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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

37 biqueira larga

por josé simões, em 09.09.19

 

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Ver Assunção Cristas, líder do partido de "o doutor" e das gravatas Charvet e Ralph Lauren, sujeitar-se ao tratamento por tu e ao beijinho e abraço de um cigano, no mercado onde foi "comprar" uns sapatos marca Roscofe no desespero de descolar a imagem do CDS do partido de André Ventura, nas declarações dos trauliteiros da entourage que faz de emplastro atrás de si nos telejornais, sem que as câmaras das televisões se lembrem de nunca mais descolar dos pés da senhora até ao fim da campanha eleitoral para ver quem é que calça o quê e quem se deixa calçar.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Ainda a honestidade intelectual da santinha que governa o CDS na entrevista à rádio do Observador

por josé simões, em 30.08.19

 

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As crianças, que viram o seu direito à tranquilidade trucidado com ruído feito pelo inner circle de Assunção Cristas, com Francisco Rodrigues dos Santos, João Almeida e João Gonçalves Pereira à cabeça, a manipularem e truncarem o que no despacho consta.

 

 

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Se "vem aí uma crise", que toda a gente diz fruto da guerra comercial Trump - China, da desaceleração da economia chinesa e alemã, dos erros das políticas austeritárias seguidas pela União Europeia, "é melhor despachar já o Governo do PS" porque o que eles sabem é pôr o país numa crise com origem no estrangeiro.

 

 

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Os eleitores, que não são estúpidos, "não perceberam as prioridades do "CDS" e resolveram castigar o partido nas urnas, logo há que arranjar outro léxico, que coloque os eleitores no papel de estúpidos que lhes compete, para que o CDS deixe de ter um problema de comunicação.

 

Muito bem.

 

[As imagens são print screens da conta do jornal Observador no Twitter]

 

 

 

 

A direita radical a gostar dela própria

por josé simões, em 29.08.19

 

 

 

"Consegue dizer-me se esta frase que eu lhe vou dizer é de André Ventura ou de Nuno Melo? "Não queremos fechar a porta a quem procura a Europa como ponto de acolhimento, não podemos é deixar que cheguem e entrem de qualquer maneira". Consegue dizer-me de quem é a frase? Ó Rita, eu não tenho nenhuma dificuldade em identificar aí uma frase do Nuno Melo"

 

Assunção Cristas a atribuir a Nuno Melo uma frase de André Ventura na entrevista à Rádio Observador, a partir do minuto 40:14.

 

 

 

 

Direita e trogloditismo, nunca falha

por josé simões, em 27.08.19

 

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Todos os dias da semana a todas as horas em todas as televisões, o espaço de opinião totalmente ocupado. Fátima, Futebol e Fado. Quem é que leva a sério alguém que consegue passar um serão inteiro a discutir, as vezes no insulto, se o penálti foi penálti ou se o fora-de-jogo foi tirado por um pentelhésimo de segundo?

 

[A direita trauliteira e troglodita, mas com "sentido de Estado", na primeira página do i online]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 27.08.19

 

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Assunção Cristas critica o Governo pelo despacho que estipula as medidas de protecção da identidade de género nas escolas, considerando o documento “errado” e “desajustado”, sem no entanto entrar em pormenores sobre o que está mal no conteúdo.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Questão existencial

por josé simões, em 23.08.19

 

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Por coincidência, e de certo só por coincidência, no dia em que morria um dos manos financiadores da direita radical à escala global e que fazia gala em dizer "Um dia, o meu pai deu-me uma maçã. Vendi-a logo por cinco dólares e comprei duas maças, que vendi por dez dólares. Depois comprei quatro maças e vendi-as por 20 dólares. Isto continuou dia após dia, semana após semana, mês após mês, ano após ano, até que o meu pai morreu e me deixou 300 milhões de dólares." o CDS, o partido da meritocracia, o CDS da proposta para baixar a escolaridade mínima obrigatória [nem todos podem ser doutores, percebem?], o CDS de que quem não se esforçou, não estudou e não teve nota para entrar na faculdade o possa fazer se para tal pagar um valor previamente definido, o CDS ilustra a sua conta no Twitter com uma questão ao nível de um Alexandre Pingo Doce, de um Ferraz da Costa ou de um van Zeller, empresários por herança, "Faz sentido trabalhar? Acha que vai deixar mais aos seus filhos do que o que recebeu dos seus pais?"

