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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O general e a tropa fandanga

por josé simões, em 09.06.19

 

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Se um desses quaisquer tropa fandanga responsáveis por decidir empréstimos de 3 500€ num balcão qualquer da Caixa Geral de Depósitos alegar que não se lembra do empréstimo que decidiu e que correu mal a gente até acredita, devem haver milhares de pedidos dessa ordem todos os dias, vai-se lá lembrar daquele especificamente?

Se o Governador do Banco de Portugal alega não se lembrar da autorização dada pelo banco central que governa para a entrada de Joe Berardo no capital do BCP, com um empréstimo contraído no banco do estado no valor de 350 milhões de €, mesmo que posteriormente corrija para não ter estado na reunião que o decidiu, está a mentir com quantos dentes tem na boca porque não é todos os dias em que um valor daquela ordem aparece em cima da mesa das reuniões.

E se Vítor Constâncio mentiu é porque tem/ tinha a clara noção de que o que estava a ser feito não era correcto. Tão simples quanto isto.

 

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Se o Estado dá o exemplo

por josé simões, em 17.06.16

 

 

 

Se o Estado dá o Bom / Mau exemplo [riscar o que não interessar] com a circulação entre o privado e o Estado de quem negociou as PPP com o Estado na qualidade de administrador de consórcios privados e depois renegoceia as mesmas PPP com os consórcios privados na "defesa" do interesse do Estado...


Estado exige destituição de árbitro que está a julgar fim do TGV


Ligações de Carneiro da Frada ao BCP, accionista e financiador do consórcio privado que moveu o processo, levam Governo a pedir o seu afastamento.

 

 

 

 

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||| E no entanto ele não se move

por josé simões, em 21.03.16

 

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Dois – 2 – Dois meses foi exactamente o tempo que levou até Pedro Passos Coelho fazer standby à "social-democracia, sempre!" e regressar ao sítio de onde nunca tinha saído: o liberalismo acéfalo do "aliviar o peso do Estado da economia" desde que o Estado seja o português, fazendo o precurso exactamente contrário aos liberais de pacotilha que, ao sentirem a s barbas a arder, atribuiram uma Pátria à cor do dinheiro.


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||| PAF TREK. Episódio 1 - O Plano Juncker

por josé simões, em 24.02.16

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

||| "Ninguém está acima da Lei"

por josé simões, em 03.04.14

 

 

 

O infeliz, porque injustiçado, Jardim Gonçalves:

 

«O advogado de Jardim Gonçalves, Manuel Magalhães e Silva, confirmou a decisão de arquivamento. Em declarações ao Expresso, afirmou que Jardim Gonçalves "lamenta que o processo tenha sido dado por concluído desta forma. Lamenta ainda a falta de capacidade revelada pelo Banco de Portugal, para que este caso não tenha sido efectivamente julgado de forma definitiva em tempo útil

 

E agora a suspeição vai ficar a pairar, como um nuvem sempre a chover por cima dele, para todo o sempre, até ao fim dos dias da sua vida.

 

Três semanas depois de o infeliz, porque injustiçado, Jardim Gonçalves ter sido impedido de provar a sua inocência na barra do tribunal:

 

«O presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares, reconheceu nesta quinta-feira que existe a possibilidade de prescrição total do processo contra-ordenacional contra antigos administradores do BCP, criticando os esforços da defesa para arrastar o processo.

 

"Se tal acontecer, é grave", salientou aos deputados Carlos Tavares, apontando para os "expedientes dilatórios" criados pelos advogados de defesa dos arguidos para prolongar o processo interposto pela CMVM contra ex-gestores do BCP nos tribunais.»

 

Mas podemos todos dormir descansados porque "acabou o tempo em que havia impunidade":

 

«Um padeiro foi condenado pelo Tribunal de Vila Nova de Gaia por ter roubado 70 cêntimos ao patrão. O homem, de 54 anos, que nega o furto, não foi despedido por ser considerado bom funcionário.»

 

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||| "Acabou o tempo da impunidade" [*]

por josé simões, em 16.03.14

 

 

 

O líder, actual, do partido que tem quase tantos anos de democracia quantos os anos de União Nacional faz-se de surpreendido por o cidadão comum do tempo da União Nacional continuar a ser o cidadão comum no tempo da democracia e por o cidadão da União Nacional continuar a ser o cidadão da União Nacional, convertido à democracia, no partido que tem quase tantos anos de democracia quantos os anos de União Nacional. São "acidentes", os privilégios. Ter sido nas Caldas foi uma homenagem à tentativa de golpe de Estado de 16 de Março de 1974.

