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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

“Cospe para aqui a pastilha!”

por josé simões, em 21.03.08
No primeiro dia de aulas, no primeiro ano do Ciclo Preparatório, na Escola Preparatória de Bocage em Setúbal, e como não havia essa modernice das aulas de apresentação, o prof (não vou dizer o nome), chegou e disse: “O meu nome é fulano de tal, quem chegar atrasado leva falta mas assiste à aula, e é expressamente proibido mascar pastilha elástica aqui dentro; e vamos ao trabalho que se faz tarde!”.
 
No segundo dia o meu parceiro estava a mascar pastilha e o prof. fulano de tal andava a circular pelo meio das secretárias. Pára ao lado da nossa, e com a mão em concha à frente da boca do meu parceiro diz: “Cospe para aqui a pastilha!”. Perante a incredulidade do ruminante ordena: “Vá! Rápido!”. Assim que a pastilha foi cuspida, o prof. fulano de tal com um movimento super-rápido prega com ela com toda a força na cabeça do alarve. Resultado: cabelo cortado “à Santo António” para poder retirar a pastilha; e chacota geral nos intervalos, que dentro das aulas, caladinho! Nunca mais aconteceu (mascar pastilha na sala de aula).
 
Lembrei-me desta história, por causa da história do telemóvel.
Não me lixem. É assim e mai’ nada!
 
Adenda: A propósito de telemóveis na sala de aulas; esta comunicação de uma encarregada de educação para uma professora publicada aqui no blogue.