 

 

 

 

CDS porno hentai

por josé simões, em 21.08.19

 

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Acossada pelo voto popular nas europeias, Procissão Cristas, que estava a cada 15 minutos nas televisões para rematar a sua opinião de cada vez que as "esquerdas encostadas" apareciam, desapareceu agora para parte incerta, na esperança de que as pessoas se esqueçam da sua pessoa até às legislativas, e deixou o partido ao Deus-dará, com a comunicação a cargo de avulsos nada democratas-cristãos tarados do hentai [malgrado o esclarecimento do autor de que produz porno para adultos e não para agit-prop política manhosa], como parece ser o caso do vereador na Câmara Municipal de Lisboa, João Gonçalves Pereira, para quem, desorientado e à nora na defesa da família tradicional, salazarenta como a concebe, em pânico pelo apocalipse esquerdalho que se avizinha, vale tudo, desde desinformar a recorrer a bd inspiradora de ataques e abusos sexuais, a maioria em família, um problema social actualmente no Japão. Muito bem.

 

 

 

 

"O CDS acusa o PS de se apropriar da máquina do Estado"

por josé simões, em 02.08.19

 

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Chegada ao Ministério da Agricultura e do Mar, Procissão Cristas trata de nomear para o conselho de administração da Parque Expo John Antunes, membro da comissão de honra da sua candidatura por Leiria, com o objectivo de liquidar a empresa, enquanto exigia que a administração não ficasse abrangida pelo estatuto dos gestores públicos. A administração da Parque Expo que recusaria novos contratos no valor de 48 milhões de euros enquanto avisava que o Estado teria de injectar capital na empresa ou vender activos no valor de 152,2 milhões de euros enquanto assinava contratos de assessoria no valor de quase 100 mil euros com a sociedade de advogados de Luís Nobre Guedes e Pedro Mota Soares, por coincidência ambos militantes do CDS, um dos quais ministro no Governo com Procissão Cristas.

 

PS tem de “parar de se apropriar da máquina do Estado”

 

 

 

 

"O CDS quer"

por josé simões, em 30.07.19

 

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O CDS, do cheque-ensino, dos contratos de associação, da excelência do ensino privado, o CDS da exigência e da "meritocracia" em todas as áreas da vida, quer que os filhos dos ricos, vá-se lá saber porquê, possam entrar na universidade pública só porque os pais podem pagar.

 

Até às eleições o CDS, das PPP, dos seguros de saúde, vai querer que quem possa pagar passe à frente na lista de espera para as cirurgias que os hospitais privados não asseguram, ou nos serviços que são exclusivo, porque dispendiosos, do Serviço Nacional de Saúde.

 

Depois de partido do contribuinte, da lavoura, dos combatentes, dos pensionistas, dos reformados, era só o que ao CDS, oficialmente, faltava ser: o partido dos ricos.

 

Pelo meio, e a dois meses e pouco das eleições legislativas, à socapa e como quem não quer a coisa, o CDS introduz no discurso político o ódio ao estrangeiro que vem para a nossa terra passar à nossa frente, a fobia ao outro, ao que vem de fora, fazendo de conta que não existem protocolos estabelecidos e assinados entre estados e países soberanos para intercâmbio nas áreas da educação e da saúde, para o caso.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Para memória futura

por josé simões, em 23.07.19

 

 

 

Para memória futura a lista da vergonha com os nomes dos deputados eleitos pelo PSD e pelo CDS, e um pelo PS, que pediram ao ao Tribunal Constitucional a fiscalização de medidas sobre identidade de género no ensino:

 

