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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O desonesto e o patinho

por josé simões, em 12.04.24

 

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Chegado de Marte há bocado, e logo nomeado ministro dos Negócios Estrangeiros, descobre que há guerra na Ucrânia - vai para dois anos, que faz 6 meses uma guerra Israel - Hamas, e que há terrorismo no SAEL - há décadas. O mundo não está um lugar seguro, a instabilidade está aqui, em cima deste Governo, desiludam-se que não podemos dar tudo a todos como prometido em campanha eleitoral. O desonesto, Paulo Rangel.

 

Fim das portagens nas ex-SCUT, redução do IVA da electricidade, exclusão dos rendimentos dos filhos como condição para o acesso ao Complemento Solidário para Idosos, aumentar a despesa dedutível com arrendamento até atingir os 800 euros e alargar o apoio ao alojamento estudantil. "Ficamos à espera para ver como vão votar estas iniciativas". Assim o PCP e o Bloco ficaram à espera, depois dos infantários gratuitos, do passe social a 40 paus, das propinas, tudo medidas capitalizadas pelo PS nas eleições seguintes. O patinho, Pedro Nuno Santos.

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 02.04.24

 

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Paulo Núncio fez saber a honra que o enche ter sido "hoje eleito Líder do Grupo Parlamentar" do CDS/ PP, grupo parlamentar constituído por dois deputados, ele próprio e o líder, o líder que daqui a nada vai sair para ocupar uma pasta no Governo, sendo substituído pelo nome a seguir na lista que foi a votos no passado dia 10 de Março, sendo que o deputado que vai integrar o grupo parlamentar em substituição do líder não foi tido nem achado na escolha da liderança. Fazemos votos que pelo menos a eleição tenha sido por voto secreto.

 

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Circo da Páscoa

por josé simões, em 27.03.24

 

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No intervalo da palhaçada armada no Parlamento pelo taberneiro, no intervalo entre Aguiar-Branco sair pela porta pequena na primeira votação e Francisco Assis lhe ficar à frente na segunda, tivemos Bruno Nunes, deputado, em directo via Skype na televisão do militante n.º 1, e ficámos todos a saber que o partido "é um partido democrático", e depois que "o que se segue só o líder sabe" em resposta à jornalista de serviço, e outra vez que o "partido é um partido democrático", dito duas vezes.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Os grandes portugueses

por josé simões, em 26.03.24

 

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Era de prever que mais cedo ou mais tarde os 41% de portugueses que votaram em Salazar como "O Grande Português", a única eleição que ganhou, haviam de largar o sofá e o televoto para darem corda aos chispes, se dirigirem às urnas, e elegerem 50 grandes portugueses. Os 50 grandes portugueses que depois levariam a votos para vice-presidente da casa da democracia Diogo Pacheco de Amorim, um grande português que nos idos da juventude andou a "incendiar" Coimbra ao lado de outro grande português, agora no comentariado, avençado nas televisões em horário nobre - José Miguel Júdice, por acharem que Salazar era um gajo demasiado à esquerda e que, chegado o 25 de Abril, rapidamente se converteu à democracia do MDLP, uma organização terrorista-bombista que submeteu Portugal à lei da bomba, antes de se alistar no CDS, o Chega com estudos antes de haver Chega, agora a votos para segunda figura do Estado, depois de um acordo de bastidores "vocês votam no nosso e a gente vota no vosso", que o "não é não" de Montenegro não lhes permitia assumir olhos nos olhos com os portugueses, mais por faltarem à palavra dada do que por vergonha em acordarem com quem acordaram. Danado por ser remetido à invisibilidade, e da invisibilidade à insignificância é um passo, o taberneiro, expert em teoria do caos, mandou os apaniguados absterem-se de votar no nome proposto pelo PSD, anteriormente acordado entre ambos,  e deu-se o flop Aguiar Branco. "Estão a ver quem manda na taberna?", perguntou o taberneiro. E quando o "sentido de Estado" lhes mandava dizer aos portugueses "nós tentámos um acordo com estes senhores, mas roeram a corda, não cumpriram a palavra dada, não são gente de confiança, e nós agora vamos acertar os nomes com o PS e a coisa resolve-se em menos de um fósforo, que é a democracia e a imagem da Assembleia da República que está em causa", o PSD sai a apontar o dedo ao PS, que não foi tido nem achado nesta palhaçada, pois quem se deita com palhaços acorda no circo, prontamente sublinhados pelo partido RGA [Reunião Geral de Alunos], também conhecido por Ilusão Liberal, remetido para a insignificância nas legislativas, sem número de deputados para fazer a diferença e que vai passar uma legislatura intyeira em bicos dos pés. E ainda hoje é o primeiro dia.

 

 

 

 

Irmãos inseparáveis

por josé simões, em 22.12.23

 

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Proibição e criminalização das "práticas de conversão", que visam a repressão da orientação sexual, da identidade de género ou da expressão de género.

