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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O porco na chafurda, VI

por josé simões, em 07.01.21

 

 

 

O porco na chafurda, curiosamente com os mesmos movimentos de mãos de Trump, ofendido por Marisa Matias lhe ter chamado cobarde e vigarista, exactamente um dia depois de ter chamado a Marcelo Rebelo de Sousa o "Presidente dos bandidos". O porco na chafurda, nunca interrompido por Clara de Sousa, constantemente a interromper Marisa Matias com a complacência de Clara de Sousa. Clara de Sousa, pivot do grupo de comunicação social - Grupo Impresa, neste momento "Enemy of the people".

 

O porco na chafurda, Capítulo V

 

 

 

 

Quando o underground passa a mainstream

por josé simões, em 15.12.20

 

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Quando preto, que trabalha sempre no lixo, aparece no cartaz da candidatura presidencial de Marisa Matias, ganha visibilidade dentro da farda por acaso, por descuido ou de propósito?

 

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Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 28.10.20

 

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No dia 10 de Outubro de 2019 a imprensa dava conta que o "PS recusa acordos para a legislatura e vai negociar orçamento a orçamento".

 

No dia 28 de Outubro de 2020, dois anos depois mais uns pozinhos, Ana Catarina Mendes, no discurso de encerramento do debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2021, imediatamente antes da votação, num exercício de propaganda e manipulação, recorre ao golpe baixo da mentira e, em directo para todo o país, acusa o Bloco de em Outubro de 2019 ter recusado um acordo para a legislatura preferindo negociar orçamento a orçamento.

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto.

 

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O estado da Nação, II

por josé simões, em 27.10.20

 

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Malgrado a barragem de propaganda nos media, pela opinião publicada e falada nas duas semanas que antecederam o debate do Orçamento do Estado, no sentido de atribuir a culpa de uma hipotética crise política ao Bloco de Esquerda, os 30 minutos do discurso de abertura de António Costa são gastos, que é diferente de usados, a justificar-se.

 

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O estado da Nação, Capítulo I

 

 

 

 

Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 27.10.20

 

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Catarina Martins a fazer o pleno da crítica, do PS ao CDS passando pelo PSD, papagaios e cartilheiros avençados com lugar cativo no comentário em prime time, por o Bloco de Esquerda exigir e lutar por um Serviço Nacional de Saúde melhor e mais eficiente do que o que temos.

 

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O estado da Nação

por josé simões, em 26.10.20

 

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Segundo a generalidade da comunicação social, mais os paineleiros-comentadeiros com lugar cativo nas "análises à jornada" e cartilheiros diversos vertidos à paisana disfarçados de independentes, o Bloco de Esquerda é irresponsável, não tem sentido de Estado, e até chama a direita como em 2011 [escamoteando que a direita em 2011 foi chamada pelo voto nas urnas], por não abdicar dos seus princípios ao não se abster, ou até votar favoravelmente o Orçamento do Estado para 2021, apresentado por um Governo minoritário do Partido Socialista que, com truques de ilusionismo e a cumplicidade da generalidade da comunicação social, não abdicou dos seus princípios numa encenação de negociação e cedências, não se coibindo com isso de chamar a direita sabendo de antemão do voto contrário do Bloco de Esquerda. #TINA #OE2021

 

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Socorro que vem aí o diabo!

por josé simões, em 23.10.20

 

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Argumentar que um eventual chumbo do Orçamento do Estado pelo Bloco de Esquerda é chamar Passos Coelho - o agregador da direita, para lhe entregar o poder de volta, tal e qual o chumbo do PEC IV de Sócrates, é só má-fé argumentativa e deliberadamente ignorar que Passos Coelho foi a votos, que ganhou em eleições livres e democráticas, que nem o PCP nem o Bloco metem quem quer que seja a governar, e fazer de conta que António Costa não se meteu no buraco onde se encontra quando disse "No dia em que a sua subsistência depender do PSD, este Governo acabou" e que agora, com a cumplicidade dos media e dos paineleiros-comentadeiros com lugar cativo, atira o ónus da culpa para os ex-parceiros da 'Geringonça' e espera que se anulem e abdiquem dos seus princípios em função do Governo minoritário PS, numa espécie de TINA 2.0?

