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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

25 de Novembro

por josé simões, em 25.11.18

 

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[Imagem de Nuno Botelho]

 

 

 

 

Next level

por josé simões, em 05.11.18

 

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Antes eram perfis falsos com contas criadas para o efeito numa rede qualquer, agora são fake news com a chancela da carteira de jornalista em televisões ditas de referência.

Muito bem a televisão do militante n.º 1 com a sua conta no Twitter a fabricar fake news [em print screen para memória futura] num título que nada tem nada a ver, antes pelo contrário, com o que o primeiro-ministro diz. CLAP! CLAP! CLAP!

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 23.10.18

 

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"creio que [António Costa] percebera com Passo Coelho que, em política, uma excessiva preocupação em falar verdade não era caminho para o sucesso", Cavaco Silva in "Quinta-feira e Outros Dias", II Volume.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Espalhou-se ao comprido

por josé simões, em 26.09.18

 

Frame grab from Beep Beep, showing Wile E. Coyote and the Road Runner (1952, dir. Chuck Jones).jpg

 

 

Na ânsia de ficar bem na fotografia e de agradar ao regionalismo-futeboleiro António Costa espalhou-se ao comprido e, não contente com o o estrondo do espalhanço, continua a meter os pés pelas mãos com desculpas mal-amanhadas. Se quisesse realmente descentralizar, se a ideia fosse essa, tinha prometido, e cumprido, o Infarmed em Braga ou Évora, que também têm universidade e auto-estrada. Digo eu, que sou de Setúbal.

 

 

 

 

Blue jeans

por josé simões, em 17.09.18

 

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Diz que vai por aí grande escandaleira por António Costa se ter deixado fotografar em Luanda de calças de ganga.

 

 

 

 

"Não é possível fazer tudo ao mesmo tempo"

por josé simões, em 04.07.18

 

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O Estado "gasta mais 768 milhões de euros com bancos falidos em 2017" mas, no Orçamento do Estado de 2018, o valor previsto para todos estes veículos financeiros "supera ligeiramente os mil milhões de euros, mais 32% ou 249 milhões de euros do que o executado em 2017". O "não há dinheiro para nada" de Pedro Passos coelho nos idos da troika deu lugar ao "não é possível fazer tudo ao mesmo tempo" de António Costa, respaldado na 'Geringonça', que "ao fazer obra no IP3, [está] a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos".

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 17.05.18

 

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Ministério da Administração Interna...

Secretaria de Estado do Desporto...

Instituto Português do Desporto...

Federação Portuguesa de Futebol...

 

 

António Costa admite criar autoridade nacional contra a violência

 

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Cheque aos 'geringonços'

por josé simões, em 14.05.18

 

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Há que tirar o chapéu a António Costa quando saca da cartola o argumento de que "é mais importante contratar mais funcionários públicos do que aumentar os salários". O Bloco de Esquerda, com reduzida implantação na Função Pública e percebendo a armadilha, embatucou e fingiu que não tinha ouvido nada. O PCP, Jerónimo de Sousa, que ainda a semana passada disse no Parlamento que "há já muitos anos que por aqui ando", engoliu o isco e quando se deu conta da esparrela desviou a conversa para "a dívida pública impagável e o dinheiro que não há para nada mas há para os bancos", argumento justo e bonito, de resto, mas que não tem nada a ver para o caso porque, como disse e bem, a opção é política e o dinheiro vai ser sempre gasto, seja em aumentos seja em contratações, deixando o secretário-geral dos comunistas de fora os que já estão de fora, os desempregados, e encostando-se onde António Costa o queria encostado, ao partido da Função Pública, com toda a carga que isso tem no resto do país, nos outros, nos que não trabalham para o Estado.

Vem então os 'pontas-de-lança' dos partidos nos sindicatos, um para fazer prova de vida e outro para interpretar o papel que lhe foi destinado representar, invocar "os baixos salários" e "o congelamento de carreiras e de aumentos salariais". Mais dois encostados nas cordas ao lado de Jerónimo de Sousa, com as progressões nas carreiras e aumentos salariais no sector privado que não há só porque sim e porque a velhice é um posto como na tropa macaca, e com a falência do Estado, a manter o emprego a todos os seus funcionários, paga com a falência, o desemprego, a emigração, a miséria de milhares no sector privado e com o congelamento salarial e precariedade para os que ficaram.

Chapéu a António Costa, portanto.

 

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O equívoco de António Costa

por josé simões, em 08.05.18

 

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O [grande] equívoco de António Costa é pensar que o Presidente lhe está a enviar recados por terceiros. Não. Marcelo está a enviar recados para o cidadão eleitor: estou aqui eu, que não tenho responsabilidades governativas directas nem a tutela de ministérios, que apenas usei semanas do meu mandato em acções de consolo, conforto e levantamento da moral e incentivo ao renascimento junto das populações e que me demito caso a tragédia se repita porque chego à conclusão de que foi em vão todos os quilómetros percorridos, todos os abraços dados, todo o português gasto.

