Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"Dantes é que era"

por josé simões, em 12.04.21

 

salazar.jpg

 

 

Quando um dos principais beneficiados com a instrução do "Processo Marquês" foi o intitulado "Dono Disto Tudo" - Ricardo Salgado, que viu todas as acusações contra si caírem, por incompetência do Ministério Público e dos juiz encarregado da investigação, é convocado por WharsApp um panelaço sul-americano para a hora em que José Sócrates é entrevistado na televisão, invocado os "donos disto tudo que governam o país há quase 50 anos", que são precisamente os 47 anos que o 25 de Abril faz este mês. E só este "peru menor" dos "quase 50 anos" devia meter a pensar o "povo honesto que é obrigado a trabalhar [sic] sem a devida compensação", os "portugueses que pagam impostos",  como é moda agora dizer, para não acabarem portugueses que votam no André Ventura, que ajudava portugueses a fugir aos impostos e a branquear capitais quando trabalhava para Tiago Caiado Guerreiro enquanto era funcionário da Autoridade Tributária com acesso a informação privilegiada. Os "portugueses de bem" que agora retribuem com o financiamento do Chega e de André Ventura, o André Ventura investigado no "Processo Monte Branco" por fraude fiscal e branqueamento de capitais enquanto deputado e empregado da Finpartner, o André Ventura que foi chamado a depor na investigação "Vistos Gold" por ter colaborado num parecer, enquanto inspector tributário, que isentou em 1.8 milhões de euros a empresa Intelligent Life Solutions, de Paulo Lalanda de Castro, ex-patrão de Sócrates.

 

"Há quase 50 anos", porque antes dos "quase 50 anos" houve outros quase 50 anos, mais precisamente 48 de fascismo, em que Portugal era um paraíso de ética, honestidade e integridade para os actuais, e antigos, "Cheganos", e onde o "povo honesto" não era obrigado a trabalhar para pagar nada a ninguém e recebia por isso a "devida compensação": fome, pé descalço na rua, instrução só para "portugueses de bem", falta de saneamento básico, água e luz, saúde para quem a pagasse, analfabetismo e mortalidade infantil, pensões e reformas do que conseguisse amealhar entre o nascer e morrer a trabalhar sem horário, folgas e férias, filhos para a guerra colonial e respeitinho é muito bonito porque manda quem pode e obedece quem deve.

 

Como diz o "povo honesto", Deus quando deu a cabeça não foi só para pôr o chapéu.

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

O triunfo da imbecilidade

por josé simões, em 08.04.21

 

 

 

Andamos desde Abril de 1945 a elaborar teses e teorias filosóficas sobre como foi possível na Alemanha pós República de Weimar um bando de energúmenos, com um neurónio cada, ter capturado o Estado alemão e levado a nação e a Europa para a barbárie e destruição. Lei de Godwin à parte, porque ao que se assiste é que a cada discussão em beco sem saída a direita sair a invocar o comunismo, a China, a Coreia, o Vietname, Cuba, a Venezuela, e o caralho e ainda não ter aparecido um Godwin qualquer a elaborar uma lei justificativa para aplicar aqui, como é que esta farsa é possível, 80 anos depois da queda de Berlim e 47 a contar do 25 de Abril de 1974?

 

 

 

 

Militância na normalização do fascismo

por josé simões, em 06.04.21

 

eduardo gageiro.jpg

 

 

O comissário marcelista para o Dia da Raça em Portalegre escreve hoje que "a velha direita tem de aprender a conviver com nova direita" contra o risco do país ficar nas mãos da esquerda até 2030. Ler: o PSD e o CDS, à imagem do que fizeram nos Açores, se quiserem alçar-se ao poder têm de perder a pouca vergonha que lhes resta e aliarem-se à "nova direita". O comissário marcelista para o Dia da Raça em Portalegre chama "nova  direita" à direita que foi apeada do poder faz dia 25 deste mês 47 anos. Não há memória. Não interesse que haja memória. E não há neste momento maior normalizador do fascismo em Portugal do que o comissário marcelista para o Dia da Raça em Portalegre. Militante, já merecia um lugar no Observador.

