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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"Qu'ils mangent de la brioche" *

por josé simões, em 18.03.20

 

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Diz-me com quem te preocupas. O problema do CDS não é a quebra brutal de rendimento dos trabalhadores com a entrada em vigor do layoff, não. O problema do CDS, disse-o Telmo Correia no plenário do parlamento que aprovou o "estado de emergência" , é o montante previsto para o layoff ser insuficiente para as empresas. Os trabalhadores perdem poder de compra e ficam com a corda na garganta em regime de layoff? Comam brioche.

 

[Na imagem cartaz do CDS durante o PREC]

 

* Qu'ils mangent de la brioche

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 18.02.20

 

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Chico Francisco, líder do CDS que se orgulha de ser o único partido historicamente contra a "Constituição socialista", invoca a Constituição como argumento contra a morte medicamente assistida.

 

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O PAN não pode impor a sua opinião e o seu estilo de vida aos outros

por josé simões, em 06.02.20

 

 

 

O PAN não pode impor a sua opinião e o seu estilo de vida aos outros;

 

          alínea a) excepto na interrupção voluntária da gravidez

          alínea b) excepto no divórcio

          alínea c) excepto no casamento entre pessoas do mesmo sexo

          alínea d) excepto na eutanásia

          alínea e) excepto na despenalização das drogas leves

          alínea f) excepto na co-adopção

          alínea g) _____________________

 

"Tenha limites. Viva a sua vida como entender, agora não nos venha impor o seu estilo de vida"

 

 

 

 

"Desalinho"

por josé simões, em 04.02.20

 

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               Cristina Sampaio para a P2 do Público.

 

 

 

 

Impressões digitais

por josé simões, em 30.01.20

 

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A doutora "noiva cadáver" confessa que o CDS, o partido do doutor Chicão com o doutor Abel Matos Santos na Comissão Executiva,  que no Facebook dá vivas a Salazar, elogia a PIDE, "uma das melhores polícias do mundo", e critica Aristides de Sousa Mendes, "agiota de judeus", pode disputar o eleitorado com a Iniciativa Liberal e o Chega.

 

"Sinto-te uma fotocópia prefiro o original, Edição revista e aumentada cordão umbilical"

 

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Reescrever a história

por josé simões, em 28.01.20

 

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Diz que o CDS do Chiquinho Chicão, retrógrado até aos anos 40 do século XX, se afasta da matriz dos "pais fundadores", Adelino Amaro da Costa & Freitas do Amaral, como se estivéssemos todos esquecidos do albergue que sempre foi dos sectores mais reaccionários da sociedade portuguesa, dos sem-vergonha que não se esconderam no PS e no PPD logo a seguir à revolução de Abril, dos ex-União Nacional, legionários, pides e restante bufaria, mais o caciquismo descente das Câmaras Municipais nomeadas pelo Estado Novo e o amém dos bispos, padres e padrecos católicos ultramontanos, nos sermões dominicais nas igrejas do interior a incentivar as perseguições aos comunistas e os assaltos às sedes dos partidos de esquerda, do terrorismo do ELP, do Maria da Fonte e do MDLP, e dos "meninos nazis" da canção do Zeca nos centros urbanos. O CDS do respeitinho é muito bonito, do cada macaco no seu galho e do manda quem pode, obedece quem deve, dos privilégios para a elite, dos 10 nomes no nome, da ausência de saúde pública, do ir à escola para aprender a assinar o recibo do ordenado no final do mês, da caridadezinha e do assistencialismo. Como se a não ter havido o 25 de Abril de 74, corte epistemológico, Freitas & Amaro não fossem a evolução do regime na continuidade. Os pais quê?

 

 

 

 

Nem tudo foi mau durante os anos da troika

por josé simões, em 10.01.20

 

 

 

Um dos méritos dos anos de chumbo da troika foi as pessoas terem aprendido a fazer contas, a dar valor às contas certas e a interiorizarem que o dinheiro não estica nem nasce debaixo dos sapatos, a célebre alegoria da manta que tapa a cabeça enquanto destapa os pés e vice-versa. E depois temos a direita e a direita radical no Parlamento, no debate do Orçamento do Estado a prometer baixar impostos, para as pessoas e para as empresas, e a aumentar o investimento público.

