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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Europa, séc. XXI

por josé simões, em 25.12.18

 

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My father was in the commandos, my mother was in the SS, together they burned Jews ’cause Jews burn the best.

 

 

 

 

80 anos

por josé simões, em 09.11.18

 

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Cerca de 100 mortos, 30 000 detenções, mais de 1 000 sinagogas incendiadas, mais de 7 000 lojas destruídas ou seriamente danificadas. Foi assim que tudo começou.

 

 

 

 

||| Uma "curiosa" associação

por josé simões, em 07.04.15

 

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"My father was in the commandos, my mother was in the SS, together they burned Jews cause Jews burn the best" and "Hamas, Hamas, Jews to the gas."


[Imagem]

 

 

 

 

||| Outro 9 de Novembro na Alemanha

por josé simões, em 09.11.14

 

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Noite dos Cristais/ Kristallnacht


[Imagens]

 

 

 

 

 

 

||| 70 anos depois do Dia D

por josé simões, em 08.06.14

 

 

||| Rewind/ Fast Forward buttons

por josé simões, em 18.04.14

 

 

 

Quando as bandeiras e os estandartes começaram a aparecer nas barricadas na Praça da Independência em Kiev, a comunicação social, por ignorância ou porque sim, olhou para o lado, ignorou e focou câmaras e apontou microfones nos “combatentes da liberdade”, que até queriam ser europeus como nós. Foi uma alegria e demos todos muitas vivas, aqui, deste lado de cá:

 

«In a chilling echo of the Holocaust, Jews are 'ordered to register and list property' in east Ukraine after pro-Russian militants take over government buildings»

 

 

 

 

 

 

 

|| O aborto intelectual volta a atacar

por josé simões, em 19.10.13

 

 

 

D. Gonçalo Nuno Ary Portocarrero de Almada, 4.º visconde de Macieira, sacerdote secular da prelatura do Opus Dei e Vice-presidente da Confederação Nacional das Associações de Família:

 

«no local onde, por medo aos judeus e aos romanos, os Apóstolos se refugiaram». Jesus Cristo que era judeu e os Apóstolos que judeus eram, estavam escondidos com medo dos romanos e… dos judeus.

 

Pensávamos que esta questão já havia sido ultrapassada com a visita no Anno Domini 2000 de João Paulo II a Israel, e as desculpas apresentadas aos judeus na figura do Grão-Rabino Chefe Asquenazita Meir pelas perseguições de séculos e pela cumplicidade da Igreja Católica, desculpas reiteradas em 2010 por Raniero Cantalamessa, pregador oficial de Bento XVI. Pensávamos que este linguajar havia caído em desuso. Pensávamos. Esquecemo-nos foi dos cancros do ódio dentro da Igreja Católica, dominados pela Dona Inércia cerebral e vestidos com a batina do Espírito Santo.

 

[Imagem "Let's Get Lost" por Álvaro Alcázar]

 

 

 

 

 

 

|| Jornalismo modo papagaio

por josé simões, em 12.08.13

 

 

 

Quando se escreve «aguardava julgamento por ter contribuído "para execuções extrajudiciais» só porque se leu no fax da agência noticiosa, convinha fazer o trabalho de casa e saber um mínimo dos mínimos sobre o que era/ o que foi a "justiça nazi", saber qual a diferença entre "execuções extrajudiciais" e execuções judiciais na Alemanha do III Reich, e na Europa ocupada pela Alemanha do III Reich, sobre o poder legislativo transformado em organização criminosa pela mão do Partido Nazi. É que, a bem da verdade, não havia diferença nenhuma, e o jornalista evitava passar a ideia de que no meio dos milhões de mortos do holocausto houve alguns "bem mortos" porque estava consigando na Lei passada ao papel.

 

A imagem que ilustra o post, do livro "Justiça Nazi, a lei do holocausto", Richard Lawrence Miller, Editorial Notícias, de leitura fácil mesmo para leigos, é um bom princípio de trabalho. Escusam agradecer.

 

 

 

 

 

 

|| Fugiu-lhe a boca para a verdade

por josé simões, em 27.11.12

 

 

 

Não há mais nenhum valor, moral, civilizacional, nada, apenas porque a Europa não o permite. Ao menos que a Europa sirva para alguma coisa:

 

"tudo para poder assegurar que vozes maliciosas incompatíveis com as normas europeias sejam travadas"

 

[Imagem e legenda]

 

 

 

 

 

 

|| E num instante tudo muda

por josé simões, em 15.08.12

 

 

 

«[…] encontrou-se com um rabi, […], perante o qual se desculpou por qualquer comentário ofensivo para os judeus que possa ter feito, prometendo igualmente visitar Auschwitz para prestar homenagem à memória dos judeus mortos naquele campo alemão de extermínio.»

 

Adenda: "E venceram"

 

 

 

 

 

|| Ainda o Rafle du Vel d'Hiv de François Hollande

por josé simões, em 24.07.12

 

 

 

Mais do que uma simbólica assumpção da culpa, em nome dos franceses de que é presidente eleito - isso já havia sido feito por Jacques Chirac em 1995, o discurso de François Hollande deve ser visto como um exorcizar de fantasmas pelos socialistas franceses, na pessoa do ex-líder e ex-presidente, colaboracionista de Vichy, François Mitterrand.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Vel d'Hiv, 1942 – 2012

por josé simões, em 22.07.12

 

 

 

«Pas un seul soldat allemand ne fut mobilisé. […] Ce crime fut commis en France, par la France. […] fut aussi un crime contre la France, une trahison de ses valeurs.»

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Morrer na Europa depois de 27 de Janeiro de 1945 [*]

por josé simões, em 18.07.12

 

 

|| "E venceram"

por josé simões, em 26.06.12

 

 

 

Escreve na André Biss, na dedicatória que antecede as quase 400 páginas do livro onde relata os dias das negociações entre a Waada, Adolf Eichmann, e um Himmler já a tentar salvar a pele e a abandonar o barco nazi, e que levaram ao salvamento da solução final de um milhão de judeus do Ghetto de Budapeste:

 

«Aos meus amigos Otto Komoly, Rezso Kastner e Szulem Offenbach, a todos os heróis da Comissão de Assistência Judaica de Budapeste, mortos em combate.

A despeito da indiferença daqueles que viviam ao abrigo do perigo, a despeito da traição que dizimava suas fileiras, a despeito da ameaça que, do exterior, pesava de contínuo sobre eles, tiveram a audácia de lutar para salvamento dos últimos sobreviventes do seu povo votado ao aniquilamento completo. E venceram. A história fará justiça à sua vitória e a gravará para sempre na memória das gerações vindouras.»

 

A história está, por ora, suspensa na Hungria.

 

 

 

 

 

 

|| Nada de novo, portanto

por josé simões, em 18.06.12

 

 

 

Os terroristas palestinos responsáveis pelo assassinato de onzes atletas israelitas na aldeia olímpica durante os jogos de Munique em 1972 foram ajudados por neo-nazis alemães.

 

[Imagem]