Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Princípios básicos da ascenção do populismo

por josé simões, em 08.05.17

 

 

 

Porque assim as pessoas vão ficar a saber os nomes da[s] razão[ões] por detrás de não haver dinheiro para nada, nem para a saúde, nem para a educação, nem para pensões e reformas, enquanto continuam a ser impostadas e taxadas para pagar créditos ruinosos concedidos sem garantias que não fossem as do amiguismo, do compadrio e do clientelismo partidário, enquanto lhes apregoavam as virtudes das boas contas, da sobriedade e da vida regrada e austera.

 

CGD: Divulgar grandes devedores tem "efeitos extremamente perniciosos"

 

 

 

 

||| Ele há com cada coincidência...

por josé simões, em 17.09.14

 

 

 

Oito pais e oito mães, quiça oito padrinhos e oito madrinhas, que se lembraram de colocar o mesmo nome aos filhos e/ ou afilhados. Não é nada de por aí além, dirão. Não faltam é  Josés no mundo. A coincidência é que por um acaso do destino se juntem todos na administração do mesmo banco:

 

"Informa-se que, na sequência da deliberação do Conselho de Administração do Banco de Portugal de 16 de setembro de 2014, a composição do Conselho de Administração do Novo Banco é a partir da presente data a seguinte: Dr. Eduardo Stock da Cunha (presidente), Dr. Jorge Freire Cardoso, Dr. Vítor Fernandes e Dr. José João Guilherme"

 

Post-Scriptum: Já depois de ter publicado o post sou informado de que o Dr. antes do nome não é uma espécie de diminutivo, assim a modos que o Jr. amaricano, para distinguir o filho do pai, mas um grau académico. Aqui fica a correcção.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| "Ninguém está acima da Lei"

por josé simões, em 03.04.14

 

 

 

O infeliz, porque injustiçado, Jardim Gonçalves:

 

«O advogado de Jardim Gonçalves, Manuel Magalhães e Silva, confirmou a decisão de arquivamento. Em declarações ao Expresso, afirmou que Jardim Gonçalves "lamenta que o processo tenha sido dado por concluído desta forma. Lamenta ainda a falta de capacidade revelada pelo Banco de Portugal, para que este caso não tenha sido efectivamente julgado de forma definitiva em tempo útil

 

E agora a suspeição vai ficar a pairar, como um nuvem sempre a chover por cima dele, para todo o sempre, até ao fim dos dias da sua vida.

 

Três semanas depois de o infeliz, porque injustiçado, Jardim Gonçalves ter sido impedido de provar a sua inocência na barra do tribunal:

 

«O presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares, reconheceu nesta quinta-feira que existe a possibilidade de prescrição total do processo contra-ordenacional contra antigos administradores do BCP, criticando os esforços da defesa para arrastar o processo.

 

"Se tal acontecer, é grave", salientou aos deputados Carlos Tavares, apontando para os "expedientes dilatórios" criados pelos advogados de defesa dos arguidos para prolongar o processo interposto pela CMVM contra ex-gestores do BCP nos tribunais.»

 

Mas podemos todos dormir descansados porque "acabou o tempo em que havia impunidade":

 

«Um padeiro foi condenado pelo Tribunal de Vila Nova de Gaia por ter roubado 70 cêntimos ao patrão. O homem, de 54 anos, que nega o furto, não foi despedido por ser considerado bom funcionário.»

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O país dos prodígios

por josé simões, em 24.10.13

 

 

 

É o país onde é "tão natural como a sua sede" um ex-primeiro-ministro futuro Presidente da República lucrar 140% com a venda de acções de uma sociedade não cotada em bolsa, e tão natural como respirar o banco do Estado perder dinheiro com a venda da sua participação numa cotada em bolsa por 3,48 euros abaixo do valor de fecho dos títulos e vir-nos dizer que lucrou não sei quantos milhões.

 

Parafraseando Paulo 'irrevogável-patriota' Portas, "um negócio é bom quando ambas as partes ficam a ganhar", e a gente, mesmo com muito boa vontade e um bocado grande de esforço, não consegue perceber como é que ambas as partes ficaram a ganhar quando uma parte vende abaixo do valor de mercado… Mas se calhar ajudava a perceber, não explicava tudo mas ajudava, saber em tempo em útil, qual foi a outra parte, a parte compradora, porque uma coisa a gente já percebeu, sem ajuda e sem esforço, com este Governo a administrar a cousa pública o Estado deixa sempre de ganhar, que é como quem diz, fica sempre a perder.

 

Eu era capaz de jurar que ontem ouvi o primeiro-ministro dizer que não tinha amigos...

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Since 1986

por josé simões, em 15.01.13

 

 

 

Está tudo na fotografia. O texto é só porque é preciso escrever qualquer coisa que seja para ilustrar a imagem.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Valores (i)mobiliários

por josé simões, em 03.08.11

 

 

 

 

 

Se nos conseguirmos esquecer dos pontos perdidos a feijões nos jogos da pré-época, se nos conseguirmos esquecer dos pontos perdidos a milhões na Liga dos Campeões, na Liga Europa e no campeonato nacional, se nos conseguirmos esquecer do mau ambiente que a cabeçudice do treinador causou no balneário e no rendimento da equipa…

É muito “se” para ser considerado um bom negócio.