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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Descubra as diferenças

por josé simões, em 04.10.19

 

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Mais de 70% dos portugueses têm falta de dentes

 

Quase metade dos portugueses não foi ao dentista em 2017

 

 

Contribuintes perdoam €30 milhões para salvar clínicas Malo

 

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Os prémios de gestão da TAP

por josé simões, em 27.06.19

 

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Paulo Macedo, que é principescamente pago pelo contribuinte para fazer bem feito o trabalho para o qual é pago, vai receber um prémio de gestão por ter aplicado taxas e taxinhas a pensionistas, reformados, e funcionários públicos em todas as operações bancárias existentes na Caixa Geral de Depósitos e em todas as que no futuro vierem a ser inventadas, e por ter metido os depositantes a pagar ao banco para usar as suas economias, mal habituados que estavam a receber juros por emprestarem dinheiro à Caixa, vulgo depósitos. Muito bem.

 

E não, não há qualquer erro no título do post.

 

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O general e a tropa fandanga

por josé simões, em 09.06.19

 

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Se um desses quaisquer tropa fandanga responsáveis por decidir empréstimos de 3 500€ num balcão qualquer da Caixa Geral de Depósitos alegar que não se lembra do empréstimo que decidiu e que correu mal a gente até acredita, devem haver milhares de pedidos dessa ordem todos os dias, vai-se lá lembrar daquele especificamente?

Se o Governador do Banco de Portugal alega não se lembrar da autorização dada pelo banco central que governa para a entrada de Joe Berardo no capital do BCP, com um empréstimo contraído no banco do estado no valor de 350 milhões de €, mesmo que posteriormente corrija para não ter estado na reunião que o decidiu, está a mentir com quantos dentes tem na boca porque não é todos os dias em que um valor daquela ordem aparece em cima da mesa das reuniões.

E se Vítor Constâncio mentiu é porque tem/ tinha a clara noção de que o que estava a ser feito não era correcto. Tão simples quanto isto.

 

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"É tudo um putedo"

por josé simões, em 28.05.19

 

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Passam uns quantos cheques sem cobertura e têm o nome escarrapachado no sítio do Banco de Portugal e impresso em papel atrás do balcão de todas as lojas do país.

Atrasam-se num pagamento, qualquer que seja o motivo, que o Fisco só vê números de contribuinte não vê corações, e ficam com o nome em exposição no online das Finanças.

Injectamos 23,8 mil milhões na banca nos últimos 12 anos e a lista dos ladrões é "segredo de Estado", não autorizada a consulta pelo escudeiro dos banqueiros, em flagrante desrespeito pelos representantes eleitos pelas vítimas do roubo em eleições livres e democráticas, e que ainda se dão ao luxo de pagar com o dinheiro dos seus impostos o principesco salário a quem, no Banco de Portugal, devia ter por princípio último zelar pelos supremo interesse dos contribuinte e não por fechar os olhos ao fartar vilanagem dos banqueiros.

 

Como diria o malogrado "camarada" Arnaldo Matos, "é tudo um putedo".

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Gotham

por josé simões, em 12.05.19

 

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Gotham

 

 

[Imagem de António Cotrim/ Lusa]

 

 

 

 

Da qualidade da democracia

por josé simões, em 10.05.19

 

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Se as comissões parlamentares de inquérito em Portugal tivessem o mesmo peso institucional e o mesmo valor jurídico que as comissões de inquérito do Senado norte-americano os Berardos desta vida pensavam duas vezes antes de se deslocarem ao Parlamento para gozar com a cara de todos os portugueses que lhes garantem com esforço e sacrifício um nível de vida acima das suas possibilidades. [E não nos estamos propriamente a referir à foto que ilustra o texto].
 
 
 
 
 

Toda a gente sabe como começa

por josé simões, em 10.04.19

 

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Todas as privatizações de sectores estratégicos da economia começaram com uma abertura a "investidores" privados, a maioria do capital detido pelo Estado, e uma blindagem estatutária ou "golden share" a impedir o privado de ultrapassar 49% do capital da empresa ou da sociedade.

 

 

"Presidente do PSD admite que a Caixa Geral de Depósitos pode vir a ser alvo de privatização, mas mantendo a posição de maioria do Estado."

 

Rio defende que Estado mantenha maioria do capital, mas admite privados na CGD

 

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Do ponto de vista de quem passa 25 anos a trabalhar para pagar escrupulosamente o empréstimo que contraiu

por josé simões, em 03.02.19

 

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Independentemente da responsabilidade política e da responsabilidade dos políticos, nomeados administradores pelo cartão da universidade do partido, do ponto de vista de quem passa 25 anos a trabalhar para pagar escrupulosamente o empréstimo que contraiu e que de repente se encontra numa situação de desemprego, ou com salários em atraso, não interessa, numa situação de incumprimento, e vê o olho da rua como habitação e o banco a ficar-lhe com a casa, às vezes já paga, o resto eram os juros, dar de caras com Joe Berardo, um dos metralhas da Caixa Geral de Depósitos, na porta da Quinta da Bacalhoa a receber Manuel Luís Goucha com sorriso de orelha-a-orelha enquanto o contribuinte se desunha para injectar 13, 4 mil milhões de euros na banca.