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

A morte de uma narrativa

por josé simões, em 05.04.21

 

sondagem.jpg

 

 

Andaram o Tavares, o Raposo, o Fernandes e o painel todo do Observador, mais uns patetas avulso nas televisões, laboriosamente a construir uma narrativa em torno das transferências de votos do eleitorado, tradicionalmente PCP/ CDU/ comunista para o Chaga, no Alentejo e nas zonas urbanas anteriormente conhecidas por "cinturas industriais", para depois a sondagem Aximage para os Notícias, Diário - Jornal, e TSF deitar tudo por terra.

 

 

 

 

O fascismo por ele próprio

por josé simões, em 29.03.21

 

Miguel_Primo_de_Rivera.jpg

 

 

O Chaga convocou uma manif junto ao Tribunal Constitucional como forma de pressionar os juízes, zeladores da Constituição da República, caso sejam chamados a pronunciar-se sobre a ilegalização do partido à luz do livro. Nos fascismos, onde não há separação de poderes, estas questões não se colocam porque os juízes decidem o que convém ao regime, num Estado de direito democrático este tipo de coacção é inaceitável e se calhar até devia pesar na balança de uma eventual pronunciação.

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

Cecil B. DeMille, Hollywood, anos 20

por josé simões, em 17.03.21

 

Ten-Commandments-poster.jpg

 

 

 

Os filhos que maltratam os pais. Os pais que sodomizam os filhos

 

Cheio de "substância" política.

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

A entronização do Duce

por josé simões, em 10.03.21

 

mussolini.JPG

 

 

"Qual é o universo de eleitores?
Não tenho esses dados ainda porque estou a receber o total disso, não tenho esses números

 

Então mas os 97,3% dizem respeito a quantos votos?
Dos eleitores que estavam habilitados a votar, os que têm quotas pagas.

 

Certo, mas qual é o número?
Este foi o número que recebi da empresa, da empresa que gere isto. Nós temos uma empresa que gere estes números e  deu-me estes números em Excel.

 

E quando vamos ter os números?
Provavelmente, a Patrícia [assessora] diz-lhe ainda hoje."

 

"André Ventura foi reeleito com 97,3% dos votos ou, pelo menos, assim foi anunciado no sábado. Mas três dias depois, o partido ainda não comunicou o universo de eleitores, delegando a responsabilidade da contagem a uma empresa cujo nome também não foi revelado."

 

O estranho caso dos resultados das eleições no Chega

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

"Cavaco Silva está velho"

por josé simões, em 09.03.21

 

Sem Título.jpg

 

 

"Cavaco Silva está velho". A frase dita por Jerónimo de Sousa acabou por se revelar a análise mais lúcida de todas as que foram feitas à saída do ex Presidente da República do esquife onde se encontra depositado. Curta e certeira. E tão acertada foi que a aparição foi prontamente compreendida pelo deputado mais velho que alguma vez se sentou nas bancadas da Assembleia da República em todos os anos da sua existência.

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

O processo de construção do Ventas

por josé simões, em 01.02.21

 

 

Time-lapse, entre Janeiro de 2016 e Janeiro de 2021, do processo de construção do Ventas:

 

 "Quem criou o fenómeno André Ventura? A televisão ou as redes sociais? André Ventura não é um político que ganhou visibilidade mediática. É antes alguém que, embora traçando um caminho na política, ganhou o estatuto de celebridade fora da política e utilizou essa visibilidade para depois se tornar um político-celebridade com expressão eleitoral. Os dados do Facebook permitem perceber que André Ventura beneficiou da notoriedade proporcionada pelos orgãos de comunicação social desde 2016 e também das páginas de apoio do Chega desde 2019."

 

André Ventura: a criação da celebridade mediática

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Tão diferentes que eles são

por josé simões, em 19.01.21

 

ventura morgado cotrim.jpg

 

 

O que estamos a fazer é a caminhar para uma nova Venezuela na Europa

 

O Ventas em drive-in a repetir o mantra que a direita travesti e/ ou liberal recita desde 2015. Tão diferentes que eles são.

