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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O Brexit com um desenho

por josé simões, em 29.08.18

 

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A primeira página do The Independent

 

 

 

 

O MOTUS que sucedeu ao POTUS, Capítulo III

por josé simões, em 12.07.18

 

 

 

"O que acha do Brexit?"

"Li sobre isso nos últimos dois dias. Tenho lá muitas propriedades, ganhei as eleições por muito, os britânicos gostam muito de mim, enfim, ganhei um estado que o Reagan não ganhou. E é isso que acho do Brexit."

 

[Via]

 

MOTUS: Moron of The United States

 

Capítulo I

Capítulo II

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 07.12.17

 

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A primeira página do The National

 

 

 

 

Entretanto em Dover, England

por josé simões, em 07.05.17

 

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[Banksy]

 

 

 

 

"Rule, Britannia!"

por josé simões, em 03.04.17

 

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Governar para a turba. Talvez agora percebam para que serve, entre outras, uma União Europeia.

 

 

 

 

 

Dear Europe

por josé simões, em 30.03.17

 

 

 

Dear Europe is a collaborative video about the upcoming European elections and how lessons gleaned from Brexit and Trump, might relate. The piece was made by artists who call the US and the UK home. Turn on closed captions for French, Dutch and German and Italian!

Our hope was to impress upon our friends in Europe that the future is written by those who vote.

 

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 29.03.17

 

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A pro,eira página do The Guardian

 

 

 

 

 

E se um dia o Mail fizer primeira página a apelar ao voto no Chancellor Adam Sutler também vão abrir a boca de espanto?

por josé simões, em 04.11.16

 

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E toda a gente acha isto normal, II

por josé simões, em 05.10.16

 

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E toda a gente acha isto normal

por josé simões, em 05.10.16

 

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Tudo bem, portanto

por josé simões, em 12.07.16

 

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Os meus amigos ingleses, por acaso e só por acaso ingleses porque filhos de portugueses casados com netos de espanhóis, uns, ingleses, outros, porque netos de italianos, italianos de barba rija, que vir de Monte Cassino em 1945, a pé por uma Europa destruída pela II Guerra Mundial, até Newcastle, mesmo lá no norte, onde nunca há verão e o frio parte os ossos, não é propriamente fazer o Interrail ou ir de low cost visitar a muralha do Adriano, esses meus amigos ingleses votam pelo Brexit, não com medo das hordas de emigrantes que iriam assolar a costa da ilha, não por simpatia pelo Farage, antes pelo contrário, não pela chulice ao Estado social bife e ao NHS, não pelos subsídios para nada fazer e as reformas para a vida, mas por causa da 'dictatorship' de União Europeia e pelos não eleitos de Bruxelas, 'before it's too late'.


Duas semanas depois do Brexit ficamos a saber que 54% dos eleitores holandeses desejam um referendo sobre a permanência do país na UE e que 48% votariam para sair, exactamente no mesmo dia em que o Ecofin confirma as sanções para Portugal e Espanha pelo fracasso na implementação das políticas definidas pela tal 'dictatorship' de Bruxelas. E já é demasiado tarde..


Tudo bem portanto.


[Imagem]

 

 

 

 

Can you tell me where my country lies?

por josé simões, em 27.06.16

 

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No fundo tudo gira em torno do Estado social inglês, porque é de Inglaterra que falamos que isso do Reino Unido é modernice recente, e da subsídio dependência, que a há e muita, é ler o Mail, o jornal da classe média inglesa com um milhão de exemplares diários na rua vendidos e que fez a campanha pelo Brexit e uma caça diária aos pimps do dinheiro do contribuinte.


Das casas pagas pelo Council, da água e da luz pagas pelo Council, das mães solteiras em casa, pagas por cada filho que tenham até à hora da morte, desde que [oficialmente] não trabalhem nem [oficialmente] voltem a casar, das casas pagas e/ ou subsidiadas pelo Council aos casais e aos casais com filhos e aumentando proporcionalmente quantos mais filhos, do NHS orgulho, praticado por médicos e enfermeiros maioritariamente estrangeiros [deixado a milhas de distância pelo SNS português em qualidade de atendimento e serviços prestados e com menos propaganda patrioteira].


