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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

E quem não percebe isto não percebe nada

por josé simões, em 12.02.20

 

PuppetJesus-NancyFouts.jpg

 

 

"Não podemos permitir que alguns deputados [homens e mulheres] queiram decidir por nós" mas podemos, e devemos, permitir que alguns homens, iluminados e com acesso em exclusivo à palavra de Deus e à sua interpretação, nos digam o que é certo ou errado, que aceitemos a sua ideia da ideia que Deus tem para connosco e, melhor ainda, aquilo que decidam o que podemos ou não podemos permitir. É a diferença entre democracia representativa e ditadura de inspiração divina. E quem não percebe isto não percebe nada.

 

[Imagem]

 

 

 

 

||| No tempo da barbárie

por josé simões, em 08.02.14

 

 

 

O tempo em que a minoria cristã era atirada aos leões para gáudio da maioria pagã, que é como quem diz, ser aceitável referendar os direitos da minoria cristã em países como o Paquistão, o Irão, ou a Arábia Saudita, por exemplo, ou até na "civilização ocidental", herdeira da moral judaico-cristã e também a da revolução sexual e da emancipação da mulher, referendar o direito de uma minoria celibatária em largar postas de pescada sobre casamento, família e procriação.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| Para que conste

por josé simões, em 08.02.14

 

 

|| “disponível para conversar”

por josé simões, em 13.10.11

 

 

 

Base de trabalho: substituir “A igreja naturalmente pode conversar sobre este assunto” por “A igreja pode conversar naturalmente sobre este assunto”,  e tentar definir o que é a “religiosidade do povo português” e como os feriados religiosos foram cirurgicamente introduzidos no calendário popular. O PREC [Processo Religioso Em Curso]. Mas isso se calhar já era pedir muito.

 

[Na imagem “Kit Jesus”]

 

 

 

 

 

 

|| A Santa Casa

por josé simões, em 22.11.10

 

 

 

 

 

 

Uma vez que o acesso ao ensino é gratuito e a todos assegurado pelo Estado, por que razão/ razões há-de o cidadão, que não tem possibilidades económicas para colocar os filhos numa escola privada, financiar por via dos seus impostos o ensino nas escolas privadas, frequentado pelos filhos de quem, com possibilidades económicas, pode pagar as mensalidades?

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

 

 

 

 

|| Ratzinger (forced) Superstar

por josé simões, em 02.03.10

 

 

 

«Uma medida que "facilitasse" a participação de muitos milhares de pessoas nas celebrações religiosas presididas pelo Papa Bento XVI seria "muito bem-vinda.»

 

Outros possíveis títulos para outras possíveis notícias de outras religiões:

 

“Benfica negoceia com Câmara de Lisboa tolerâncias de ponto para jogos durante a semana”

 

“PCP negoceia com Governo tolerâncias de ponto para manif. contra o Código do Trabalho”

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

 

 

|| Largar tinta como o choco para desviar as atenções

por josé simões, em 09.11.09

 

 

 

 

O que na realidade devia estar em cima da mesa era a questão da homossexualidade entre os sacerdotes, os desvios para a pedofilia entre os sacerdotes e a permissão do casamento aos sacerdotes. É que caso não tenham reparado a Igreja não fica obrigada a casar homossexuais por igreja.

 

A Igreja somos nós (eles) se vista como «instituição religiosa cristã separada do Estado» ou como «a assembleia geral do "povo do deserto"» ou ainda como «o povo que Deus convoca e reúne de todos os confins da Terra» e não como um magote de bispos em circuito fechado com o Papa. Aqui sim talvez fosse útil uma "reflexão mais profunda da sociedade" e um grande debate no seio da Igreja.

 

 
 
 

O regresso do cónego Melo

por josé simões, em 11.02.09

 

 

Muito mal vai um país; desgraçado o povo que decide o seu sentido de voto em função dos apelos e orientações de uma igreja.

 

Merecem o fado de continuar a lavar no rio.

 

 

Trabalhar "a vapor"

por josé simões, em 11.11.08

 

 

Que ele nos diga que são contra o aborto, contra o divórcio em geral e não contra esta Lei especificamente como querem fazer crer, que são contra os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, pelos casamentos monogâmicos (por que cargas de água um membro do Clero vem lançar o tema da poligamia e/ ou da monogamia?!), que são contra quase tudo e mais alguma coisa, por motivos ideológicos, de concepção de sociedade – way of life – ainda aceito. Não concordo, mas aceito e respeito.

 

Agora que nos venham dizer que é inoportuno trazer os temas a debate porque "as agendas políticas começam a indicar novas iniciativas a que o cidadão português deveria responder" e que "todos deveriam unir as vontades e as inteligências para resolver os problemas causados pela crise económico-financeira", já me parece ser uma tentativa de atentado à nossa inteligência; porque da inteligência de quem profere as declarações estamos conversados.

 

Um gajo lá em casa vai aprendendo umas coisas com os putos. Trabalhar “a vapor”, em linguagem de puto means ser de compreensão lenta, levar muito tempo a chegar lá, e pior que o pior, não conseguir fazer várias coisas ao mesmo tempo.

 

Pode ser impressão minha mas há aqui alguém que trabalha “a vapor”.

 

(Nem sei como é que ainda gasto tempo a escrever sobre estas merdas)