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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

De Vladivostok a Lisboa

por josé simões, em 25.01.23

 

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Faz um ano em Abril quando o soviético António Filipe se chegou à frente com a Ucrânia como Goa e Zelensky como Salazar, "fff, sem querer fazer uma comparação que possa ser mal interpretada, eheh", hoje o russo Lavrov compara a invasão russa da Ucrânia com guerra em Angola, quando a URSS apoiou o MPLA, "fff, a ideia é mesmo a interpretação que a comparação possa ter, eheh", a Ucrânia como parte integrante da Rússia, o não reconhecimento à sua identidade própria e independência, de Vladivostok a Lisboa, a mãe dos povos, o imperialismo bom.

 

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Minha querida lavandaria

por josé simões, em 16.11.22

 

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O homem, doutor homem, que recebia por mês o dobro do que recebia o presidente da FED 'amaricana' para não ver o BES nem Ricardo Salgado, que afinal de contas era o DDT, nem o Banif [Tribunal de Contas arrasa papel de Carlos Costa no BES e Banif], que não teve a hombridade de colocar o lugar à disposição após as eleições de onde saiu a "Geringonça" tendo consciência plena que era persona non grata ao novo poder político,  deu por António Costa andar de conluio com Isabel de Angola e, na altura, só não abriu a boca para denunciar as pressões que sofreu do primeiro-ministo geringonço porque até ele chegar ao cargo nunca nenhum governador do Banco de Portugal tinha sido alvo de tamanha infâmia por parte do poder político. Ainda vai dizer que foi por isto que não apresentou a demissão, para dar por estas matrafisgas.

 

Adenda: Marques Mendes, que na apresentação do livro gritou pela intervenção da polícia, também desconhecia o relatório do Tribunal de Contas.

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 15.09.22

 

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Marcelo chega a Angola para a tomada de posse de um presidente saído de eleições sob acusação de fraude por parte da oposição e declara "tanguirize" que em 2015 lá em Portugal também houve uma discussão sobre quem devia formar governo, se quem tinha ganho as eleições, se quem tinha maioria no Parlamento. Como Marcelo é professor catedrático de Direito, foi presidente do Instituto de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e, em princípio, é um democrata que sabe distinguir o sistema parlamentar constitucional português e a formação de maiorias parlamentares que suportam governos de uma chapelada eleitoral, estas declarações só podem ser interpretadas à luz do cognome "Papagaio-mor do Reino" e não têm mais gravidade que isso.

 

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Angola é nossa?

por josé simões, em 28.08.22

 

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Diz o take da Lusa que o filho de Baltazar Rebelo de Sousa recusa comentar as eleições em Angola, não por ser um Estado independente e soberano, mas por o processo eleitoral ainda estar a decorrer. Depois tudo o que é jornal, rádio e televisão, repete o take da Lusa, e tornam a repetir o take da Lusa, de microfone estendido à roda de Marcelo, já em território angolano à saída do aeroporto em Luanda. E Marcelo repete o take da Lusa e recusa comentar o processo eleitoral que ainda decorre. E o tabu dura quarenta e oito longas horas até alguém com sentido de Estado se ter lembrado de chamar o Presidente da falta de noção à razão, e jornalista não foi de certeza, tal a vertigem mediática para o espectáculo circense. Estas coisas deviam deixar-nos profundamente envergonhados ou, no mínimo, embaraçados, mas a seguir o artista sai aos beijinhos, de telemóvel em punho para a selfie, e toda a gente encolhe os ombros "tadinho, é assim mas não é má pessoa, o que é que se há-de fazer?".

 

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O Papagaio-mor do reino

por josé simões, em 25.08.22

 

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"Desculpa ter de te interromper mas temos de ouvir as declarações do Presidente [Marcelo] sobre as eleições em Angola. Olha, afinal não." João Adelino Faria para Paulo Dentinho no telejornal da RTP.

 

 

 

 

A realidade ultrapassa sempre a ficção

por josé simões, em 23.01.20

 

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Luanda Leaks: gestor do EuroBic encontrado morto

 

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O Circo Nunca Acaba

por josé simões, em 22.01.20

 

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Amor, contorcionismo e divórcio à primeira vista no Twitter entre o líder do Iniciativa Liberal, a filha do pai e o ex-líder do Iniciativa Liberal.

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 22.01.20

 

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Porto “não tem interesse específico na fundação” Sindika Dokolo, diz Rui Moreira

 

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Racistas há muitos, seu palerma

por josé simões, em 20.01.20

 

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De manhã tivemos a doutora Joacine em directo na televisão a acusar o Livre de se ter aproveitado duma negra gaga para eleger um deputado, exactamente o argumento usado pelo Livre e pela deputada para classificar de racista e de extrema-direita para cima quem disse o mesmo da doutora Katar-Moreira quando foi eleita.

 

À noitinha tivemos a doutora Isabel dos Santos no Twitter a classificar de racismo e preconceito os casos de corrupção e nepotismo onde aparece envolvida na investigação jornalística "Luanda Leaks".

"Racismo" e "preconceito" é o novo maravilhoso.

