Entretanto na Austrália...
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[Daqui]
Porque a realidade é demasiado real para os padrões da redoma ocidental e porque as pessoas podem ficar incomodadas e porque quando as pessoas ficam incomodadas são um problema para os poderes instalados e para a paz e para a ordem pública. No cinema é outra loiça. Mesmo quando o cinema copia a realidade.
E revolucionário é aplicar o conceito ao marketing e à publicidade para vender religião. Também podiam argumentar que era judeu, o que não sendo mentira era uma verdade inconveniente, apesar de remeter para Abrãao ‘Pai dos Povos’. Pode doer a quem de direito (e de dever) mas é verdade porque é revolucionário e é revolucionário porque é verdade. Dá pano para mangas, isto.
(Imagem)
«A Austrália deveria tornar-se uma República após a morte da rainha Isabel II»
(Imagem)

Lembrei-me logo dos PIN e do litoral a saque desde a Caparica até ao Cabo de Sagres e dum personagem que pensava ser ministro do Ambiente.
“Quando lá chegares manda saudades que é coisa que cá não deixas”.
(Imagem fanada ao Chicago Tribune)
“He has been taking the dolls out the back and blowing them up and using the dolls and leaving them in the alley”
E a cada as suas preocupações e medos:
“It is a real concern that someone like that is out on the street”
Não é no Iraque. Não é no Afeganistão.
É em Cairns na Austrália. Desde $12 Australian Dollars per day.
(A caução desconheço, mas deve ser elevada)
(Foto de Ralph Samuelson para o Daily Telegraph)