               Miguel Morgado

               Fernando Negrão

               Nilza de Sena

               Bruno Vitorino

               Maria Luís Albuquerque

               Leonel Costa

               Joel Sá

               António Topa

               Emília Cerqueira

               José Carlos Barros

               Carla Barros

               Luís Leite Ramos

               Hugo Soares

               José Matos Rosa

               Luís Vales

               Filipe Anacoreta Correia

               Carlos Silva

               Cristóvão Crespo

               Emília Santos

               Germana Rocha

               António Costa da Silva

               Conceição Bessa Ruão

               Duarte Pacheco

               Paulo Neves

               Vânia Dias da Silva

               Hélder Amaral

               Sandra Pereira

               João Almeida

               Emídio Guerreiro

               Helga Correia

               Pedro Mota Soares

               Inês Domingos

               Cristóvão Norte

               António Ventura

               Susana Lamas

               Manuel Frexes

               Rui Cruz

               Andreia Neto

               Ilda Araújo Novo

               Isaura Pedro

               Luís Marques Guedes

               Carlos Abreu Amorim

               Carlos Páscoa

               Bruno Coimbra

               Clara Marques Mendes

               Rui Silva

               José António Silva

               Jorge Paulo Oliveira

               Sara Madruga da Costa

               Berta Cabral

               Ricardo Batista Leite

               Amadeu Albergaria

               António Carlos Monteiro

               Liliana Silva

               Fátima Ramos

               Isabel Galriça Neto

               Pedro Roque

               Sérgio Azevedo

               Ana Sofia Bettencourt

               Ana Oliveira

               Patricia Fonseca

               Marco António Costa

               Ulisses Pereira

               Maria das Mercês Borges

               Paulo Rios de Oliveira

               Ângela Guerra

               Regina Bastos

               Firmino Pereira

               Pedro Pinto

               Telmo Correia

               Nuno Serra

               Maurício Marques

               Manuela Tender

               Feliciano Barreiras Duarte

               Duarte Marques

               Pedro do Ó Ramos

               Luís Pedro Pimentel

               Joana Barata Lopes

               João Rebelo

               João Gonçalves Pereira

               Carlos Peixoto

               José de Matos Correia

               Pedro Pimpão

               Álvaro Castelo-Branco

               Miranda Calha

 

[Imagem "Federico Fellini on the set of Satyricon" phorographed by Mary Ellen Mark, 1969]

 

 

 

 

Abre a boca e é "cada tiro cada melro"

por josé simões, em 18.07.19

 

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Os empresários deviam fazer a oposição que a oposição não sabe fazer. Os empresários que "têm medo do PS no Governo" que administra temporariamente o Estado porque os empresários não sabem ser empresários sem as rendas e o chapéu de sol e o chapéu de chuva protector do Estado. Os empresários do "menos Estado" e do "aliviar o peso do Estado na economia" que financiam o CDS e pagam o salário do líder na esperança que o CDS retribua com mais Estado quando chegar a vez de se alçar ao poder.

 

Líder mais transparente não há, abre a boca e é "cada tiro cada melro".

 

[Imagem]

 

 

 

 

A forma e o conteúdo

por josé simões, em 17.07.19

 

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É dos livros, enfeitar a forma para esconder o conteúdo, ou a falta dele. Na música temos os guitarristas que não tocam nada mas até tocam de costas e deitados e a fazer o pino enquanto abanam muito a cabeça. Na moda, streetwear ou griffe, são as roupas fazedoras de Tarzans e Monicas Bellucci que mascaram as barrigas e a celulite até à chegada da praia. Na política são os artistas e os estilistas que dão música e talham o pano que esconde com a forma o conteúdo cujo resultado se pretende exactamente oposto aquele como é apresentado.

 

"A líder do CDS partilhou nas redes sociais uma fotografia com quatro penteados diferentes. E pediu aos seus seguidores para escolherem o preferido."

 

Assunção Cristas quer a sua ajuda para escolher novo penteado

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Um partido de pantomineiros

por josé simões, em 08.07.19

 

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O Estado é administrado por Governos saídos da Assembleia da República constituída por deputados eleitos nas listas dos partidos em eleições livres e democráticas. O CDS, caso consiga chegar à administração do Estado a partir do acto eleitoral, não se propõe "reformar o Estado" [sem piadismo] por forma a que o atraso nos pagamentos não seja a regra mas a excepção. Não. O CDS propõe que os atrasos continuem tal e qual os conhecemos mas que o "desconto" fique por conta do credor. Um partido de pantomineiros.

 

 

 

 

"O Doutor Salazar"

por josé simões, em 22.06.19

 

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O Parlamento aprovou hoje o projeto do Bloco pela criação do Museu da Resistência e Liberdade, a ser instalado no Porto, onde era a PIDE. Para que nunca esqueçamos o terror e quem tanto lutou pela liberdade. A favor: BE, PS, PCP, PEV, PAN e Ninsc Contra: CDS Abstenção: PSD

 

"O Doutor Salazar" como sempre diz Paulo Portas com a voz embargada de um temor reverencial.

 

 

 

 

O circo nunca acaba

por josé simões, em 03.06.19

 

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O Grupo Parlamentar do CDS-PP começou as suas jornadas [...]