 

 

 

 

"Morreram todos!"

por josé simões, em 19.09.23

 

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"A moção de censura do Chega ao Governo foi chumbada por todos os partidos da área socialista" [minuto 08:01]

 

A seguir vai escrever o livro "A Área Socialista em Auschwitz"

 

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O partido RGA

por josé simões, em 14.09.23

 

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O partido RGA, Reunião Geral de Alunos: IL vota a favor de moção de censura do Chega que diz ser "manobra de distração"

 

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Velhos são os fascistas, mesmo que em idade para irem à tropa

por josé simões, em 27.04.23

 

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Diz que o sistema político está velho e cansado, os protagonistas são velhos, subentende-se, porque não se percebe como é que um sistema novo, povoado por novos, não vai filmar e publicar uma conversa privada, deliberadamente mal legendada [maturidade por integridade] para direccionar indignações. Isto é-nos dito por aqueles que passam a vida a dizer-nos que temos de trabalhar, trabalhar, trabalhar, manter uma vida activa, o trabalho liberta, opsss, trabalhar até sempre, porque a esperança de vida aumentou e coise. A esperança de vida aumentou só para trabalhar, trabalhar, trabalhar, coisas da política é mandar os velhos... trabalhar, e deixar isso por conta dos novos, eles é que sabem bué, quando devíamos estar gratos aos velhos, como os que aparecem no clip com as legendas manipuladas, que continuam na política activa, pela forma didáctica como passam a informação e a memória, do que foi o fascismo, a ideologia dos velhos, mesmo que em idade para irem à tropa. A ausência de memória é pasto para os totalitarismos.

 

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O grau zero da política

por josé simões, em 26.04.23

 

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O grau zero da política é um gajo, doutor gajo, querer ser primeiro-ministro e não perceber o funcionamento do sistema parlamentar constitucional, ou um gajo, doutor gajo, querer sem primeiro-ministro e equivaler partidos fascistas, xenófobos e racistas, a partidos que reivindicam melhores salários, melhores pensões e reformas, mais saúde e educação, mais Estado social? [Ou ambas].

 

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O dia em que envergonharam Portugal no Parlamento

por josé simões, em 25.04.23

 

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Por duas vezes a bancada do PCP ficou imóvel e muda enquanto o Parlamento aplaudia, primeiro Augusto Santos Silva, depois Lula da Silva, na condenação da invasão russa da Ucrânia. O PCP só quer a PaZ! A PaZ! a PaZ!

 

A Transparência Internacional acusa Bolsonaro de criar o “maior esquema de corrupção institucionalizada” no Brasil, vai daí o Ventas convida o mal-formado para Portugal e manda metade da bancada do Chaga para o Parlamento, de cartazes na mão xingar Lula,  a outra metade de bandeira na Ucrânia para ver se a gente se esquece de que quando o energúmeno chegar também chegam Le Pen e Salvini, os amigos do Ventas financiados por Putin.

 

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Ernst Röhm revisitado

por josé simões, em 24.04.23

 

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Incidentes programados e preparados para que resultem em confrontos de rua entre facções políticas opostas,  mas avisar antecipadamente que os incidentes preparados, a acontecerem, serão culpa do poder político que nada fez para os evitar e até os propiciou. A seguir nos próximos dias se 90 anos depois esta treta ainda pega.

 

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O último a sair apague a luz

por josé simões, em 13.04.23

 

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Ontem tivemos no Parlamento um veterinário eleito deputado a comportar-se como se estivesse num chiqueiro ou num montado enquanto invocava a "liberdade de expressão" como escudo para desrespeitar a casa da democracia. Atrás de si uma pirralha, acabada de chegar do Twitter onde largou que um condenado não devia entrar na casa da democracia, emborcava garrafas de água e chamava "senil" à presidente em exercício, ela, suspeita de plagiar um discurso da italiana Meloni e que contra a lei teve como assessor o pai, suspeito de desviar dinheiro de uma IPSS, de a levar à falência e deixar 50 trabalhadores sem salário. Como diriam os espanhóis, yo no creo en sospechas, pero que las hay, las hay. O resto da bancada gesticulava, praguejava, largava apartes, fazia sons imperceptíveis com a boca em grande animação taberneira. São só 12, as últimas sondagens dão-os multiplicados por três. O último a sair apague a luz.

 

[Na imagem a capa de Maio da revista Texas Monthly que era o que tinha aqui mais à mão]

 

 

 

 

Para memória futura

por josé simões, em 24.02.23

 

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"Assembleia da República cumpre minuto de silêncio pelas vítimas na Ucrânia"

 

A iniciativa contou com deputados de vários partidos. Os deputados do PCP [...] não participaram no momento simbólico.

 

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"O afastamento das pessoas mais qualificadas"

por josé simões, em 13.01.23

 

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Esse mecanismo deve ser equilibrado para não agravar um problema que o país tem já hoje, que é o recrutamento de pessoas qualificadas para a administração pública. Não só o governo, mas também para as empresas públicas e administração pública. Não devemos afastar as pessoas mais qualificadas, não devemos agravar este problema que já temos.

 

Em que medida é que o escrutínio e a transparência contribui para afastar os mais qualificados do governo, das empresas públicas, da administração pública, do que quer que seja? Maior qualificação é sinónimo de maior apetência para a vigarice e a trafulhice? E se o é devemos olhar para o lado, fingir que não vimos, desculpar qualquer coisinha, para que assim os mais qualificados aceitem vestir a camisola do governo, das empresas públicas, da administração pública, do que quer que seja? O senhor Silva espalhou-se ao comprido, reset e nova entrevista.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 16.12.22

 

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Depois da eliminação de Portugal, Parlamento aprova condenação do Mundial no Qatar

 

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