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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Mister Magoo

por josé simões, em 30.07.20

 

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Por uma ironia do destino sabemos do arraso do Tribunal de Contas ao papel de Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, na gestão dos casos Banif e BES, "supervisor a decidir resolução de supervisionados revela conflito de interesses que lesa contribuintes" e "falta de independência", poucos dias depois de Mário Centeno, ex ministro das Finanças que geriu todo o processo Novo Banco, ter sido noneado para ocupar a cadeira de governador do banco central e gerir o caso dos milhões de euros do contribuinte à disposição do fundo Lone Star. Tempo de ouvir o Benny Hill Theme.  

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 16.06.20

 

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"Passos Coelho chamou para o cargo [governador do Banco de Portugal] Carlos Costa, um homem com um passado profissional longo e credível e um distanciamento da política notório [...]".

Manuel Carvalho, director do Público.

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 06.05.20

 

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"Pandemia penaliza mais rendimento dos ricos do que dos pobres". Carlos Costa, governador do Banco de Portugal.

 

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"É tudo um putedo"

por josé simões, em 28.05.19

 

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Passam uns quantos cheques sem cobertura e têm o nome escarrapachado no sítio do Banco de Portugal e impresso em papel atrás do balcão de todas as lojas do país.

Atrasam-se num pagamento, qualquer que seja o motivo, que o Fisco só vê números de contribuinte não vê corações, e ficam com o nome em exposição no online das Finanças.

Injectamos 23,8 mil milhões na banca nos últimos 12 anos e a lista dos ladrões é "segredo de Estado", não autorizada a consulta pelo escudeiro dos banqueiros, em flagrante desrespeito pelos representantes eleitos pelas vítimas do roubo em eleições livres e democráticas, e que ainda se dão ao luxo de pagar com o dinheiro dos seus impostos o principesco salário a quem, no Banco de Portugal, devia ter por princípio último zelar pelos supremo interesse dos contribuinte e não por fechar os olhos ao fartar vilanagem dos banqueiros.

 

Como diria o malogrado "camarada" Arnaldo Matos, "é tudo um putedo".

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Uma pergunta simples

por josé simões, em 13.02.19

 

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A gente sabe que a vidinha custa a todos mas o ordenado que se recebe justifica andar de cabeça baixa, ver o nome enxovalhado na praça pública enquanto se lhe aponta a porta da rua como serventia da casa e se percebe que só não se leva com a vassoura porque o estatuto não o permite?

 

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O meu biombo é mais bonito que o teu

por josé simões, em 11.02.19

 

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A verdade é que se Carlos Costa não tem sido o biombo da direita radical PSD/ CDS na resolução bancária ao BES já os ditos aqui andavam, nas "redes" e nas avenças semanais nos jornais e televisões, há muito a invocar a sua nomeação pelo Sócras para Governador do Banco de Portugal e que era tudo farinha do mesmo saco, à imagem do que aconteceu com Vítor Constâncio.

 

Bloco pressiona Costa para demitir governador de Banco de Portugal

 

 

 

 

Os inimputáveis do Orçamento do Estado

por josé simões, em 01.03.18

 

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Mil e oitocentos - 1 800 - mil e oitocentos funcionários desde a cruiação do Euro, número inalterado apesar da perda de competências; uma média salarial de 5 mil euros, com 15 mil para o Governador e 1, 3 milhões para advogados; dez milhões - 10 - dez milhões em consultorias externas; tudo a expensas do contribuinte, sem que o Governo, que administra o Estado aka o contribuinte, possa dizer de sua justiça, a bem da independência do Banco de Portugal face ao poder político, para, no final das contas feitas, o tribunal anular "a acusação do Banco de Portugal contra Ricardo Salgado e Amílcar Pires, no processo de contraordenação pela ausência de medidas de prevenção de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo em unidades do BES no estrangeiro". Com o dinheiro dos outros também sou muito independente e muito incompetente e muito senhor do lugar que ocupo.

