"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
Passos Coelho não terá "dado troco", essas coisas terrenas ficam a cargo dos assessores e restante entourage que têm uma interpretação muito própria do conceito "trocos":
A que se deve a presença do ministro dos Negócios Estrangeiros português na cerimónia de formalização do acordo de financiamento entre uma empresa nacionalizada pelo Estado chinês, a EDP, e um banco estatal chinês, o China Development Bank?
Vamos ganhar tanto dinheiro com o "negócio da China" [de toda e qualquer relação comercial proveitosa apenas para uma das partes] que, num futuro mais ou menos próximo, quando a China for uma sociedade democrática e com uma economia aberta e o Governo chinês abrir mão, total ou parcialmente, do capital das empresas, já estamos na pole position para entrar no Império do Meio pela porta grande e fechar o ciclo de grande potência global, 500 anos depois.
Diz que a China Three Gorges vai montar uma câmara de vídeo vigilância em cada candeeiro de rua e assim poupar trabalho, e dinheiro, ao ministro Miguel Macedo.