 

 

 

 

Normalidade democrática

por josé simões, em 18.01.21

 

 

 

O Ventas arranja dois ciganos, que afinal não eram ciganos e um até nem era português, para falarem mal dos ciganos e legitimarem a sua narrativa sobre os ciganos. Deu nas televisões todas, mesmo que agora venha o desmentido, o polígrafo, a desmontagem, está dito, está, está dito, é a pós-verdade.

 

O Ventas junta 170 pessoas num jantar comício, numa sala fechada, sem arejamento e sem distanciamento social, contra as normas da DGS e vale-se da Constituição, que quer destruir, que não permite que eventos de partidos políticos sejam proibidos. Durante o repasto a comunicação social, que andou este tempo todo com o Ventas ao colo, é vaiada e o carro de reportagem da RTP é vandalizado.

 

Depois da sobremesa e do digestivo os minions mais entusiastas cantam A Portuguesa de braço estendido, "Salazar está vivo nos nossos corações", perante o pânico dos zeladores de serviço "é pá, baixa lá o braço que a conta já está pagam escusas de chamar o garçon".

 

[As imagens são do telejornal da RTP 1 no programa Bom Dia Portugal]

 

 

 

 

Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 16.01.21

 

1.jpg

 

 

[Visual Poetry]

 

 

 

 

O porco na chafurda, IX

por josé simões, em 14.01.21

 

 

 

O Ventas hoje insultou toda a gente. Toda a gente não. O Ventas não insultou o Maia liberal, que tem um programa económico igualzinho ao seu. Não insultou o PSD, de que precisa para ser Governo. Não insultou o CDS, porque na moral judaico-cristã nos mortos não se bate.

 

O porco na chafurda, Capítulo VIII

 

 

 

 

O porco na chafurda, VIII

por josé simões, em 14.01.21

 

urinol.jpg

 

 

"ninguém quer uma contrabandista a Presidente da República". "não está muito bem em termos de imagem assim com os lábios muito vermelhos [gesto de mãos à roda da boca]... como se fosse uma coisa de brincar". "parecia que estava ali uma espécie de fantasma, parecia aquele esqueleto que eu vi atrás de mim em Serpa". "com aquele ar de operário beto de Cascais". "é aquele avô bêbado que a gente [sic] tem em casa, depois de beber uns copos começa a dizer assim umas coisas, tás a rir de quem, queres levar com o pau em cima ou o quê?"

 

À parte a família disfuncional onde foi criado, com um avó bêbado que lhe batia, o que não explicando tudo ajuda a perceber a sua má formação, o complexo de inferioridade e o ego recalcado sempre à beira da explosão, o porco na chafurda mimetiza tudo o que Trump faz, desde o gesticular e o movimento de mãos até aos insultos gratuitos a adversários políticos, que para ele são inimigos. Convinha que se visse ao espelho e corrigisse o mau hábito de passar a língua pelas beiças, a de cima e a de baixo, depois de cada enxurrada de verborreia que vomita. É que os humoristas andam aí e os tweets que escreveu ainda não foram apagados: "O insulto e a difamação pública sempre foram e sempre serão as armas dos que não têm razão". [Em print screen].

 

[Imagem]

 

O porco na chafurda, Capítulo VII

 

 

 

 

"Portugueses de bem", II

por josé simões, em 12.01.21

 

1.jpg

 

 

- João Maria Bravo:
Dono do grupo Sodarca, lidera o fornecimento de armas, munições, tecnologia e equipamento militar ao Estado, Forças Armadas e de segurança.

 

«Desde 1974 que o país se afunda. O André é o único que coloca o dedo na ferida e fala do que queremos ouvir»

 

- Miguel Félix da Costa:
Empresário cuja família liderou a filial portuguesa da Castrol, e pai do piloto (que manifestou nas redes sociais apoio à manifestação de Ventura). Lidera a Slil, e é amante de tauromaquia.

