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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Medo da mediocridade

por josé simões, em 01.06.16

 

Pineapples on the run - Marc Johns.jpg

 

 

É assinalável o esforço que a direita radical faz para inventar um líder, idiota útil à direita, e que, num trabalho de formiguinha, ao mesmo tempo vá minando o Partido Socialista por dentro e a base de apoio da nova maioria parlamentar.


Até eu, que em matérias de partidos políticos e de lideranças partidárias sou muito prático, tenho medo. Medo destas nulidades ideológicas e intelectuais.


[Imagem]

 

 

 

 

||| "Reserva mental" é a tua tia, pá!

por josé simões, em 12.06.14

 

 

 

Visto daqui, do lado de fora, de quem não tem militância partidária e até fez sua a máxima de Zeca Afonso "sou o meu próprio comité central", "fazer muito pela capacitação dos políticos e pela recuperação da confiança dos cidadãos na política" era, por exemplo, José Sócrates se ter recusado incluir nas listas do Partido Socialista à câmara de Lisboa um obscuro aparelhista, saltitão da política, recuperado de uma derrota nas Caldas da Rainha para um 20.º lugar, não eleito, nas listas à Câmara de Lisboa mas com acesso directo ao cargo de Governador Civil e como prémio de consolação, ignorando a "reserva mental" do nomeado, como agora se comprova. Esse foi, se não o maior, um dos grandes erros de José Sócrates, não ter entrado com tudo, com o mesmo espírito e ímpeto reformista dentro do partido com que entrou dentro do Estado, na educação e na ciência, na saúde e nas novas tecnologias, e ter cedido aos lobbies e aos barões e viscondes dentro de portas. O resto, o que aqui se lê, é conversa de ir ao cu de quem não sabe fazer mais nada na vida do que saltitar à sombra do partido e que vê agora fugir, mesmo à frente dos olhos, mais uma possibilidade de saltitar outra vez. Ou, como diria o próprio José Sócrates, reserva mental é a tua tia, pá!

 

[Imagem de Marko Manev]

 

 

 

 

 

 

|| Mudança de paradigma

por josé simões, em 21.06.11

 

 

 

É quando cobrar taxas aos cidadãos passa a «capacidade de gerar receitas próprias». Tudo o resto, com mais ou menos taxas, podem perfeitamente ser competências das Câmaras Municipais. Eleitas pelos cidadãos que pagam as taxas. Um pequeno pormenor.

 

E depois há o «risco sísmico, por vezes negligenciado, que exige um trabalho de planeamento, de preparação e de criação de rotinas de acção com uma dimensão supra-municipal”». Exige isto tudo só não exige competências para fiscalizar a qualidade de construção dos prédios e edifícios. Era contraproducente. O pato-bravo financia o partido que nomeia o Governador Civil.

 

¡Ya basta!