Está ali o senhor primeiro-ministro, com responsabilidades governativas directas, responsável último sobre ministérios com tutelas que vão desde a protecção civil às forças de segurança passando pelas forças armadas, que só depois de empurrado e a muito custo apresentou desculpas aos portugueses pela tragédia que foi o Verão de 2017, e que não se demite caso o inferno se repita, mostrando que não aprendeu nada e que lhe entrou por um ouvido a 100 e saiu pelo outro a 200.

Estou aqui eu e está ali ele.

É este o recado que Marcelo está a enviar pelo jornal a quem vota em 2019. Como diz o povo, não queiras abrir a pestana, não...

 

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E isto é bom ou mau para a qualidade da democracia?

por josé simões, em 08.05.18

 

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Marcelo diz que não se recandidata se acontecer uma tragédia como a do Verão passado. Curiosamente a entrevista sai no dia em que há mexidas no comando da Autoridade Nacional de Proteção Civil, um cargo que devia ser de carreira e não de boy a quem arranjam um job. A segunda mexida no período de um ano [a quarta demissão em seis meses], outra vez a poucos dias do calor começar a apertar, se calhar porque da última vez deu bons resultados. Se calhar. O anterior comandante diz que se vai embora por razões pessoais, curiosamente a seguir à vinda de três peritos espanhóis para ensinarem os portugueses a tratar do fogo...

 

Voltando ao princípio, alguém acredita mesmo que o Presidente só disse aquilo que disse, assim, da boca para fora, a chegar-se à frente, ou que o Presidente está a mandar um recado com destinatário certo, mal grado o primeiro-ministro se fazer de desentendido?

 

E o Presidente, ao mostrar-se desprendido ao povo e chegar-se à frente é bom ou mau para a qualidade da democracia?

 

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Tudo farinha do mesmo saco

por josé simões, em 13.04.18

 

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O símbolo do PS na 'Geringonça' conduzida por António Costa, segundo o The Economist.

 

 

 

 

O cobrador

por josé simões, em 05.04.18

 

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Com mais ou menos ministro da pasta desaparecido em combate [alguém sabe o nome do senhor assim de repente num inquérito de rua?], com mais ou menos incompetência de um secretário de Estado [Setúbal, por exemplo, não precisa de companhia de teatro para coisa nenhuma, as pessoas apanham o bus e num estantinho estão na Praça de Espanha, mesmo ao lado da Comuna e em frente ao Teatro Aberto], com mais ou menos aumento em 59% nas verbas disponíveis para o apoio às artes, a verdade é que não é impunemente que se enfeita a lapela com música, literatura, pintura, teatro, cinema, arquitectura, empresários do sector [que têm o dom de adivinhar sempre para onde é que o vento da política vai começar a soprar] para inchar um político "Chamions League" sem que o cobrador da cultura venha a curto prazo bater à porta.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Dia de trabalho para a Nação

por josé simões, em 23.03.18

 

Vasco Gonçalves Almada 18 Agosto 1975.jpg

 

 

É já amanhã que o primeiro-ministro António Costa vai participar numa ação de limpeza de matas e florestas com mais de 20 membros do Governo. Os ministros vão andar de norte a sul do país a mostrar como se faz, numa ação de sensibilização para o tema da prevenção dos fogos

 

"dia de trabalho para a nação"

 

 

 

 

E andamos nisto...

por josé simões, em 27.02.18

 

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Marques Mendes, Conselheiro de Estado e moço de recados, ex-líder do PSD, o partido que durante décadas de Governo fechou escolas, postos de saúde e hospitais, tribunais, repartições do Estado no interior do país, aparece na homilia semanal que tem na televisão do militante n.º 1 mui imbuído de "sentido de Estado" a dar uma dica a Rui Rio, líder do PSD, o partido que durante décadas de governo fechou escolas, postos de saúde e hospiutais, tribunais, repartições do Estado no interior do país: que deve trazer para a agenda a desertificação humana do interior país. Mais, que Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente-comentador, ex-líder do PSD, o partido que durante décadas de governo fechou escolas, postos de saúde e hospitais, tribunais, repartições do Estado no interior do país, deve mover influências, mexer cordelinhos, juntar à mesa o actual líder do PSD e o primeiro-ministro, António Costa, líder do PS, o partido que durante décadas, no governo ou na oposição, implementou políticas ou assinou de cruz políticas implementadas pelo PSD, o chamado entendimento entre os partidos estruturantes da democracia para as reformas estruturais do Estado, que levaram ao fecho de escolas, postos de saúde e hospitais, tribunais, repartições do Estado no interior do país. E andamos nisto...

 

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Haja um primeiro

por josé simões, em 26.12.17

 

 

 

Haja um primeiro primeiro-ministro que se recuse a participar nesta encenação que dá pelo nome de "Mensagem de Natal" a que ninguém liga a ponta de um chavelho, comentadores, paineleiros e pitonisas incluídas.