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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Da qualidade da democracia no tugão

por josé simões, em 21.07.20

 

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A altura em que é anunciada mais uma enxurrada de dinheiro europeu e depois do triste historial de consecutivos anos da sua aplicação pelos partidos do bloco central de interesses, com a colaboração intermitente do CDS, que criaram na Europa a nossa fama quem vem de longe; a altura em que mais do que nunca é necessária transparência e escrutínio pelos cidadãos, a bem da qualidade da democracia e do sistema político, é precisamente a altura que o PS e o PSD aprovam sozinhos a  alteração de regimento que põe fim aos debates quinzenais com o primeiro-ministro e torna a sua presença obrigatória apenas de dois em dois meses. Muito bem.

 

[Imagem]

 

 

 

Mau jornalismo

por josé simões, em 14.07.20

 

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Tudo somado o resultado é: licenças de parentalidade, trabalho parlamentar no distrito por onde se é eleito, baixas por doença, missões parlamentares no estrangeiro. E a Covid-19 e o confinamento. A Covid-19 e o confinamento em que aos eleitos foi pedido para que ficassem em casa e onde só xis deputados por partido marcavam presença no Parlamento.

 

Mau jornalismo, este do Diário de Notícias. E só não é um bom serviço ao Ventas do Chaga porque esse falta mais que todos os outros e por razões que nada têm a ver com a função para a qual foi eleito.

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 08.06.20

 

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"Se substituirmos as palavras negro, ou cigano ou outra minoria, por investidor privado ou investidor bolsista, é arrepiantemente próximo da discriminação e do ódio que aqui ambos queremos condenar", João Cotrim de Figueiredo, deputado do Iniciativa Liberal, no debate quinzenal parlamentar.

 

 

 

 

 

O PS a render

por josé simões, em 21.05.20

 

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«o primeiro-ministro reiterou que o Estado apenas emprestou dinheiro ao Fundo de Resolução. "É dinheiro que está a render"», disse, a propósito da recapitalização do Novo Banco, Passos Coelho em 23 de Setembro de 2015, e com isso levou com o PS todo em cima, desde o Parlamento aos blogues, passando pelo Facebook e pelo Twitter e pelas colunas de opinião dos avençados diversos na imprensa escrita.

 

Ontem, no debate quinzenal no Parlamento, António Costa saiu-se com esta e levou com o PS todo em cima, a aplaudir. muito.

 

[Imagem Hans-Peter Feldmann]

 

 

 

 

"Lições de democracia"

por josé simões, em 25.04.20

 

 

 

"O CDS não aceita lições de democracia", by Telmo Correia, o deputado vitalício do CDS no Parlamento. Desde que nos lembramos que vemos o CDS a querer dar lições de democracia aos outros, nomeadamente aos que lutaram pela democracia enquanto o CDS desfrutava da "situação", contra o "reviralho", no Estado Novo.

 

 

 

 

Quem não os conhece que os compre

por josé simões, em 18.04.20

 

 

 

Gajos que em plena pandemia Covid 19 querem "reabrir" a economia indignados porque o Parlamento vai assinalar o 25 de Abril, data que nunca comemoraram.

 

 

 

 

"Qu'ils mangent de la brioche" *

por josé simões, em 18.03.20

 

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Diz-me com quem te preocupas. O problema do CDS não é a quebra brutal de rendimento dos trabalhadores com a entrada em vigor do layoff, não. O problema do CDS, disse-o Telmo Correia no plenário do parlamento que aprovou o "estado de emergência" , é o montante previsto para o layoff ser insuficiente para as empresas. Os trabalhadores perdem poder de compra e ficam com a corda na garganta em regime de layoff? Comam brioche.

 

[Na imagem cartaz do CDS durante o PREC]

 

* Qu'ils mangent de la brioche

 

 

 

 

É absolutamente espantosa a noção que o PS tem de democracia parlamentar

por josé simões, em 28.02.20

 

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O Parlamento bom, o que permitiu ao Partido Socialista tendo perdido as eleições governar durante toda uma legislatura, a mui famosa 'Geringonça', para grande espanto da direita que, em quarenta anos de democracia, foi obrigada a aprender um conceito novo: democracia parlamentar constitucional, é afinal o Parlamento mau, o que chumba as propostas do PS, sem maioria absoluta no hemiciclo, levadas a votação sem previamente falar com as outras forças parlamentares.

 

É absolutamente espantosa a noção que o PS tem de democracia parlamentar. "É absolutamente espantoso que o Parlamento bloqueie o funcionamento de outras instituições". Agora imaginem que o Partido Socialista tinha maioria absoluta.

 

Deixem o PS trabalhar!

 

 

 

 

Agora pençem

por josé simões, em 20.02.20

 

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"Deixem-os". Isto é imprecionante. Agora pençem.

 

[Imagem]

 

 

 

O maior erro de casting da democracia portuguesa

por josé simões, em 02.02.20

 

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Assim como os reis, os da expansão colonialista portuguesa, que nasciam para serem reis, fossem quais fossem as suas qualidades, "Que ninguém me diga que eu não estou onde devia estar. Eu nasci para estar ali [Parlamento]. Eu vou continuar ali. Eu não me imagino em mais sítio nenhum hoje".

 

[Imagem]

 

 

 

 

Malucos do Riso

por josé simões, em 16.12.19

 

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Voto de "condenação" apresentado pelo Chega na Assembleia da República.

 

 

 

 

Perder uma boa oportunidade de ficar calado

por josé simões, em 12.12.19

 

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"É uma vergonha!" Ferro Rodrigues repreende expressões de André Ventura

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Malucos do Riso

por josé simões, em 03.12.19

 

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[Via]

 

 

 

 

A chico-espertice dos liberais de pacotilha

por josé simões, em 27.11.19

 

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Do CDS ao Chega passando pelo Iniciativa Liberal e pelas prestimosas colaborações do Livre, já que esta legislatura parece que vai ser a do "vamos brincar aos parlamentos", à chico-espertice da Iniciativa Liberal com o "projecto de lei para que passem a estar plasmados no recibo de vencimento dos trabalhadores por conta de outrem os custos suportados pela entidade patronal no âmbito das contribuições para a Segurança Social", devia a esquerda avançar com outro projecto de lei para que no recibo de ordenado passasse a constar o número de horas diárias que os trabalhadores têm de trabalhar para justificarem o salário que recebem no final do mês, a mui famosa e por vezes esquecida mais-valia. Talvez assim ganhassem consciência do valor do trabalho, da contratação colectiva, da reivindicação, dos direitos e garantias. Já que é para brincar aos parlamentos brinquemos a sério.

 

 

 

 

Da falta de noção no PIEC - Processo de Inchamento em Curso

por josé simões, em 27.11.19

 

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A confusão entre a "missão" de serviço público, inerente ao cargo de deputado eleito da Nação, e um qualquer emprego na vida privada, por alguém que não sabe, nem quer saber, o que é ser deputado eleito, e por outrem que não sabe, nem quer saber, o que é ser assessor de imprensa de um deputado eleito por uma partido político. Siga a marcha.

 

[Rafael Esteves Martins no Twitter]