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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A realidade paralela do Chico Chicão

por josé simões, em 25.11.20

 

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Francisco Rodrigues dos Santos, investido no cargo de coveiro oficial do partido, "espera uma aliança democrática com PSD e CDS mas não rejeita o voto do Chega para viabilizar um governo" [continuando ainda assim a ser "democrática"], sem perceber que a futura aliança PSD/ Chega pode nem sequer precisar do voto do CDS para ter um governo viabilizado no Parlamento.

 

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Manual Goebbeliano de Propaganda

por josé simões, em 23.11.20

 

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O Chaga inventou um evento para o mesmo dia do congresso do PCP para logo de seguida desmarcar o que nunca tinha sido marcado e para no entretanto ter toda a comunicação social, mais a direita bonitinha, que é aquele que só se atreve a pensar em privado o que a direita trauliteira e matarruana grita alto e bom som em público, a dizer "Estão a ver? Até o Ventas desmarcou o Conselho Nacional mas os comunistas não. Acham que são donos disto tudo e podem fazer o que quiserem". Depois aparece a desmontagem da propaganda, mas o que está dito, está dito, o mal está feito, mission accomplished, e o papel de idiotas úteis, o da comunicação social, já ninguém lhes tira, a mensagem do intruja passou, e o empenho em mostrar o "sentido de Estado" dos neo-facistas não é o empenho em desmontar a propaganda dos discípulos de Goebbels.

 

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Neville Rio vs Rui Chamberlaine

por josé simões, em 19.11.20

 

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O líder do maior partido da oposição gastar vinte minutos de uma entrevista de quarenta e sete para se justificar justificar que um partido que vale 1% dos votos em urna, e do qual depende, qual Mephisto, para se alçar ao poder numa região autónoma, não é um partido neo-fascista e que até se modera quando chamado à razão.

 

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E depois queixam-se exactamente do quê?

por josé simões, em 18.11.20

 

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Um deputado eleito por um partido com meses de vida, numa campanha eleitoral milionária, com o dinheiro saído ninguém sabe de onde, e sem que ninguém se tenha preocupado em investigar a sua origem, num partido pejado de nazis, skins e fascistas, antes envergonhados e agora às claras, transfugados de grupelhos nazis, legalizado com assinaturas falsificadas, irregulares e duplicadas, perante o encolher de ombros do Tribunal Constitucional, é multado por discriminar ciganos, no seguimento insulta uma deputada eleita, e o assunto nas "redes sociais", ou o caralho que lhe queiram chamar, é o valor da multa. E depois, seus palermas, queixam-se exactamente do quê?

 

 

 

O circo nunca acaba

por josé simões, em 16.11.20

 

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Jorge Moreira da Silva, ex-ministro do Ambiente de Pedro Passos Coelho, considera uma traição o acordo nos Açores com o Chega de André Ventura, ex-camarada de partido lançado por Pedro Passos Coelho nas eleições autárquicas em Loures, era Jorge Moreira da Silva ministro. O circo nunca acaba.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Para quem ainda não percebeu

por josé simões, em 14.11.20

 

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Nos Açores, o Chega voltou à barriga da mãe

 

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Dupond et Dupont

por josé simões, em 13.11.20

 

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Partindo do princípio que não é a mesma pessoa quem administra duas contas Twitter de dois líderes de dois partidos políticos diferentes, ou o Ventas do Chaga se dedicou a gozar com o ex-camarada de partido Rui Rio e Rui Rio perdeu o respeito por si próprio e, por consequência, perdeu o respeito dos eleitores, ou isto também faz parte da posição concertada à socapa...

 

 

 

 

Sexta-feira 13

por josé simões, em 13.11.20

 

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"Oficialmente, a direção nacional do PSD não teve nada a ver com o acordo alcançado com o Chega nos Açores. Oficialmente, o entendimento cingiu-se ao plano regional. Oficialmente, Rui Rio e André Ventura não se articularam acerca das negociações.

