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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Do Estado chinês e do Estado angolano?

por josé simões, em 16.03.16

 

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Estamos a falar da Saúde, da Educação, da Justiça, os únicos sectores que vão resistindo à voragem, "libertadora", da "excelência" do sector privado, ou do Estado chinês e do estado angolano detentores de sectores estratégicos da economia? Do que é que se fala quando se diz da boca para fora, e sem quantificar, que o “peso do sector público em Portugal está a matar o privado”, num país chamado a salvar com o dinheiro dos seus impostos e a com as tripas e o coração a "excelência" do sector bancário privado?


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||| Hoje era um bom dia no “Jornal das 9” da SIC Notícias, entrevistado por Mário Crespo

por josé simões, em 14.06.15

 

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«El hombre detrás de los negocios-fiasco de los portugueses en Colombia

 

El eurodiputado Mario David aprovechó el TLC para beneficiar socios suyos y a su hijo, con el apoyo del gobierno Santos. La hermana de la canciller terminó de gerente de uno de las firmas lusitanas»


«Conflicto de intereses. Tráfico de influencias. Lavado de dinero»


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|| O Homem Pequenino

por josé simões, em 18.04.13

 

 

 

Ou, como disse uma vez José Saramago, «para temperamentos nostálgicos, em geral quebradiços, pouco flexíveis, viver sozinho é um duríssimo castigo».

 

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Adenda: O Homem Pequenino não existe na obra de José Saramago mas podia muito bem existir, ser uma sequela de O Homem Duplicado, e abordar também questões ligadas à identidade e à falta dela.

 

 

 

 

 

 

|| Em princípio nada

por josé simões, em 14.03.12

 

 

 

Qual a relação que há entre as perguntas que o deputado e vice-presidente da bancada do CDS-PP, Hélder Amaral, «dirigiu ao Ministério da Economia e do Emprego» e o relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento sobre o sindicalismo na Colômbia? Em princípio nada. Em princípio.

 

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|| United Nations: Forest in Flames

por josé simões, em 15.05.11

 

 

 

  

 

|| Valiosa iconografia valiosa

por josé simões, em 25.02.10

 

 

 

Há quem tenha a espada de D. Nuno Álvares de Santa Maria, a verdadeira, a “que salvou Portugal”, para venda. Da que “matou” Portugal nunca mais ninguém deu fé:

 

«Completamente desvairado, tendo-se munido da espada de D. Afonso Henriques que mandara pedir a Santa Cruz de Coimbra, e de uma coroa de ouro que devia colocar na cabeça quando se proclamasse imperador de Marrocos»

 

Reza a história que os cavaleiros Templários na sua labuta em espadeirar o “infiel” na Terra Santa, levavam à cabeça um pedaço da cruz onde Cristo tinha sido crucificado. W, outro famoso cruzado, ficou com a “espada” do elo mais fraco como recordação de um dia ter batido à falsa fé em alguém que não era do seu tamanho.

 

Uma organização criminosa de narcotraficantes exibe legitimidade exibindo a espada do libertador das Américas.

 

Nada de novo, e aliás nunca fui grande fã da BD do Príncipe Valente.

 

 

 

Libertem Ingrid, libertem todos os reféns!

por josé simões, em 07.04.08

 

'Libérez Ingrid, libérez tous les otages !'
 
'Liberad a Ingrid!'
 
(Todos os desenvolvimentos, aqui)
 
 

É preciso ter lata!

por josé simões, em 07.03.08

 

Uns benfeitores duma organização humanitária não-governamental, apologistas da não-violência, e que se dedicam ao combate ao cultivo e ao tráfico da droga, tentando por todos os meios que os camponeses convertam o tradicional cultivo da coca, noutro tipo de culturas.
 
Uns voluntários-idealistas, que têm em seu poder há um ror de anos (6), com o seu consentimento e por sua declarada vontade, uma senhora de nome Ingrid Bettencourt (entre outros/as), também por razões humanitárias, uma vez que a referida senhora se encontra em estado de saúde grave, e só ali pode ser convenientemente tratada.
 
Uns democratas que lutam abnegadamente contra uma das mais bárbaras e desumanas ditaduras totalitaristas da América Latina.
 
Pois bem, esses santos-homens e santas-mulheres que – e nunca é demais sublinhar –, no princípio da não-violência, inocente e afincadamente levavam a cabo o seu meritório trabalho no coração da selva; clandestinamente, sem o conhecimento do Governo desse país; foram barbaramente assassinados; de noite e pelas costas (!), sem que ao menos fossem antecipadamente avisados da sorte que lhes estava reservada, de forma a poderem levantar ferro e mudar de lugar!
 
É preciso ter lata!
 
(Na foto, via La Repubblica, um dos elementos dessa organização humanitária, em plena selva, durante um período de descanso)