 

 

 

 

O excelentíssimo senhor Governador do Banco de Portugal

por josé simões, em 02.01.18

 

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O excelentíssimo senhor Governador do Banco de Portugal consegue gastar 8 561 [oito mil quinhentos e sessenta e um] caracteres na mensagem de Ano Novo onde perora desde o crescimento da economia à sustentabilidade do Estado social, passando pela dimensão do Estado que temos comparativamente com a riqueza que criamos [um "viver acima das nossas possibilidades" dito de outra maneira para não agitar fantasmas] até ao endividamento público e privado e aos baixos níveis de investimento empresarial, sem nunca referir a transformação da dívida privada em dívida pública ocorrida na Europa nos últimos 7 anos; sem nunca referir o resgate dos bancos privados pelos contribuintes [o maior e mais importante durante o seu mandato] através da carga fiscal e desviando recursos do Estado social, essenciais a sectores como a saúde, educação e a segurança social; sem nunca referir as privatizações ao preço da uva mijona de sectores estratégicos do Estado; sem nunca referir uma economia assente na distribuição de mais-valias milionárias aos patrões e accionistas, assente nos baixos salários e precariedade e sem investimento reprodutivo. Chapéu, excelentíssimo senhor Governador!

 

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Normalidade democrática

por josé simões, em 31.03.17

 

A bull shark that was found in a puddle south of T

 

 

O Banco de Portugal [já] gastou 25 - vinte e cinco - 25 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes em assessoria para descobrir a solução para o imbróglio BES/ Novo Banco que consiste em o Estado injectar 4 000 000 000 000 - quatro mil milhões - 4 000 000 000 000 de euros do dinheiro do contribuinte no banco para o dar de mão beijada e sem direito de voto a um fundo "abutre".

 

Não há dinheiro para nada e ainda há a "sustentabilidade da Segurança Social" e o aumento da idade da reforma.

 

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Não me lembro de ter visto isto nos telejornais...

por josé simões, em 27.03.17

 

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O Governador do Banco de Portugal, que não vê motivos para abandonar o salário o posto,  reconduzido no cargo pelo primeiro-ministro, que não via necessidade de discutir em conselho de ministros o sector bancário, dos bancos resolvidos de cruz via e-mail com os pés de molho a partir do Algarve.

 

Portugal tem vindo a pagar a factura da decisão do Banco de Portugal sob a forma de juros mais altos na dívida soberana, dificuldade na venda de activos e maiores custos no financiamento da banca.

 

Não compramos Portugal. Não compramos dívida portuguesa. Vamos manter essa proibição com disciplina.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

#Sad

por josé simões, em 24.03.17

 

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Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal, finge não saber que já ninguém lhe tem respeito, nem mesmo aqueles que o reconduziram no cargo.

 

Parafraseando, Your organization's terrible. Sad.

 

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O poder da palavra

por josé simões, em 08.03.17

 

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O que o Governador do Banco de Portugal tem, sem vir consignado em lei ou num qualquer estatuto, é o poder da palavra. Não para ser o Donaltim boneco ventríloquo de alguém ou de algum Governo mas para fazer valer o interesse público e as boas regras de gestão. O poder da palavra, senhor Governador, não é preciso uma estrela de xerife colada ao peito ou uma farda de polícia, é só o poder da palavra.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

"A credibilidade do banco de Portugal"

por josé simões, em 06.03.17

 

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"A credibilidade do Banco de Portugal". Carlos Costa faz-de de desentendido e desvia o foco com um "defender a reputação" do Banco de Portugal quando o que está em causa é a reputação do Governador do Banco de Portugal, nada de misturas, galdeiragem à parte, como diz o pagode. A reputação do Governador que aceitou ser reconduzido no cargo depois do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso BES, com conclusões nada abonatórias para a sua pessoa, assinadas pelos representantes dos partidos que o reconduziram; a reputação de quem aceita ser reconduzido no cargo a poucos meses das eleições; a reputação de quem já Governador do Banco de Portugal não colocou o lugar à disposição do novo poder político. Não há "confiança do público na eficácia e na diligência da supervisão bancária" que resista a governadores desta estirpe.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Para memória futura

por josé simões, em 04.03.17

 

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Passos diz que o governador do Banco de Portugal tem condições para cumprir o mandato.

 

]Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Os ilusionistas

por josé simões, em 12.01.17

 

 

 

Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, a 3 de Agosto de 2014: "A medida de resolução agora decidida pelo Banco de Portugal, e em contraste com outras soluções que foram adoptadas no passado, não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes". Passos Coelho, a 4 de Agosto: [A solução] é aquela que oferece, seguramente, maiores garantias de que os contribuintes portugueses não serão chamados a suportar as perdas". Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, a 7 de Agosto: "Aconteça o que acontecer ao Novo Banco, [o Estado] não vai ser chamado a pagar eventuais prejuízos. Isso tem de ficar muito, muito claro". Cavaco Silva, presidente da República, a 26 de Setembro de 2014: "A autoridade de supervisão, entre as alternativas que se colocavam, escolheu aquela que melhor servia o interesse nacional e que não trazia ónus para o contribuinte".