PSD e Chega acertaram entendimento político ao mais alto nível, em Lisboa. Comunicado em que Ventura anunciou o entendimento final foi limado pelos sociais-democratas."

 

Direção de Rio negociou acordo dos Açores com Ventura

 

 

"O único problema passou a chamar-se Chega e não foi valorizado nem por Pedro Catarino nem por Marcelo Rebelo de Sousa ao ponto de entenderem que a solução de Governo apresentada pela coligação PSD/CDS/PPM (e que conta com o apoio do partido de André Ventura e do IL) devia ser rejeitada."

 

Marcelo concordou com solução para os Açores

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 12.11.20

 

 

 

a democracia é precisamente o regime onde posições abjectas podem ser defendidas , da castração química de pedófilos às 35 horas de trabalho na função pública

 

João Miguel Tavares, ex-comissário Marcelista para o Dia da Raça em Portalegre, na avença diária no Público.

 

 

 

 

O partido tubo de ensaio

por josé simões, em 11.11.20

 

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Em 1974 conviviam alegremente com pides, legionários e restante bufaria, na bancada da Acção Nacional Popular no Parlamento fantoche do Estado Novo Marcelista. Passados seis meses estavam a assinar o Pacto MFA-Partidos pelo partido ensaiado por Sá Carneiro.

 

Em 2017 Pedro Passos Coelho ensaia a candidatura autárquica de André Ventura num subúrbio urbano da capital como barómetro para um movimento populista mais amplo a nível nacional.

 

Em 2020 Rui Rio alia-se nos Açores ao ex-camarada de partido, ensaiado por Pedro Passos Coelho em Loures, como forma de legitimar e maquilhar a extrema-direita que lhe pode ser útil em futuras eleições legislativas, em coligação ou com o apoio parlamentar do partido que acolhe skinheads, fascistas e nazis confessos.

 

 

 

 

Como dizem os amaricanos, brothers in rrms

por josé simões, em 11.11.20

 

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               As contas Twitter de Rui Rio e do Ventas do Chaga.

 

[Não é gralha no título do post, é mesmo 'amaricanos']

 

 

 

 

A banalização da extrema-direita

por josé simões, em 09.11.20

 

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"Voltando a este lado do atlântico, temos a insistência de que qualquer entendimento com o Chega, que há meses aderiu oficialmente à família política europeia de Le Pen, Salvini e Wilders, é tão condenável como entendimentos com BE e PCP, que serão tão ou mais extremistas que este.

 

Esta banalização da extrema-direita, além de indecente e absurda, ignora a história política e legislativa do PSD, que foi acordando e aprovando com o PCP múltiplos diplomas que hoje moldam a nossa sociedade. A começar pela Constituição da República, aprovada por ambos em 1976.

 

A lista é extensa e abarca várias matérias, legislaturas e lideranças. PSD e PCP aprovaram juntos a Lei de Bases do Sistema Educativo (votada em 1986), a Lei-Quadro da Educação Pré-escolar (1996) e a Lei sobre a Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico (1988).

 

Aprovaram a Lei de Bases do Ambiente (1987) e a Lei de Bases da Política Florestal (1996). Votaram favoravelmente ambos a Lei-Quadro dos Museus (2004), a Lei de Bases do Voluntariado (1998) e Lei de Bases da Economia social (2013). Aprovaram o Estatuto do Cuidador Informal (2019).

 

Votaram a favor das leis da educação sexual e planeamento familiar e da protecção da maternidade e da paternidade (1984) e a Lei de Bases dos Cuidados Paliativos (2012). Aprovaram e propuseram conjuntamente a Lei dos direitos e deveres do utente dos serviços de saúde (2014).

 

Foram aprovando e redigindo juntos leis, votos e resoluções fundamentais sobre a transferência de Macau para a China (desde 1987) e sobre a luta pela independência de Timor (desde 1990). Aprovaram ambos a criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (1997).

 

PSD e PCP (e BE, a partir da sua eleição) fizeram parte das maiorias que aprovaram a adesão nacional à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Descriminação contra as Mulheres (1980) e à Convenção de Istambul, que previne e combate a violência doméstica (2013).