 

 

 

 

No dia em que as sondagens davam o Chega a ultrapassar o CDS nas intenções de voto...

por josé simões, em 04.12.19

 

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Nuno Melo, eurodeputado e vice-presidente do CDS, aplaudido no Twitter pelo presidente do PNR, José Pinto Coelho.

 

 

 

 

Malucos do Riso

por josé simões, em 03.12.19

 

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[Via]

 

 

 

 

Na próxima legislatura depois a gente fala, Capítulo IV

por josé simões, em 21.11.19

 

 

 

Enquanto Telmo Correia descia a escadaria de S. Bento para falar com os manifestantes debaixo de uma assobiadela e de uma vaia monumental, nos Passos Perdidos André Ventura falava para a imprensa com uma t-shirt do Movimento Zero vestida antes de fazer o mesmo trajecto, minutos antes feito pelo deputado do CDS, aplaudido pelos manifestantes e aos gritos de "Ventura! Ventura!", para um mini-comício sobre insegurança e autoridade do Estado a pretexto das perguntas dos jornalistas.

 

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"Na próxima legislatura depois a gente fala", Capítulo I

"Na próxima legislatura depois a gente fala", Capítulo II

"Na próxima legislatura depois a gente fala", Capítulo III

 

 

 

 

Em dia de manif das polícias

por josé simões, em 21.11.19

 

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Em dia de manif das polícias, com o neo-fascismo populista do Chega sentado no Parlamento a levar a direita tradicional, CDS-PP, e os novos neo-liberais, Iniciativa Liberal, a reboque, ao invés de serem os próprios a demarcar território e a separar as águas, convém [re]lembrar os dois grandes perigos para a democracia e o Estado de direito neste início de século XXI: a judicialização da política e a autonomização das polícias.

 

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Na próxima legislatura depois a gente fala, II

por josé simões, em 19.11.19

 

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O Chega apresentou um projeto de resolução, na Assembleia da República, a “recomendar ao Governo que proceda à instauração de uma celebração solene do 25 de novembro”. O objetivo do partido liderado por André Ventura é que seja dada a esta data a mesma dignidade do 25 de Abril.

 

"Sobre a grande novidade de se pedirem comemorações oficiais do #25denovembro
Há muitos e muitos anos que o CDS as pede. A memória é que é curta.". Nuno Melo no Twitter

 

Na próxima legislatura depois a gente fala, Capítulo I.

 

[Na imagem a estátua que em 25 de Novembro de 2009 o 31 da Armada ergueu a Jaime Neves]

 

 

 

 

Na próxima legislatura depois a gente fala

por josé simões, em 17.11.19

 

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Andamos há décadas de legislaturas a falar de Os Verdes servirem para o PCP ter tempo de antena a dobrar, nas televisões e no Parlamento, para agora chegamos ao ponto de termos o fascista Chega com tempo de antena a triplicar, com o CDS e a Iniciativa liberal, em termos de impostos e carga fiscal, funções sociais do Estado, salários e salário mínimo nacional, protecção social, saúde e educação. Na próxima legislatura depois a gente fala da eficácia de cada a passar a mensagem.

 

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Crime e terrorismo é quando a direita quiser

por josé simões, em 13.11.19

 

O carro do arquiteto portuense Alexandre Alves Costa, um dos dinamizadores do SAAL, foi destruído à bomba em março de 1976.jpg

 

 

Depois de a Europa ter definitivamente perdido a memória ao misturar Estaline e Hitler, nazismo e comunismo, perante o aplauso e o voto da direita radical nacional, a querer repetir o "feito" dentro de portas, é agora que vão propor que os crimes e os assassinatos cometidos durante o PREC pelo ELP, Maria da Fonte e MDLP, integrados e financiados por militantes do PSD e do CDS, sejam equiparados aos crimes das FP 25, com que nunca se calam no ódio que têm ao 25 de Abril e de cada vez que se aproxima a data e Otelo desce a Avenida? Se calhar não...

 

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Para memória futura

por josé simões, em 28.10.19

 

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Álvaro Amaro - PSD, José Manuel Fernandes - PSD, Maria da Graça Carvalho - PSD, Nuno Melo - CDS, os euro deputados portugueses que votaram contra a Moção para a Busca e Salvamento de Vidas Humanas no Mediterrâneo, chumbada por 2 - dois - 2 votos.

 

[Via]