 

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A "hipocrisia" do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda

por josé simões, em 26.01.19

 

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Sete - 7 - sete do PSD, quatro - 4 - quatro do PS, dois - 2 dois do CDS. O mui famoso e badalado "arco da governação", sem o qual Portugal ainda estava a sair do feudalismo. Acusa a direita radical o PCP e o BE de "hipocrisia" por quererem uma Comissão Parlamentar de Inquérito que não queriam à Caixa Geral de Depósitos.

 

[Na imagem manchete do Correio da manha em 26 de Janeiro de 2019]

 

 

 

 

Três F

por josé simões, em 07.06.18

 

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E, na operação "revitalizar o interior", fechamos a única agência bancária em Pedras Salgadas, do banco do Estado resgatado com o dinheiro do contribuinte.

 

Parabéns @selecaoportugal! Que seja um bom prenúncio para o Mundial #Russia2018 que aí vem! #Portugal está convosco.

António Costa, primeiro-ministro, no Twitter.

 

[Título do post e imagem]

 

 

 

 

E se fossem gozar com quem vos talhou as orelhas? Capítulo II

por josé simões, em 29.03.18

 

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A propósito do post "E se fossem gozar com quem vos talhou as orelhas?" diz-me o João Galamba no Twitter que "O retorno é sobre o investimento no banco que é do Estado, não nos bancos que não são". Pois bem, que seja. E então já que não há retorno do dinheiro do contribuinte, enterrado a fundo perdido num banco privado propriedade de um fundo abutre a quem o Estado pagou para ficar com o banco, porque é que não ficámos, nós, o Estado, o contribuinte, com ele como pretendiam Bloco de Esquerda e PCP?  Se era para ter prejuízo era preferível ficar com o banco do que pagar para o vender, certo? Ou nem por isso quando o medo e o respeitinho é muito bonito é condição para não invocar o interesse nacional e bater o pé a Bruxelas.

 

Se "O retorno é sobre o investimento no banco que é do Estado, não nos bancos que não são", ler a Caixa Geral de Depósitos, e uma vez que o dinheiro não se evapora de dentro dos cofres dos bancos, por que razão ou razões, o Estado, o dinheiro dos contribuintes, nós todos, os accionistas do banco do Estado, os tais que segundo o ministro Mário Centeno vão investir na mira do retorno, não podemos saber para onde é que foi o dinheiro que estava na Caixa e deixou de estar, para os bolsos de quem, e quem é que autorizou que o dinheiro passasse de um lado para o outro?

 

E se fossem gozar com quem vos talhou as orelhas?

 

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"Não podemos continuar a viver acima das nossas possibilidades"

por josé simões, em 26.03.18

 

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"Sem o efeito Caixa, o défice foi apenas de 0,9%, um valor que fica abaixo do previsto pelo Governo e supera já a meta traçada pelo Executivo para este ano."

 

Caixa faz défice de 2017 subir para 3%

 

"Não podemos continuar a viver acima das nossas possibilidades", Cavaco Silva em Maio de 2011, prontamente secundado pelo presidente do Lloyds Bank, Horta Osório, por Vítor Bento, conselheiro de Estado e o escolhido para presidir o BES, e por Pedro Passos Coelho no encerramento do XIV congresso regional do PSD-Madeira.

 

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Princípios básicos da ascenção do populismo

por josé simões, em 08.05.17

 

 

 

Porque assim as pessoas vão ficar a saber os nomes da[s] razão[ões] por detrás de não haver dinheiro para nada, nem para a saúde, nem para a educação, nem para pensões e reformas, enquanto continuam a ser impostadas e taxadas para pagar créditos ruinosos concedidos sem garantias que não fossem as do amiguismo, do compadrio e do clientelismo partidário, enquanto lhes apregoavam as virtudes das boas contas, da sobriedade e da vida regrada e austera.

 

CGD: Divulgar grandes devedores tem "efeitos extremamente perniciosos"

 

 

 

 

Por falar em populismo

por josé simões, em 27.04.17

 

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Se fosse o governo da direita radical a anunciar serviços da Caixa Geral de Depósitos em instalações de juntas de freguesia o PS fazia um escarcéu no Parlamento e "saía para a rua" como fez, por exemplo, com os serviços dos CTT depois da sua privatização, certo?

 

É que depois andamos todos muito assustados a debater a ascensão dos populismos na Europa por os eleitores, por saturação de contorcionismo e de double standards, já não se reverem nos partidos políticos todos iguais.

 

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Era só já o que restava no "pote"

por josé simões, em 14.03.17

 

 

 

Em 2015, depois de 4 - quatro - 4 anos passados sem que a questão da banca tivesse sido abordada em Conselho de Ministros, logo por azar o segundo "pilar" do memorando de entendimento com a Troila, Pedro Passos Coelho do programa do PSD "compatível com o memorando da Troika", o primeiro-ministro do "ir além da Troika", mostrava grande preocupação com a Caixa Geral de Depósitos, logo também por azar o banco do Estado.

 

Era só já o que restava no "pote" e havia que arranar uma forma de meter os contribuintes a pagar do seu próprio bolso a privatização.

 

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