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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 03.12.18

 

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A primeira página do Libération.

 

 

 

 

Paris vale bem uma fogueira

por josé simões, em 02.12.18

 

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'This is the start of a revolution': Paris rioters steal police assault rifle, torch dozens of cars and vow to 'stay in the streets until Christmas' as fuel protests continue into the night and spread across France - and even to Holland

 

[We' ll always have Paris]

 

 

 

 

We'll Always Have Paris

por josé simões, em 24.11.18

 

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Huge bonfires are lit on the Champs Elysee as police use tear gas and water cannon to blast thousands of protesters against proposed fuel hikes

 

 

 

 

||| Começam as trapalhadas

por josé simões, em 19.04.16

 

 

 

- A legalidade/ constitucionalidade de haver uma espécie de "ilhas fiscais" em determinados pontos do território nacional em detrimento de outros.


- A legalidade/ constitucionalidade da discriminação de determinadas classes e, dentro dessas mesmas classes, de determinados nichos no acesso às "ilhas fiscais".


- O Governo reconhecer que "o que existir de perda de receita será compensado pelo aumento dos consumos" e não aplicar o mesmo princípio a todos os residentes no território nacional e a todos os veículos que circulem nas estradas nacionais, residentes ou não.

 

 

 

 

|| Solução liberal lusitana

por josé simões, em 24.05.12

 

 

 

Onde houve uma queda na venda, aumentar o preço e a carga fiscal, como forma de compensar a quebra de receita, onde as vendas cresceram, aumentar o preço e a carga fiscal, porque está a ter saída [está a dar] e é de aproveitar.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Tempos que correm

por josé simões, em 29.03.12

 

 

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 27.12.11

 

 

A gasolina dá para tudo

por josé simões, em 24.05.08

 

A comissão executiva da GalpEnergia tem sete elementos, incluindo o seu presidente, Ferreira de Oliveira. Os administradores que fazem parte daquele órgão (responsável máximo pelo dia-a-dia da petrolífera) ganharam no ano passado 3,3 milhões de euros em salários (remuneração fixa mais uma componente variável).

Isto significa que em média cada executivo levou para casa mais de 480 mil euros, o que dá, 1315 euros por dia, uma quantia que permite atestar qualquer depósito sem a mínima dificuldade, mesmo com o litro de gasolina nos 1,49 euros.

 

Miguel A. Ganhão, aqui

 

Obviamente, Miguel Ganhão não contabilizou as viaturas de serviço, os cartões de crédito, a gasolina, e os telemóveis. A “factura” iria disparar. Para aí 1315 euros por dia, limpos! Qualquer semelhança com o que aqui foi escrito é pura coincidência.

 

(Permito-me acrescentar o título da crónica de Miguel Ganhão: “A gasolina dá para tudo… e para mais alguma coisa”)