 

«A esquerda radical quer destruir os nossos valores e cultura»

 

- Carlos Barbot:
Empresário do ramo das tintas (Barbot), e imobiliário, cônsul honorário do Paraguai no Porto.

 

«Ventura veio abanar o sistema, pôr as pessoas a pensar, e isso é positivo. É frontal, diz o que pensa»

 

- Paulo Côrte-Real Mirpuri:
Empresário que liderou a Air Luxor (que acabou sufocada em dívidas), filantropo.

 

Sobre as razões da sua presença num almoço com o líder do Chega: «Limitei-me a ir a um almoço para o qual também foi convidado André Ventura»

 

- João Pedro Gomes:
Sócio do escritório de advogados BSGG, ex-presidente da Associação das Sociedades de Advogados de Portugal.

 

«É um advogado brilhante, podia estar a ganhar muito dinheiro (…), mas anda por aí a dar o litro. A imagem de extremista que lhe colam é um exagero»

 

- Francisco Sá Nogueira:
Gerente da área turística da Helibravo, ex-VP da antiga holding do Grupo Espírito Santo para as actividades de agências de viagens e operador turístico, a Espírito Santo Viagens.

 

- Jorge Ortigão Costa:
Empresário e produtor agrícola, amante de touradas (coudelaria com o mesmo nome).

 

- Francisco Cruz Martins:
Advogado, padrinho de casamento de Ventura, citado nos Panama Papers, administrador de imobiliárias pertencentes à Breteuil Strategies (sediada no Chipre, reconhecido paraíso fiscal).

 

«O André está a abanar o status quo e ataca os compadrios políticos»

 

- Salvador Posser de Andrade:
Tal como José Maria Ricciardi, é administrador da antiga empresa imobiliária do Grupo Espírito Santo, e administrador da Coporgest.

 

«O André é uma figura fascinante, quase mítica»

 

- Jaime Nogueira Pinto:
Histórico militante fascista, “o grande pai da extrema-direita portuguesa desde o fim da ditadura salazarista” (Steven Forti).

 

«Não fiz nenhum peditório nem pedidos de financiamento. Organizei um jantar de amigos que não o conheciam e tinham curiosidade»

 

- Eduardo Amaral Neto:
Descendente de Carlos Monteiro, destacado deputado da ditadura do Estado Novo. Empresário com ligações à Chamusca. Dono da sociedade de consultoria e investimentos imobiliários Gavião Real.

 

Financiamento? «Não digo mais nada sem falar com os dirigentes»

 

- César do Paço:
Empresário, ex-cônsul honorário de Portugal na Florida (cargo do qual foi exonerado), dono da multinacional Summit Nutritionals, fanático da defesa.

 

A sua Fundação (DePaço) integra, no conselho consultivo, Nuno Melo (CDS), José Cesário e Carlos Gonçalves (PSD).

 

- Hélder Fragueiro Antunes:
Empresário, engenheiro, ex-piloto de corridas. CEO da Global Data Sentinel. Parceiro de César do Paço em alguns negócios, primo de Miguel Frasquilho (PSD, chairman da TAP).

 

Ventura? «Um sopro de ar fresco. Há uma estratégia dos media para o silenciar»

 

- Pedro Pessanha:
Fuzileiro na reserva, gestor imobiliário. Assessorou vários negócios do polémico BES Angola (BESA), hoje conhecido como Banco Económico.

 

«No Chega estamos fartos de corrupção, amiguismos, nepotismo e conúbio entre o Estado e os interesses económicos»

 

- Constantino Ferreira:
Pastor evangélico reformado. Já convidou mais de 4.000 pessoas para grupos de apoio a Ventura, crentes e não crentes, nas redes sociais.

 

«Ventura é o que os cristãos esperavam há muito. É católico como Salazar e ambos receberam a cultura do seminário»

 

- Fernando Jorge Serra Rodrigues:
Empresário têxtil (sofás), Salazarista devoto, defensor da ditadura fascista do Estado Novo, e divulgador de propaganda nas redes sociais.