 

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Rewind/ Fast Forward

por josé simões, em 21.10.20

 

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E voltamos ao ponto de partida que é o de um partido que se reclama da esquerda e que passou 40 dos 46  anos da democracia a governar à direita, com os votos da direita ou em coligação com a direita, a acusar a esquerda de votar com a direita no Orçamento do Estado.

 

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Da série "Coisas Verdadeiramente Estúpidas"

por josé simões, em 23.04.20

 

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Directamente para o primeiro lugar do top of the pops das "coisas verdadeiramente estúpidas", o "Manual de Instruções" do Bloco para cantar a "Grândola" à janela.

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 10.03.20

 

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A esquerda não pode de todo contentar-se em reduzir o fator exógeno da crise sanitária à crise economista capitalista endógena. Deve ter em linha de conta a crise sanitária em si e desenvolver propostas para a combater de forma social, democrática, anti-racista, feminista e internacionalista.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

As coisas como elas são

por josé simões, em 08.09.19

 

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O problema de António Costa com a não obtenção da maioria absoluta que jura a pés juntos não querer é "um PS fraco e um Podemos forte" que foi precisamente o que permitiu a António Costa ser primeiro-ministro.

 

[Gloria Swanson & Rodolfo Valentino, Museo Nazionale del Cinema,Torino]

 

 

 

 

E ainda só vamos no aquecimento

por josé simões, em 01.09.19

 

 

 

Durante o debate #CatarinaBem #CatarinaMal na TVI, com Catarina Martins do Bloco de Esquerda, o Twitter esteve especialmente activo através de inúmeras contas falsas, com zero ou pouco mais que um ou dois seguidores, contas na sua maioria criadas nos últimos dias, a votarem desalmadamente #CatarinaMal ou com tweets negativos sobre a líder do BE. Nalgumas das contas que não apagaram posteriormente os tweets também é possível encontrar o mesmo tipo de actividade durante o debate com António Costa do Partido Socialista. E ainda só vamos no aquecimento.

 

O Tiago Teixeira deu-se ao trabalho de fazer aquele que devia ter sido o trabalho da TVI e identificou algumas das contas.

 

 

 

 

Perder uma boa oportunidade de ficar calado

por josé simões, em 24.08.19

 

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António Costa fez uma encomenda ao Expresso para falar... dos outros e conseguiu a proeza de catapultar o Bloco de Esquerda para segunda força política e alternativa de governo, enquanto recordava os mais esquecidos que, com ele como ministro de um governo PS, em 19 anos o poder de compra dos portugueses baixou. Muito bem.

 

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As ratazanas de esgoto

por josé simões, em 27.04.19

 

 

 

Um ex juiz, activista político, sem respeito pelo Estado de direito e pela presunção da inocência até à condenação em tribunal e trânsito em julgado, vem ao país dos bardamerdas, como ministro da Justiça de um país estrangeiro, fazer comentários e tecer considerações sobre o sistema judicial e de justiça de um país soberano sem que as ratazanas de esgoto, que são, mostrem grandes sintomas de urticária. Já o bloco do Bloco de Esquerda na manif do 25 de Abril a cantar que o lugar de Bolsonaro é ao lado de Salazar, o que, em abono da verdade, até o próprio não deve desdenhar, isso é que não pode ser, isso é que é sintoma grave de anti-democracia e desrespeito por um país soberano.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Vamos lá a ver se a gente se entende

por josé simões, em 25.03.19

 

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Se o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas e os Chefes de Estado-Maior dos três ramos das Forças Armadas são nomeados pelo Presidente da República, por indicação do Governo, saído do Parlamento em eleições livres e democráticas;

Se dez dos treze juízes do Tribunal Constitucional são eleitos pela maioria qualificada de dois terços dos deputados à Assembleia da República, eleitos em eleições livres e democráticas;

Se o Presidente do Tribunal de Contas é nomeado pelo Presidente da República, sob proposta do Governo, saído do Parlamento em eleições livres e democráticas;

Se tudo isto é sinónimo de maturidade, da qualidade da democracia, da transparência e isenção da vida política, porque é que a nomeação do presidente da RTP pelo Parlamento, eleito em eleições livres e democráticas, é sinónimo de obediência a agenda política e partidarização da televisão pública?