Dos emigrantes, desde o Horta-Osório ao anónimo empregado de balcão em Brixton ou à empregada da limpeza em Kensington, para uma empresa de trabalho temporário, a fazerem o trabalho que os bifes não querem fazer e que lhes permite o golfe na Quinta do Lago ou as bebedeiras em Albufeira, e que usufruem de todas as regalias, direitos e garantias oferecidos pelo Estado inglês, em pé de igualdade com os ingleses, sejam eles ingleses manhosos-calaceiros da subsídio dependência, ou com os emigrantes manhosos-calaceiros da subsídio dependência, é tudo emigrante e nem tudo é inglês.

 

Das reformas e pensões para a vida no início da vida desde que cumpridos os mínimos exigidos e desde que se saiba movimentar dentro do sistema e invocar a doença ou a maleita certa.


Foi isto que foi a votos, foi com isto que as pessoas votaram e é uma chatice do caraças porque afinal nem a Margarida foi assim a liberal e o terror dos malandros que a direita radical evoca, nem a liberal e desmanteladora do Estado social que a esquerda [eu incluído] aponta. Imaginemos então como é que era o Estado social inglês antes da dama...


"Can you tell me where my country lies?" said the unifaun to his true love's eyes. "It lies with me!" cried the Queen of Maybe - for her merchandise, he traded in his prize.


Selling England by the Pound

 

 

 

 

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Foi assim

por josé simões, em 26.06.16

 

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Bild, Alemanha

 

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Daily News - New York, USA

 

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La Tercera, Chile

 

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El Correo, Espanha

 

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Diário de Noticias, Portugal

 

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Dziennik, Polónia

 

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L’ Unità, Itália

 

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NRC Handelsblad, Holanda

 

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Corriere della Sera, Itália

 

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Der Spiegel, Alemanha

 

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L'Echo, Bélgica

 

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Die Tageszeitung, Alemanha

 

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The New Yorker, USA

 

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Libération, França

 

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Algemeen Dagblad, Holanda

 

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Daily Mirror, UK

 

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Época, Brasil

 

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El Economista, México

 

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Dagens Nyheter, Suécia

 

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El Comercio, Perú

 

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The Economist, UK

 

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NRC • Next, Holanda

 

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The Sydney Morning Herald, Austrália


[Quase todas as capas do Brexit]

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 25.06.16

 

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Ângelo Alves, do Partido Comunista Português, considera que o referendo britânico expressa a oposição ao processo capitalista imposto pela União Europeia.


[Imagem]

 

 

 

 

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Ganhou o Chancellor Adam Sutler

por josé simões, em 24.06.16

 

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Ganhou o Chancellor Adam Sutler e o next step talvez seja reerguer a Muralha de Adriano para proteger a ilha dos bárbaros a norte que a sul está lá o canal desde sempre e a RAF nos ares. E Já que de "Dieselboom" a Tusk, passando por Juncker e Schäuble, ninguém é homenzinho com H grande para seguir o mesmo caminho do aprendiz de feiticeiro Cameron, ao menos que sirva para refundar a União Europeia, no sentido de a tornar numa organização democrática, governada por dirigentes eleitos, liberta de tratados castradores que impõem aos Estados membros políticas que não escolheram e que não podem recusar, uma espécie de Catch 22 da governação económica e política, e que regresse às origens, à Europa do[s] Estado[s] social[ais], dos direitos, liberdades e garantias, e não a Europa bandeira da City e do neoliberalismo contra os povos que a integram, ou aguardar que o referendo seja repetido, tantas vezes quantas as necessárias, até que os 'bifes' digam aquilo que interessa à Europa que digam como é tradição na União Europeia, para que tudo fique na mesma, de "Dieselboom" a Tusk, passando por Juncker e Schäuble. Keep calm.


[Imagem]

 

 

 

 

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