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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 01.07.18

 

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Cavaco Silva: Os poderes públicos têm que criar condições para que os casais tomem a decisão de ter mais filhos. Isso é fundamental para a identidade do futuro do nosso país, não é com autoestradas, gimnodesportivos ou clubes de futebol.

 

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Insónias em formol

por josé simões, em 26.05.18

 

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Retirado da solução de formol onde se encontrava depositado Cavaco Silva acorda para entrar na campanha do "Não" à eutanásia. Atendendo a que o senhor deixou a Presidência da República com um índice de popularidade '5 degrees below zero' e com o prestígio da instituição e rastos isto só pode ser um sinal auspicioso e um tomar de pulso ao sentimento da sociedade portuguesa actual.

 

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OMO lava mais branco

por josé simões, em 11.05.18

 

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Agora que o malandro está no chão vale tudo, até vale branquear que Luciano Alvarez, jornalista do Público, deu conhecimento a Tolentino Nobrega, correspondente do jornal na Madeira, de que se tinha reunido com Fernando Lima, a pedido deste, e que a conversa começou com o assessor de Cavaco Silva a dizer que estava ali a pedido do chefe de Estado para falar de um assunto grave, que o Presidente da Republica achava que o gabinete do primeiro-ministro o andava a espiar e que, a pedido de Cavaco Silva, a história deve começar no arquipélago, para não levantar suspeitas e para parecer que o furo teve origem em alguém ligado a Alberto João Jardim, naquilo que ficou conhecido como a "inventona das escutas a Belém", a conspiração de um Presidente contra um Governo legítimo e democraticamente eleito, enquanto mantinha assessores seus, pagos com o dinheiro dos contribuintes, a trabalhar na elaboração do programa político do seu partido - o PSD, e de Pedro Passos Coelho.

 

Nada disto aconteceu, não disto interessa, nada disto importa, o que importa é que Henrique Monteiro, antigo director do jornal do militante n.º 1, passados nove - 9 - nove anos sobre o acontecimento, lembrou-se de vir dizer que o gabinete do malandro entregou cópias de correspondência interna do Público a uma jornalista daquele semanário, com o intuito de "se vingar" do diário por este ter investigado a sua licenciatura.

 

Nesta lavagem da história vale tudo, só já falta Cavaco Silva, himself, interromper a reforma e aparecer por aí numa televisão qualquer com o tradicional "eu avisei" enquanto mastiga cuspo.

 

 

 

 

O Avisador-mor

por josé simões, em 19.01.18

 

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- O BES é um banco sólido

 

- A minha reforma não chega para as despesas

 

- Para serem mais honesto que eu têm de nascer duas vezes

 

Cavaco regressa e faz três avisos

 

[Roubado]

 

"À meia volta"

por josé simões, em 16.10.17

 

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Sintomático que os distritos mais afectados pela tragédia dos incêndios no Anno Domini 2017, devido à desertificação do território e à falta de uma exploração sustentada da terra e do meio ambiente, por via das Políticas Agrícolas Comuns assinadas a troco de 30 dinheiros para abate e abandono, convertidos em casario, barcos, parque automóvel e no deixar crescer do eucalipto, tenham sido aqueles onde Cavaco Silva teve as mais expressivas maiorias absolutas.

 

[Imagem "Ventosa, Vouzela, 16 de Outubro de 2017", Adriano Miranda]

 

 

 

 

"a realidade tira o tapete à ideologia", capítulo IV

por josé simões, em 05.09.17

 

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Unidade da Fitch revê em alta crecimento de Portugal

 

"a realidade tira o tapete à ideologia"

 

 

 

 

"a realidade tira o tapete à ideologia", capítulo III

por josé simões, em 03.09.17

 

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Moody's melhora perspectiva do "rating" de Portugal

 

"a realidade tira o tapete à ideologia"

 

 

 

 

O argumento dos argumentos

por josé simões, em 01.09.17

 

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É nos dias que correm o argumento dos argumentos invocado pela direita radical quando não tem argumento: a liberdade de expressão contra a censura e o silêncio.