 

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"Ninguém está acima da Lei" [*]

 

 

 

 

 

 

||| Frantic

por josé simões, em 07.03.14

 

 

 

"a falta de capacidade revelada pelo Banco de Portugal para que este caso não tenha sido efectivamente julgado de forma definitiva em tempo útil."

 

Certamente pelo mediatismo, pela sede de protagonismo, pela velocidade estonteante das suas participações em conferências e palestras, das suas aparições em telejornais a dizer de sua justiça sobre tudo o que respira, à face da terra e debaixo de água, faltou tempo a Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal e antigo director da área internacional do BCP, para supervisionar o processo.

 

 

 

 

 

|| Coisas que deviam deixar qualquer cidadão de bem seriamente preocupado

por josé simões, em 10.05.13

 

 

 

No país do BPN, do BPP, do BCP, e dos caos e rumores que volta e meia surgem à roda do BES e da "família" BES, «'banqueiro milionário' entende-se que não tem qualquer característica criminal»

 

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|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 09.05.13

 

 

 

O personagem que recebeu 384 mil euros em 2012 para administrar um banco intervencionado pelo Estado, defende que as empresas possam reduzir temporariamente os salários aos seus empregados e também uma "forte redução" das contribuições das empresas para uma Segurança Social. A mesmíssima Segurança Social, cada vez mais descapitalizada, para onde quer enviar, ao arrepio da Lei, os 600 trabalhadores [mais "adicionais"] que tenciona despedir do banco que administra.

 

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|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 10.04.13

 

 

 

Nuno Amado, que preside a um banco que só existe porque recebeu do Estado uma injecção de 3 mil milhões de euros, classifica a reacção do Governo ao Acórdão do Tribunal Constitucional como "uma decisão correcta e ajustada" porque é preciso agarrar a oportunidade e diminuir o peso do Estado na economia.

 

 

 

 

 

 

|| Isto não passa tudo de uma brincadeira de mau gosto, certo?

por josé simões, em 03.03.13

 

 

 

O dia em que soubemos que uma desempregada com 49 anos de idade e 30 de descontos para a Segurança Social, com um filho a cargo, recebe € 8, 91 [oito euros e noventa e um cêntimos] mensais de Rendimento Social de Inserção [a partir do minuto 27:55], foi o mesmo dia em que soubemos que o «ex-presidente do Banco Comercial Português (BCP) Filipe Pinhal vai liderar o Movimento dos Reformados Indignados».

 

Uma história de dignidade e outra de falta dela.

 

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|| O[s] público[s]-alvo do Governo

por josé simões, em 03.01.13

 

No mesmíssimo dia em que o Governo avança com a «proposta de redução das indemnizações para 12 dias por cada ano de trabalho», o BCP, banco intervencionado pelo Estado, «ofereceu aos trabalhadores que aceitarem sair 1,7 vencimentos por cada ano de trabalho», ao mesmo tempo que, com o aval do Governo dos "12 dias", reencaminha para uma Segurança Social, "descapitalizada" e sem dinheiro para nada, nas palavras do próprio Governo, a cortar a eito, na duração e no valor, em tudo o que é subsídio e comparticipação, 600 rescisões amigáveis, directamente para o subsídio de desemprego. Este Governo não tem pena de 600 futuros desempregados, este Governo é amigo dos bancos. Mas isso já toda a gente sabe. Ou pelo menos devia saber, passado que é um ano e meio.

 

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|| A gente também vê filmes amaricanos no cinema e séries amaricanas no AXN

por josé simões, em 08.10.11

 

 

 

Aliás, a gente não faz mais nada que ver filmes e séries passados em tribunais.

Segundo nos é dado a perceber as provas não são forjadas nem falsificadas, o que lá consta não é mentira, simplesmente as provas foram obtidas de forma ilegal.

 

Estou satisfeito pois foi feita justiça, nomeadamente na parte que me diz respeito” […] “Sofri quase quatro anos de uma forma totalmente injusta”. […]

“a justiça foi feita

 

Parafraseando o Vasco Santana: “Compreendi-te!”

 

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|| No país da “ética republicana”

por josé simões, em 13.12.10

 

 

 

 

 

Hoje as aberturas dos telejornais  tinham sido com pedidos de demissão.

 

(Imagem Banana Boats by Jacob Dahlstrups)

 

 

 

 

 

 

 

 

|| CCleaner

por josé simões, em 13.12.10

 

 

 

 

 

A instalar com urgência (até ver e enquanto se aguardam os loops dos editoriais nos jornais e dos posts nos blogues sobre "traição" e "irresponsabilidade" do senhor australiano ) no BCP e no Ministério dos Negócios Estrangeiros. (Download gratuito).

 

(Em stereo)