 

«O 25 de Abril é um dia de luto nacional»

 

- Igreja Maná (de Jorge Tadeu):
Detentora dos canais de televisão KuriakosTV, TV Maná e ManáSat 1, tem dado especial destaque a Ventura.

 

«Precisamos de quem defenda a moral e os costumes cristãos contra os gays e outras modernices antinatureza e antifamília»

 

- Luís Filipe Graça:
Sócio na mediadora Elegantalfabeto, foi angariador imobiliário no segmento premium. Ex-dirigente do PNR e do Movimento de Oposição Nacional, embrião dos neonazis da Nova Ordem Social.
Nega ligações a extremismos, mas o filho organizou eventos nacionalistas.

 

- Ricardo Regalla:
Consultor na mediadora imobiliária 1st Class Key, especializada nas áreas prime (Cascais-Sintra-Lisboa) e em vistos gold. Lobista, organizador de festas de luxo, liderou associações tauromáquicas.

 

«Ventura é o único líder capaz de mudar o curso de Portugal»

 

- Cristina Vieira:
Cartomante na TVI, antiga directora de operações da LibertaGia, sociedade que a partir das Bahamas terá lesado perto de dois milhões (!) de clientes através de um esquema fraudulento em pirâmide.

 

- José Lourenço:

Consultor imobiliário, VP na Fundação DePaço. Acusado pelo ex-dirigente nacional do Chega (Miguel Tristão) de fazer entrar dinheiro de formas "estranhas" no partido. Aparece na lista pública de devedores fiscais em Portugal. Amigo de Silva Carvalho «com muito gosto».

 

- António Tânger Correia:
Ex-diplomata, adjunto de Freitas do Amaral durante o governo de Sá Carneiro

Suspenso das suas funções devido a VÁRIAS irregularidades na gestão da embaixada em Vilnius: lesou o Estado desviando 34827€ em IVA, mais 41181€/ano para despesas "pessoais".

 

- Pedro dos Santos Frazão:
Veterinário. Membro supranumerário da Opus Dei. Amante de tauromaquia. Pai de 7. Participa em anúncios na TV. Escreve ocasionalmente no Observador.

 

Tem uma história pessoal interessante, advogando publicamente a defesa da família, quando no entanto

 

- Paulo Lalanda de Castro:
Empresário. Referenciado nos Panama Papers, na Operação Marquês, e nos Vistos Gold. Acusado de corrupção no processo Máfia do Sangue. Dono da Intelligent Life Solutions, empresa que André Ventura ajudou a ilibar no pagamento de mais de €1M em IVA.

 

- Armando Baptista:
Comandante da delegação da Cruz Vermelha na Amadora.
Defende a criminalização e deportação de imigrantes ilegais, promoveu petições contra o Pacto de Migração e
Asilo da CE, mas afirma não ser xenófobo.
Ligação às forças e aos serviços de segurança e socorro.

 

- Arlindo Fernandes:
Admirador de Salazar, empresário, ex-dirigente e breve deputado do CDS.
Acusado em 2019 pelo MP de burla qualificada, falsificação de documento e branqueamento de capitais em negócios imobiliários.
Ameaçou de morte João Ferreira, outro dirigente do Chega.

 

- Manuel de Carvalho, o “Mitterrand” de Armamar:
Empresário, cônsul honorário da Costa do Marfim (abriu portas à Bial e Mota-Engil), antigo deputado e ex-vereador do CDS (Viseu), candidato pelo PPM (Porto).

 

"Poderia estar a ganhar muito dinheiro, mas sacrifica-se pelo país”.

 

- Diogo Pacheco de Amorim:
Antigo ideólogo do CDS e PND. Vice-presidente do Chega com ligações à monarquia portuguesa: é amigo de longa data de D. Duarte, e conseguiu que o Duque de Bragança recebesse Ventura na sua residência oficial, para promover o partido no estrangeiro.

 

[Fanado no Twitter]

 

"Portugueses de bem", Capítulo I