 

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"a realidade tira o tapete à ideologia", capítulo II

por josé simões, em 31.08.17

 

 

 

"a realidade tira o tapete à ideologia" [via]

 

 

 

 

"a realidade tira o tapete à ideologia", capítulo I

por josé simões, em 31.08.17

 

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"a realidade tira o tapete à ideologia" [via]

 

 

 

 

Uma espinha na garganta

por josé simões, em 30.08.17

 

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Ainda não foi assim há tanto tempo que Cavaco Silva presidiu uma legislatura à cegueira ideológica da direita radical no desmantelamento do Estado social em favor de obscuros interesses privados, com a realidade a tirar-lhes o tapete debaixo dos pés todos os dias e todos os dias as metas ajustadas para encaixarem na realidade que não se compadecia com ideologias, e posteriores manobras de diversão, cego pelo radicalismo ideológico, a adiar a realidade da solução governativa que tinha pela frente, com chamadas ridículas, para ser simpático, ao Palácio de Belém, desde o Corpo Nacional de Escutas à Confraria do Bacalhau. Esta meia dúzia de linhas gastas com a espinha que o personagem tem atravessada na garganta já foi demasiado tempo perdido.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Ninguém se lembrou

por josé simões, em 24.02.17

 

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Ninguém se lembrou de meter Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, a comentar o revisionismo de todo o tamanho, ao melhor estilo estalinista de reescrever a história, que deu pelo nome de "Entrevista a Cavaco Silva", a propósito do lançamento do livro "Quinta-Feira e Blah Blah Blah" [o Sexta-feira era o Lima das escutas e consta que também publicou livro]. Nem precisava de ser em modo formal, sentado mo estúdio com pivot à frente, podia ser mesmo à saída de um dos eventos em que Marcelo demonstra o seu dom para a omnipresença.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Um desconfiado do caraças

por josé simões, em 16.02.17

 

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Cavaco Silva que nunca desconfiou de Oliveira e Costa, Cavaco Silva que nunca desconfiou de Arlindo de Carvalho, Cavaco Silva que nunca desconfiou de Dias Loureiro, Cavaco Silva que nunca desconfiou da rentabilidade das acções da SLN não cotada em bolsa, Cavaco Silva que nunca desconfiou de Ricardo Salgado e, não só nunca desconfiou, como até aconselhou os portugueses a confiarem, pois bem, Cavaco Silva sempre desconfiou de José Sócrates, de tal forma que até achou por bem deixar a desconfiança plasmada em livro para a posteridade. Um desconfiado do caraças este Cavaco Silva.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Os ilusionistas

por josé simões, em 12.01.17

 

 

 

Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, a 3 de Agosto de 2014: "A medida de resolução agora decidida pelo Banco de Portugal, e em contraste com outras soluções que foram adoptadas no passado, não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes". Passos Coelho, a 4 de Agosto: [A solução] é aquela que oferece, seguramente, maiores garantias de que os contribuintes portugueses não serão chamados a suportar as perdas". Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, a 7 de Agosto: "Aconteça o que acontecer ao Novo Banco, [o Estado] não vai ser chamado a pagar eventuais prejuízos. Isso tem de ficar muito, muito claro". Cavaco Silva, presidente da República, a 26 de Setembro de 2014: "A autoridade de supervisão, entre as alternativas que se colocavam, escolheu aquela que melhor servia o interesse nacional e que não trazia ónus para o contribuinte".

 

 

 

 

Mais respeito pelas pessoas, sff

por josé simões, em 10.10.16

 

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Marcelo, o Presidente, em homenagem a Aníbal, o ex-Presidente, elogia a "sensibilidade social" do homem que, em directo e a cores para todo o país, deu uma rabecada a uma idosa que se queixava da pensão de miséria, atirando-lhe à cara a escassa reforma de Maria, a esposa, a quem tinha de sustentar com a sua reforma do Banco de Portugal, que não chegava nem para as sopas, e pela qual optou em detrimento do salário inerente ao cargo de Presidente, desprestigiando a instituição Presidência, por "ter sabido compreender o que se passava na sociedade portuguesa, ter sabido eleger a inclusão social como tema do primeiro roteiro presidencial", enquanto passava 4 anos, impávido e sereno, a assistir ao desmantelamento, às mãos do Governo da direita radical, do Estado social, inclusivo, em favor da indústria da engorda às custas da miséria alheia e das transferências do Orçamento do Estado, conhecida pela sigla IPSS, rematando "com a memória das pessoas [que] às vezes é curta".


Mais respeito pelas pessoas, sff.