Unite against oppression!
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Primeiro autorizaram que os clubes de futebol fossem propriedade privada com os palermas, de seu nome adeptos, relegados para a bancada no papel de batedores de palmas e assobiadores com cartão de sócio. Era para "salvar o futebol".
A seguir autorizaram que os jogadores fossem propriedade de agências, fundos de investimento, investidores privados, sediados em offshores, com operações opacas. Era para "salvar o futebol".
Depois começaram a negociar direitos de transmissão televisiva, com jogos a dias e horas que não lembra a quem já tenha jogado alguma coisa na vida que não só futebol. Era para "salvar o futebol". Até chegar ao ponto de, para "salvar o futebol", organizar mundiais de futebol em regiões do globo com temperaturas médias a oscilar entre os 40 e 50 graus centígrados e com total desrespeito pelos direitos humanos.
Agora, "para salvar o futebol", 12 clubes patrocinados pela JP Morgan avançam com a criação de uma super liga europeia, e saltou toda a gente, de políticos a jogadores e ex-jogadores, passando por treinadores, jornalistas, sócios - os mesmos que não viram nada de anormal em o seu clube ser propriedade de um qualquer oligarca russo ou sheik do petróleo, presidentes de outros clubes, a berrar "QUEREM MATAR O FUTEBOL!". Lamentamos mas o futebol morreu lá atrás, no momento em que passou a ser só circo. E circo por circo que venha a tal super liga.
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barcelona opera house reopens with a concert for more than 2,000 plants
Sign O' The Times, Capítulo XLI
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As coisas eram mais simples, ia escrever "fáceis", nos idos de um PIDE na ombreira da porta da frente ou das sombras dos bufos em cada pedra da calçada, a dar fé de quem parava para conversar à janela, da chegada do pitrolino, da passagem do almeida [se o Google não vos disser perguntem aos vosso avós o que era] da subida das escadas pelo homem do gás, contra a entrega do vasilhame, da botija vazia. Compras uma levas uma, compras duas levas duas, ninguém comprava duas e ainda havia fogões a petróleo e ferros de engomar a carvão, Setúbal anos 70. Sucking in the 70s. O medo. O terrorismo de Estado sobre os cidadãos.
Agora nunca ficamos pendurados a meio do banho [praise natural gas! importado de terras do califado para terras do califado] mas continua a ser compras uma levas uma, mesmo que se vá a Espanha, por ser mais barato, e se atravesse a fronteira que já não há com a "bomba" dentro da mala do carro. Normal na Europa normalizada.
Normal na Europa normalizada globalizada do big brother das CCTV, Via Verde, Multibanco, GPS e net monitorizada não é roubarem 120 botijas de gás num curto espaço de tempo e na mesma região sem que "intelligentsia" dos serviços secretos repare no inusitado da situação. Normal não é um imã pregador do ódio e da violência circular pela Europa de Schengen sem que "intelligentsia" dos serviços secretos se lembre de somar 1 + 1 e ligar o passado de Bruxelas ao futuro de Barcelona. A "asnogentsia", de asno, dos serviços secretos, lesta em acções de propaganda sobre a opinião pública com as dezenas de atentados terroristas gorados até ao dia do atentado terrorista que matou dezenas, perpetrado pelo terrorista que estava referenciado e andava debaixo de olho, na célula terrorista que andava a ser seguida e que, logo no dia a seguir, foi desmontada, sem sobreviventes para em tribunal contarem a história. Então se todos sabiam quem eram, quantos eram e onde se reuniam e o que tramavam porque é que as coisas aconteceram? Ou o terrorismo anónimo sobre o cidadão anónimo, antes brigadista vermelho revolucionário e agora islâmico, é amigo do terrorismo de Estado, democrático na forma, como justificação para toda a panóplia de supressão de direitos e garantias, uma espécie de Cancer Man dos X-Files aplicado à realidade do dia-a-dia. Não sei não…
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Marcelo, desde o primeiro dia, assumiu que é Presidente do Conselho, o Parlamento, a pouco-e-pouco, acostumou-se, interiorizou que Marcelo é Presidente do Conselho. Tudo está bem quando acaba bem.
Marcelo não teve autorização do Parlamento para ir a Barcelona. Mas ninguém se zangou
"Som i serem ciutat refugi. Somos y seremos ciudad refugio"
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Os toiros não são tidos nem achados, não têm nada a ver com isto, é «uma estocada a um símbolo da cultura espanhola» e o resto é conversa para entreter totós.
[Na imagem cartel da última corrida de toiros na Monumental de Barcelona, pintado por Miquel Barceló]
Consta que no final Pinto da Costa se insurgiu pelo facto de o jogo se efectuar no municipal do Mónaco, muito mais perto de Barcelona, a casa do inimigo adversário, do que do Porto cidade.
Aparentemente [e só aparentemente] a pergunta não faz sentido, mas Barcelona é norte de Espanha ou sul da Europa?
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De cada vez que o Irão ou o louco que governa o Irão – cada um per si, ou os dois em conjunto – vêm à baila, na comunicação social há sempre alguém que se lembra de sublinhar que o Parlamento do Irão é dominado pelos conservadores.
Isto faz-me lembrar algumas discussões pueris a que já assisti, em torno de, se Barcelona é Norte ou Sul. “que é Norte de Espanha”; não, “que é Sul da Europa”; mas, “que está bem que é Sul da Europa, mas que fica a Norte de Madrid; e de Lisboa então nem se fala!”; o erro de raciocínio é “que fica no Mediterrâneo”; e o diabo a sete! (Não é Vitinha?)
O facto de o Parlamento do Irão ser dominado pelos capangas de Mahamoud Ahmadinejad – os “Conservadores”; pressupõe que os outros, os que não dominam, são os "Progressistas"?
“Pois; e tal; depende da ideia que se tem de Conservador e Progressista; e se fica a Norte ou a Sul…”