-geral da UGT e ex-assinante de coisas e ex-terminator do sindicalismo e da contratação colectiva em Portugal, para presidir ao Conselho Económico e Social. Diz que António Costa, secretário-geral do Partido Socialista, achou a ideia interessante.
Um órgão constitucional [de Constituição, política], em que o presidente é eleito por dois terços dos deputados, políticos, não pode fazer apreciações, políticas, sobre as opções, políticas, e o desempenho de um Governo, político, saído das mesmas bancadas parlamentares, políticas, que elegeram o presidente do Conselho Económico e Social, e que se submeteram ao voto, político, livre e democrático, com uma agenda, política, escondida, exactamente a oposta às opções, políticas, implementadas e concretizadas, com reflexos, políticos, no normal funcionamento do Estado e do país. A minha política é o trabalho. Salazar está vivo nos nossos [deles] corações, políticos.