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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| E fizeram muito bem

por josé simões, em 27.05.15

 

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Porque, como é por todos sobejamente sabido, a função da UTAO é fiscalizar o programa eleitoral dos partidos da oposição e não essas minudências do impacto no Orçamento do Estado e no défice  das isenções e benefícios fiscais concedidos aos bancos pelo Governo com o dinheiro que deixa de entrar no monte dos impostos dos contribuintes que não chega para nada nem para a saúde nem para a educação nem para as pensões e reformas que é preciso cortar por causa da sustentabilidade da Segurança Social e  a cada um consoante as suas possibilidades e os bancos já foram por demais massacrados com um esforço árduo no contributo para tirar o país do buraco onde os malandros dos socialistas keynesianos o meteram porque os bancos fizeram-se foi para financiar a economia ao contrário do que alguns acreditam e que é só para sacar dinheiro à economia e distribuir dividendos pelos accionistas e investidores .


«Maioria recusa divulgar valor de isenções fiscais ao Novo Banco e chumba avaliação pela UTAO


A oposição queria que a UTAO ajudasse a saber o valor dos benefícios fiscais atribuídos ao Novo Banco mas a maioria PSD/CDS travou o pedido. Até agora Governo atribuiu isenções de 85 milhões de euros.»


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| É fazer as contas

por josé simões, em 20.12.13

 

 

 

O público-alvo do Governo PSD/ CDS-PP.

 

«Governo esconde benefícios fiscais de 1045 milhões a grandes grupos económicos»

 

Ainda alguém se lembra do dia 5 de Junho do Ano da Graça de 2011?

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

 

|| Isto não faz sentido nenhum

por josé simões, em 22.06.13

 

 

 

Nem é só o desinvestimento na Educação e na escola pública, mas os cortes orçamentais na Edução, os cortes nos apoios sociais e os aumentos das propinas. Criar um ensino superior para uma elite com poder económico, uma elite que pode pagar os estudos aos filhos, os portugueses de primeira, o sô-tôr dos idos de Salazar, os outros, os portugueses de segunda, que saibam juntar umas palavras e contar, que para o ensino profissional, para trabalhar num ofício qualquer ao preço da China, ou para andar para aí aos trambolhões com contratos precários e apalavrados, de mais não precisam. Fazer desta geração, que termina agora o ensino superior, a última – a última – geração que usufruiu de formação académica de acesso plenamente democrático.

 

E depois as políticas que destroem a economia, provocam falências, promovem o desemprego e a recessão, a emigração massiva dos outros, dos portugueses de segunda, os que vão fazer falta, mais os seus ofícios, para trabalhar ao preço da China, porque ninguém é tolo podendo trabalhar na Alemanha ao preço da Alemanha, e a fuga da tal geração mais bem formada de sempre e de acesso pleno ao ensino, alguns antecipando outros seguindo, o caminho das empresas que deslocalizam para zonas da Europa e do globo com custos de produção mais competitivos, uma justiça mais célere, uma fiscalidade menos pesada, que o que aqui pesa menos é o peso dos salários senão por cá ficavam.

 

Uma tendência que agora quer ser combatida por via de decreto. Benefícios fiscais para empresas que contratem doutorados. Belmiro de Azevedo, Alexandre Soares dos Santos, e Henrique Granadeiro agradecem. Assim como assim eles já lá estão, nas caixas rtegistadoras e como repositores nos hiper, agarrados ao auscultador do telefone no call center, mesmo sem os ditos benefícios.

 

Isto não faz sentido nenhum. Mais uma medida deste Governo Passos Coelho/ Paulo Portas que não faz sentido nenhum.

 

[Imagem "Cuts you up"]