Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Os inimputáveis do Orçamento do Estado

por josé simões, em 01.03.18

 

wilma.jpg

 

 

Mil e oitocentos - 1 800 - mil e oitocentos funcionários desde a cruiação do Euro, número inalterado apesar da perda de competências; uma média salarial de 5 mil euros, com 15 mil para o Governador e 1, 3 milhões para advogados; dez milhões - 10 - dez milhões em consultorias externas; tudo a expensas do contribuinte, sem que o Governo, que administra o Estado aka o contribuinte, possa dizer de sua justiça, a bem da independência do Banco de Portugal face ao poder político, para, no final das contas feitas, o tribunal anular "a acusação do Banco de Portugal contra Ricardo Salgado e Amílcar Pires, no processo de contraordenação pela ausência de medidas de prevenção de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo em unidades do BES no estrangeiro". Com o dinheiro dos outros também sou muito independente e muito incompetente e muito senhor do lugar que ocupo.

 

 

 

 

Na SIC todo o jornalismo começa a ser pardo

por josé simões, em 07.02.18

 

Lost in the Wasteland.jpg

 

 

Nos idos de Novembro do Ano da Graça de 2014 o Esquerda.Net e o Jornal de Negócios, ambos no mesmo dia 7 [aquiaqui respectivamente] fizeram notícia com o graaaaaaande furo jornalístico que ontem, 4 - quatro - 4 anos depois, a SIC nos enfiou casa dentro, com direito a debate na SIC Notícias e tudo, e que terminou com o fantabulástico Zé Gomes a desculpar o Governador do Banco de Portugal, classificando-o de ingénuo, enquanto culpava o ministro Vieira da Silva pela não apresentação de contas do Montepio Geral [mas isso são contas de outro rosário, o rosário da filha da putice] . Era só isto.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O espelho retrovisor de Assunção Cristas

por josé simões, em 08.01.18

 

Rear-view mirror.jpg

 

 

A banhos no Algarve, enquanto assinava de cruz a [re]solução para o BES congeminada por Carlos Costa, excelentíssimo Governador do Banco de Portugal, Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro, e Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, sem custos para o contribuinte, juraram a pés juntos.

 

Fundo de Resolução dá como perdidos os €4,9 mil milhões injectados no Novo Banco em 2014

 

 

 

 

Chapéu!

por josé simões, em 03.04.17

 

Brad Phillips.jpg

 

 

Tiro o meu chapéu a esta direita que, depois de quase 5 anos de Governo a esconder a banca da troika, a adiar uma solução para não sujar a saída limpa, a lavar as mãos atrás do biombo do Banco de Portugal para não comprometer a campanha eleitoral, a ter um vendedor, amigo, para o BES, repescado entre os secretários de Estado desempregados do Governo pelo Governador, amigo, reconduzido no Banco de Portugal, não só fazer passar para a opinião pública que tudo isto é obra dos socialistas, do Governo socialista, da esquerda radical, da Geringonça, como ainda meterem o primeiro-ministro e o ministro das Finanças a defender a solução. Chapéu!

 

[Imagem]

 

 

 

 

Não me lembro de ter visto isto nos telejornais...

por josé simões, em 27.03.17

 

naperon.jpg

 

 

O Governador do Banco de Portugal, que não vê motivos para abandonar o salário o posto,  reconduzido no cargo pelo primeiro-ministro, que não via necessidade de discutir em conselho de ministros o sector bancário, dos bancos resolvidos de cruz via e-mail com os pés de molho a partir do Algarve.

 

Portugal tem vindo a pagar a factura da decisão do Banco de Portugal sob a forma de juros mais altos na dívida soberana, dificuldade na venda de activos e maiores custos no financiamento da banca.

 

Não compramos Portugal. Não compramos dívida portuguesa. Vamos manter essa proibição com disciplina.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Os malucos do riso

por josé simões, em 13.03.17

 

coum kate.jpg

 

 

Não há responsabilidade política do "doutor Paulo Núncio" [deve, rapidamente, schnell, schnell, reassumir os cargos, importantíssimos, a que renunciou no CDS?] mas a haver responsabilidade política essa é de Pedro Passos Coelho e numa matéria muito mais grave e importante e que só vagamente foi abordada em Conselho de Ministros, "fazia parte da visão do primeiro-ministro", e ainda por cima foi enganada por Maria Luís Albuquerque, já que estava de férias e assinou de cruz por confiar na palavra.