 

Aprovaram as Convenção da @ilo (International Labour Organization) sobre a liberdade sindical e a protecção do direito sindical (1977) e a relativa às migrações em condições abusivas e à promoção da igualdade de oportunidade e de tratamento dos trabalhadores emigrantes (1978).

 

Aprovaram juntos as Convenções da ONU dos Direitos das Crianças (1998) e a Convenção Internacional sobre a eliminação de discriminação racial (1982). Aprovaram ambos a Carta Social Europeia (1992) e a Convenção-Quadro Europeia Para a Protecção das Minorias Nacionais (2001).

 

Votaram conjuntamente a favor da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos (1978). Aprovaram a adesão aos pactos das Nações Unidas referentes aos Direitos Civis e Políticos e aos Direitos Económicos, Sociais e Culturais (1978).

 

PSD e a "extrema-esquerda" fizeram e aprovaram a Lei da Iniciativa legislativa de cidadãos (2003) e a Lei eleitoral para a Assembleia da República (1979). PSD e PCP aprovaram juntos o Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores (1980).

 

Muito deste quadro legislativo e constitucional teria a oposição do chega. Naturais, óbvias e saudáveis divergências ideológicas à parte, o PSD sabe que a grande maioria da população vê o PCP e o BE como partidos democratas - o que torna perigosa a equiparação com quem não o é.

 

Dirigentes do PSD vêm agora condenar quem fez legislou com o PCP e BE, procurando desculpar a sua aliança com a extrema-direita. Vêm agora a correr para classificar partidos com quem fizeram a nossa democracia como algo ao mesmo nível de quem preferiria que ela nunca existisse.

 

Hoje, com todos, festeja a derrota de Trump e dos valores que representa. Em 2013, @RuiRioPSD afirmava: “O que me assusta não é o perigo de uma ditadura clássica, o que me assusta é que não vai haver uma revolução como em 1926 e vamos assistindo à degradação lenta da democracia".

 

Não sei como se trava a alegada "degradação lenta da democracia", mas de certeza que não é ao lado de quem defende os valores do regime instaurado em 1926. É ao lado de quem o derrotou e depois o enquadrou em 1976. E o foi construindo. Para melhor."

 

               David Crisóstomo no Twitter

 

 

 

 

Qual a razão ou razões para o PSD não governar os Açores em coligação com o Chaga?

por josé simões, em 29.10.20

 

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Qual a razão ou razões para o PSD não governar os Açores em coligação com o Chaga?

Carlos Furtado deixou de ser "social-democrata" do dia para a noite, Carlos Furtado passou a ser fascista da noite para o dia, Carlos Furtado passou todos estes anos disfarçado e nunca ninguém deu por nada, ou as coisas são o que são e nunca ninguém quer saber a ponta de um chavelho para depois aparecerem boquiabertos de admiração por algo que era do conhecimento geral mas desde que não fosse falado, não fizesse muitas ondas, faz de conta que não existia?

 

 

 

 

Knight Rider, O Justiceiro

por josé simões, em 01.10.20

 

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Enquanto inspector tributário, André Ventura contribuiu para que uma empresa de Paulo Lalanda de Castro não pagasse mais de 1 milhão de euros em IVA ao Estado.

 

[Novo cartaz do Chaga fanado no hospício que é a rede social Parler]

 

 

 

 

Agora pençem *

por josé simões, em 23.09.20

 

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André Ventura, nos intervalos de consultor da Finparter, empresa especializada na aquisição de vistos gold e imobiliário de luxo, o denominado planeamento fiscal, em português corrente "fuga ao fisco":

 

Novo Banco: Falta de comparência de André Ventura impede discussão parlamentar sobre nova auditoria

 

* Não é gralha no título do post, é como escrevem os analfabetos e matarruanos, minions do Chaga, de plantão ao Facebook 24 horas/ dia.

 

[Roubado]