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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Rohypnol

por josé simões, em 19.10.11

 

 

E depois há aquela coisa Kunderiana, sempre o mesmo tempo [queria ter escrito tema saiu tempo e fica tempo que fica muito melhor], sempre o regresso ao ponto de origem e o(s) fantasma(s) do passado naquela alma frustrada e atormentada. E é assim desde a Memória de Elefante. Só que o Kundera libertou os checos e foi atormentar os franceses e nós ficamos com o António Lobo Antunes. É a vida. É o fado. E o que é que nós temos a ver com isso?

 

As entrevistas a António Lobo Antunes deviam ser feitas via telemóvel. O quê? Não estou a ouvir nada… onomatopeia… Estou? Estou? Onomatopeia… Estou a ficar sem bateria. Pi-pi-pi… Olha, caiu a chamada.

 

António Lobo Antunes rima com Rohypnol. Lembrei-me logo disso ainda a entrevista no telejornal do Mário Crespo nem sequer aí a meio.