 

É neste espécime que o PSD pondera votar para a Câmara de Lisboa nas eleições autárquicas que se avizinham.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

"A credibilidade do banco de Portugal"

por josé simões, em 06.03.17

 

in flames.png

 

 

"A credibilidade do Banco de Portugal". Carlos Costa faz-de de desentendido e desvia o foco com um "defender a reputação" do Banco de Portugal quando o que está em causa é a reputação do Governador do Banco de Portugal, nada de misturas, galdeiragem à parte, como diz o pagode. A reputação do Governador que aceitou ser reconduzido no cargo depois do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso BES, com conclusões nada abonatórias para a sua pessoa, assinadas pelos representantes dos partidos que o reconduziram; a reputação de quem aceita ser reconduzido no cargo a poucos meses das eleições; a reputação de quem já Governador do Banco de Portugal não colocou o lugar à disposição do novo poder político. Não há "confiança do público na eficácia e na diligência da supervisão bancária" que resista a governadores desta estirpe.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Para memória futura

por josé simões, em 04.03.17

 

boom.jpg

 

 

Passos diz que o governador do Banco de Portugal tem condições para cumprir o mandato.

 

]Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

"Não há problema nenhum"

por josé simões, em 03.03.17

 

 

 

E depois disto o senhor continua como director-adjunto, com programa semanal de autor e a dar a sua douta opinião, todos os dias e a todas as horas, sobre tudo o que mexe à face do planeta. Já lá vão quase 3 anos.

 

[Via]

 

 

 

 

 

Infelizmente não é só no FMI

por josé simões, em 05.08.16

 

horrors.jpg

 

 

Mas em todos os aspectos e em todas áreas da vida dos portugueses, para o caso.
De um burro carregado de livros ser um doutor, passando pelo "foge cão" do tratamento por doutor a todo e qualquer burro, até a todo o doutor, senhor ou não, carregado de gravatas e a debitar o que a opinião privada gosta de ouvir, brincar impunemente com o dinheiro dos outros, dos que não são doutores nem têm para onde fugir, nem sequer supervisão prudencial ou interesseira ou comprometida que zele pelos seus interesses.


Quedas do BES e do Banif podiam ter sido evitadas


"pruridos ideológicos" e "elevado status social de alguns banqueiros”


[Imagem]

 

 

 

 

Viver acima das possibilidades

por josé simões, em 02.06.16

 

shark.jpg

 

 

Apoio à banca custou 20 mil milhões de euros aos contribuintes


[Imagem]

 

 

 

 

||| A direita que temos

por josé simões, em 19.02.16

 

biombo.jpg

 

 

Quando um caso de manifesta [in]competência e de gritante [i]responsabilidade, ainda para mais com reflexos directos na imagem de país, no Orçamento do Estado e no bolso dos portugueses, vai, invariavelmente, desaguar numa questão de "asfixia" e "claustrofobia" e de "jobs for the boys", estamos conversados sobre a qualidade e o nível da direita que temos e quem na realidade foi/ é o boy com job que urge preservar.


[Para bom entendedor uma imagem basta. O biombo foi encontrado aqui]

 

 

 

 

||| "Está preocupado com o estado da banca em Portugal? Não, não, não estou"

por josé simões, em 07.01.16

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

||| A vaquinha

por josé simões, em 16.12.15

 

cow-butt-plug.jpg

 

 

Quase tão importante como a interrogação de Jerónimo de Sousa hoje no debate no Parlamento, "onde é que está o dinheiro a perder de vistas ganho com os juros do erário público empatado no fundo de resolução?" é saber em que teta ponto é que está a "vaquinha" que Pedro Passos Coelho se propôs encabeçar para ajudar os lesados do BES.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Pornografia

por josé simões, em 05.11.15

 

spank me.jpg

 

 

Pornografia é, por todos os motivos legais e mais alguns, alguém não ver devolvidos os 90 mil que, levado ao engano, investiu num banco falido pelo senhor que recebe 90 mil de pensão do banco que faliu.
Que o fundo de pensões não é o banco nem o banco é o fundo de pensões e que o dinheiro do fundo de pensões não é pago pelo contribuinte. Do fundo de pensões "esburacado".
Tal e qual o BES não era o GES nem o GES era o BES e as pessoas que tirem o cavalinho da chuva porque não tiveram uma carreira contributiva que justifique os 600€ mensais que recebem de reforma da Segurança Social, dito por um fulano que não sabia que tinha de descontar para a dita como forma de esta poder continuar a pagar os 600€ de pensões que as pessoas não podem continuar a receber porque para tal não descontaram.