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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Um partido de pantomineiros

por josé simões, em 08.07.19

 

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O Estado é administrado por Governos saídos da Assembleia da República constituída por deputados eleitos nas listas dos partidos em eleições livres e democráticas. O CDS, caso consiga chegar à administração do Estado a partir do acto eleitoral, não se propõe "reformar o Estado" [sem piadismo] por forma a que o atraso nos pagamentos não seja a regra mas a excepção. Não. O CDS propõe que os atrasos continuem tal e qual os conhecemos mas que o "desconto" fique por conta do credor. Um partido de pantomineiros.

 

 

 

 

"O Doutor Salazar"

por josé simões, em 22.06.19

 

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O Parlamento aprovou hoje o projeto do Bloco pela criação do Museu da Resistência e Liberdade, a ser instalado no Porto, onde era a PIDE. Para que nunca esqueçamos o terror e quem tanto lutou pela liberdade. A favor: BE, PS, PCP, PEV, PAN e Ninsc Contra: CDS Abstenção: PSD

 

"O Doutor Salazar" como sempre diz Paulo Portas com a voz embargada de um temor reverencial.

 

 

 

 

O circo nunca acaba

por josé simões, em 03.06.19

 

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O Grupo Parlamentar do CDS-PP começou as suas jornadas [...]

 

 

 

 

Os números circenses do CDS

por josé simões, em 21.05.19

 

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Na melhor tradição do Querido Líder Paulo Portas, que por ocasião dos motins no bairro da Bela Vista veio à cidade inteirar-se da situação... na Praça do Bocage, Procissão Cristas, a "líder da direita", a "alternativa de Governo", a "rã que quer ser boi", mais o cónego Melo e uma comitiva do CDS, com a cumplicidade das televisões todas, veio em acção de campanha à Lota de Setúbal. A uma segunda-feira, o único dia da semana em que a Lota está fechada. Ainda assim, 45 anos depois do 25 de Abril, na cidade vermelha não fossem levar com um peixe na boca, dado por alguma peixeira de memória e menos dada a pantominices.

 

[Na imagem "Saltimbancos" do insigne fotógrafo setubalense Américo Ribeiro]

 

 

 

 

As coisas como elas são

por josé simões, em 16.05.19

 

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A verdade é que o Patriarcado de Lisboa não apelou ao voto no Basta. O Patriarcado de Lisboa apelou ao voto no CDS, os amigos dos fascistas do Vox que o Basta quer mimetizar. A seguir Nuno Melo vai explicar que não vê nada de por aí além no programa do Basta que não lhe dê assento na bancada do PPE, ao lado do CDS e do Fidesz de Viktor Órban.

 

 

 

 

Têm dois defeitos

por josé simões, em 06.05.19

 

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Quando todos pensávamos que tinham aprendido alguma coisa com o banho de realidade que levaram, que os portugueses, quarenta e cinco anos passados sobre o 25 de Abril, não só já não são anjinhos ignorantes como não gostam de ser tratados como tal, logo nos minutos seguintes às declarações de anúncio de marcha-atrás assistimos ao frenesim de centenas de contas no Facebook e no Twitter, algumas até daquelas que só são activadas em situações de crise ou um mês antes das eleições, em operação concertada para  minimizar danos no eleitor com o "eleitoralismo de António Costa" mais "as mentiras de António Costa" e a "campanha eleitoral do PS" e "o que o PS aprovou e desaprovou" e "a nossa posição sempre foi esta", "nós não dissemos o que vocês nos ouviram dizer" e outros chavões em formato telegráfico, decalcados dos discursos do líder, Rui Rio e Assunção Cristas consiante a afiliação, a tratarem outra vez os portugueses como crianças, sem perceberem que não perceberam nada do que lhes aconteceu. Têm dois defeitos: são burros e não querem aprender. Nunca acabem.

 

[Imagem de Otto Stupakof]

 

 

 

 

Resumo da jornada

por josé simões, em 05.05.19

 

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Nesta questão do contorcionismo de Rui Rio e Assunção Cristas com a contagem do tempo de serviço dos professores, uma medida que não ia custar um cêntimo de euro ao contribuinte, ou que até podia custar mas não tinha implicações orçamentais já este ano, era só para o ano, ou lá mais para a frente e o Governo que viesse que se desenmerdasse, como sói dizer-se, é o líder do PSD e a líder do CDS só tarde e más horas terem percebido que dez anos de crise e quatro de troika e resgate financeiro e de sacrifícios, sofrimento e vidas desfeitas, ensinaram à grande maioria dos portugueses o valor do dinheiro, a importância de contas certas, e que o tempo não anda para trás.

