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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

¡Viva el centro, carajo!

por josé simões, em 16.10.25

 

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Continua a ladainha das eleições ganhas ao centro quando temos os resultados do "centrista" partido da taberna, os resultados do PSD, com a agenda do "centrista" partido da taberna, de Moedas em Lisboa e Duarte no Porto, aliados a esse partido centrista que é o Ilusão Liberal, que uma das razões para a derrota da Leitão em Lisboa foi estar aliada aos "radicais" do Bloco e do Tavares [!], e se têm incluído os comunistas o descalabro ainda era maior, porque o "centro" só funciona para um lado.

Carlos Rodrigues, director do Correio da Manha, chega ao ponto de falar em "partidos da velha esquerda" e em "maioria sociológica de direita". Errado. É maioria psicológica de direita, que vivemos na era das percepções, sempre nova, sempre jovem, ainda que a cheirar a bafio e naftalina dos armários de Santa Comba e dos rapazes de Chicago no Chile de Pinochet, agora recauchutada de pop star com moto-serra.

¡Viva el centro, carajo!

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Os idiotas úteis na esquerda

por josé simões, em 10.02.25

 

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A direita, cada vez mais extrema, desde o Ronald até ao Donald, com uma passagem pelo Tea Party, assume o poder e o controlo e contagia a Europa, a esquerda não pode encostar à esquerda porque o eleitorado vota ao centro. E encontram idiotas úteis, na liderança de partidos alegadamente de esquerda, dispostos a repetir o mantra.

 

[A imagem não é IA, é mesmo real. Clicar na imagem]

 

 

 

 

||| Conversa da treta

por josé simões, em 08.12.14

 

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Se "as grandes vitórias se geram no centro político" porque é que o CDS aparece sempre inflitrado na marcha popular do arquinho e balão da governação? Por ter "centro" no rótulo da denominação de origem controlada? Só pode, porque na pratica aparece quase colado à extrema. Assim como também só pode ser pelo [cada vez menos] engodo no eleitorado de dizer uma coisa em campanha e fazer o seu contrário depois de alçados ao poder, como o prova a eleição da trupe de Pedro Passos Coelho no PSD mais à direita de sempre.


O que ganhava eleições ao centro era o discurso da mentira da direita, ao centro, a arrastar a esquerda, que por querer fugir da sua extrema, aos olhos do eleitorado, acabava por se juntar no centro à direita do discurso. O resto é conversa da treta de quem vê a direita morrer sozinha, escondida com o rabo de fora disfarçada no centro. Já ninguém tem medo do comunismo e do extremismo de esquerda, por mérito da direita que gerava "grandes vitórias no centro político".


[Imagem]