 

De caminho a Price Waterhouse Coopers cortou relações com a filha do pai depois de décadas a ser paga para trabalhar na maquilhagem das trafulhices da empresária, dar-lhe um ar decente, aceitável e com "sentido de Estado, enquanto o Cigarette Smoking Man ou Cancer Man dos X-Files, também conhecido por Fórum de Davos ou Forum Económico de Davos, 'desconvidou' a senhora. Tem peçonha, ninguém sabia ou sequer desconfiava. Por causa das carradas de maquilhagem e do cabelo esticado que a fazem quase branca. Uma afirmação claramente preconceituosa e racista, esta.

 

Entretanto vai grande alegria e excitação no jornal do militante n. º 1, também ele sentadinho em Davos e apanhado de surpresa com toda esta embrulhada, enquanto ficamos todos à espera que depois de publicar a prometida lista dos jornalistas avençados do BES nos Panamá Tretas, o Expresso publique também a lista dos jornalistas avençados da cleptocracia angolana que conseguiu roubar e fazer mais mal ao seu próprio povo que o colonialismo, e isto sem qualquer acusação de racismo e preconceito, sublinhe-se.

 

 

 

 

Hakuna matata, o liberalismo é lindo

por josé simões, em 04.02.19

 

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E depois temos o Iniciativa Liberal, um partido de banda-desenhada nascido nas "redes", contra o centralismo e o socialismo, contra o centralismo e o colectivismo, contra o centralismo e a carga fiscal, que vê um artigo de opinião do líder, Carlos Guimarães Pinto, contra o centralismo e o socialismo, contra o centralismo e o colectivismo, contra o centralismo e a carga fiscal, receber o endosso [em print screen por causa das moscas] da filha dilecta da cleptocracia corrupta angolana que em quase 50 anos de independência deixou o país em todos os índices abaixo da era colonial. Hakuna matata, o liberalismo é lindo.

 

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Racismo de costas largas

por josé simões, em 10.01.19

 

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Diz a filha mais nova que encontra em Portugal muito preconceito, que é, na novilíngua, a palavra equivalente a racismo. Entrou num shopping [e só uma angolana vir a Portugal e a referência ser o entrar num shopping só por si ser todo um programa] e eram os africanos que estavam a servir à mesa, que estavam nas cozinhas, algumas mulheres a dobrar roupa nas lojas. E foi ao almoço, tivesse ido de madrugada e via os africanos a varrer e lavar o chão, a limpar as casas de banho. Podia ter dito que chega a Portugal e vê Anselmo Ralph júri de um concurso líder no prime time da televisão generalista, que vê Matias Damásio encher festivais de Verão, ambos, Anselmo e Matias, no top of the pops, a vender em Portugal mais do que vendem em Angola, mais pop stars aqui do que lá, mas não disse. Disse antes que quando chega a Angola e vai para o shopping os portugueses que vê são donos das lojas, são os membros do conselho de administração e pergunta, em jeito de lamento, a razão para que quando se vai a África e se vê um português, em qualquer situação ele está numa situação de vantagem, ou de igualdade na pior das hipóteses, e quando se vem a Portugal e se vê um africano ele está sempre numa posição de desvantagem. E com isto disse tudo sobre os 38 anos da cleptocracia e do regime corrupto do senhor seu pai, e de que ela é directa e dilecta benifeciária, de uma elite multimilionária e em ponte aérea para as as compras nas lojas de luxo da Avenida da Liberdade na antiga capital do império, contra o investimento zero em saúde e educação, contra o investiomento zero em habitação en segurança social, muito abaixo dos idos do colonialismo, que ainda assim formou os líderes dos movimentos de libertação. A menos que a filha mais nova pensasse que só por ser angolano, ex-colónia, PALOP, país irmão, a mesma língua, blah-blah-blah, sem formação lhe dava direito a cargo em administração de empresa, responsável por shopping, director de banco e não mais que empregado de limpeza ou pedreiro em obra alimentada por mão-de-obra clandestina.

 

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Blue jeans

por josé simões, em 17.09.18

 

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Diz que vai por aí grande escandaleira por António Costa se ter deixado fotografar em Luanda de calças de ganga.

 

 

 

 

Do Estado de direito em Angola

por josé simões, em 01.06.18

 

 

 

Via Rafael Marques, execução extra-judicial pelo Serviço de Investigação Criminal do "país irmão" que consegue a proeza de ser governado pelo "partido irmão" [PCP] ao mesmo tempo que tem assento na Internacional Socialista [PS]. É obra.

 

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 11.01.18

 

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Chegámos aquele ponto de ter as "redes" infestadas de comentadores, residentes profissionais ou em part-time, apóstolos e escudeiros do ex Governo da direita radical, do Governo de Rui Machete ministro dos Negócios Estrangeiros, de calças na mão, curvado perante a cleptocracia angolana a pedir desculpas por Portugal ser um Estado de direito, a avançarem com a possibilidade da ministra da Justiça ter dito o que disse para preparar o caminho à substituição da actual Procuradora-geral da República por alguém amigo do novo regime em Luanda. Não ter a puta da vergonha na cara é isto.

 

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Da democracia em Angola

por josé simões, em 12.07.17

 

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O Estado de direito, a separação de poderes, a independência da Comissão Nacional de Eleições ou, como diz o outro, o MPLA, o "partido irmão".

 

[Via]