 

[McCormick code na imagem]

 

 

 

 

É só rir

por josé simões, em 04.05.19

 

 

 

Procissão Cristas, ministra no Governo da birra irrevogável até subir no rating ministerial e ser nomeado vice-pantomineiro, a atirar à cara de António Costa a ameaça de demissão de José Sócrates a propósito de um PEC qualquer.

 

Comissário Mário Nogueira, chantageador-mor da República, há mais de 20 anos não faz outra coisa que chantagear governos, professores, pais, encarregados de educação e alunos, a acusar António Costa de chantagem.

 

Muito bom!

 

 

 

 

Parabéns ao CDS

por josé simões, em 02.05.19

 

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Parabéns ao CDS, não é fácil enfiar o programa todo num outdoor

 

 

 

 

Olhe para a esquerda

por josé simões, em 01.05.19

 

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O CDS que no Parlamento votou contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo; o CDS que no Parlamento votou contra a adopção de crianças por casais do mesmo sexo; o CDS que no Parlamento votou contra a co-adopção; o CDS que na Assembleia de Freguesia de Arroios em Lisboa propõe passadeiras arco-íris na Av. Almirante Reis contra a homofobia e transfobia.

 

O CDS que por via da mediática assunção de Adolfo Mesquita Nunes e de outros militantes mais ou menos anónimos era o partido do "também tenho um amigo" passa agora a partido do também tenho um amigo que passa na passadeira.

 

[Imagem]

 

 

 

 

¡Arriba Portugal!

por josé simões, em 29.04.19

 

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Estrangeirada no sagrado solo pátrio, se calhar pretos e muçulmanos, à vez ou dois em um, e ladroagem na classe política. Os ciganos ficam para a próxima, não perdem pela demora.

Senhoras e senhores, o legitimador do franquista, racista, homofóbico e machista Vox, uma legislatura inteira sentado ao lado de Viktor Orbán, ambos muito preocupados com a democracia na Venezuela, candidato ao Parlamento Europeu pelo país que talvez mais emigrantes tenha dado à Europa e ao mundo, Nuno Melo no Twitter do CDS:

 

Não podemos fazer de conta de que, quando a Europa está a implodir, quando as migrações são o tema que mais está a destruir os seus alicerces, a par da corrupção, vamos pôr o tema de lado e não falar dele porque podemos ser colados a quem quer que seja. @NunoMeloCDS #aEuropaéaqui

 

 

 

 

No universo do cónego Melo

por josé simões, em 28.04.19

 

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Nuno Melo considera que o Vox não é um partido de extrema-direita

 

 

As culpas de Sánchez no crescimento do Vox

 

 

[Imagem]

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 26.04.19

 

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"A primeira e maior preocupação do @_CDSPP em relação à Lei de Bases da Saúde é que as populações sejam servidas com qualidade e com tempo. Queremos servir todos os portugueses e servi-los com qualidade e com o menor custo possível para o contribuinte, certamente.", Assunção Cristas no Twitter.

 

"Portugal cortou nas despesas de Saúde o dobro do que era exigido no memorando de entendimento com a ‘troika’.", o Governo onde Assunção Cristas era ministra e assinava resoluções bancárias de cruz e com os pés de molho numa piscina no Algarve.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

A tabuada de somar promiscuidades do CDS de Filipe Anacoreta Correia

por josé simões, em 25.04.19

 

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As escutas apanham um banqueiro, não nomeado, que se propõe pagar o salário do líder do CDS, o líder do CDS exige determinado banco no consórcio dos submarinos.

 

25 Abril: CDS-PP diz que "promiscuidade com o poder" é incompatível com a dignidade democrática

 

Alguém ofereça uma tabuada de somar promiscuidades ao deputado Anacoreta do CDS.

 

 

 

 

O circo nunca acaba

por josé simões, em 17.04.19

 

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Os mesmos da direita radical que privatizaram sectores estratégicos da economia na base do "aliviar o peso do Estado na economia" querem agora que o Governo intervenha num conflito laboral numa empresa privada. Como ainda lhes resta alguma vergonha, mais medo que vergonha, em exigir publicamente a suspensão do direito à greve, que advogam em privado, ainda os vamos ver clamar pelo sindicalismo responsável da CGTP na mesa das negociações e da concertação, contra o sindicalismo selvagem dos sindicatos não-alinhados.

 

[Imagem]