In Memoriam
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Poland's Institute of National Remembrance has published details of 9,686 guards who worked at Auschwitz.
The names of almost 10,000 Nazi SS commanders and guards who helped in the extermination of more than a million Jews at Auschwitz have been posted online for the first time.
The list of 9,686 names are predominantly German and their pre-war occupations are listed as farmers, butchers, teachers, cobblers and all manner of jobs.
O Papa foi sozinho a Auschwitz? Não.
O Papa chegou sozinho Auschwitz? Não.
O Papa estava sozinho em Auschwitz? Não.
Chegou um magote de gente, comitiva, representantes oficiais, representantes do Governo polaco, a comunicação social, fotógrafos, bajuladores vários e emplastros diversos, com o Papa lá no meio. Passaram todos para o outro lado. Passou depois o Papa, fotografado visto de baixo, visto de cima, visto dos lados, filmado de todos os ângulos possíveis e imaginados por câmaras previamente instaladas em braços de gruas e em drones. Não se lembraram de o fazer no Inverno, um Papa todo de branco num campo de extermínio coberto de neve, o efeito visual ainda era infinitamente maior.
Bardamerda para o Vatiwood [Vaticano + Hollywood] rodado no "cu do mundo" e na falta de respeito pela memória de um milhão e trezentos mil mortos.
[Imagem]
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[Imagem]
«About 1.5 million people, most of them Jews, were killed at the Nazi camp, which has became a symbol of the horrors of the Holocaust and World War II, this ravaged Europe. The camp was liberated by Soviet Red Army troops on Jan. 27, 1945, and about 200,000 camp inmates survived.
Here are some of the brave survivors of the Auschwitz death camp…»
27 de Janeiro de 1945 – 27 de Janeiro de 2015
[Imagem]
Os crematórios de Dachau, em puzzle para crianças a partir dos 8 anos, à venda no Amazon.
Adenda: Entretanto, e após uma googlada rápida, descobre-se que a mesma empresa também comercializa o portão de Auschwitz, e o tristemente famoso "Arbeit macht frei". Faltam-me as palavras.

Segundo os arquivos do KGB, entre

Recorrendo ao léxico politico-partidário tuga, “cooperação estratégica” entre Pio XII e Hitler, parece-me ser a expressão mais correcta:
«Bento XVI fala de acção "discreta" durante a II Guerra»