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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O processo de construção do Ventas

por josé simões, em 01.02.21

 

 

Time-lapse, entre Janeiro de 2016 e Janeiro de 2021, do processo de construção do Ventas:

 

 "Quem criou o fenómeno André Ventura? A televisão ou as redes sociais? André Ventura não é um político que ganhou visibilidade mediática. É antes alguém que, embora traçando um caminho na política, ganhou o estatuto de celebridade fora da política e utilizou essa visibilidade para depois se tornar um político-celebridade com expressão eleitoral. Os dados do Facebook permitem perceber que André Ventura beneficiou da notoriedade proporcionada pelos orgãos de comunicação social desde 2016 e também das páginas de apoio do Chega desde 2019."

 

André Ventura: a criação da celebridade mediática

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Fazer de conta

por josé simões, em 25.01.21

 

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Porque é que ser de um concelho tradicionalmente comunista é vacina contra a ciganofobia, reflectida no score eleitoral do Ventas, nos concelhos da raia alentejana e nos urbanos da margem sul do Tejo onde essa comunidade tem forte implantação?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Dia negro para a democracia

por josé simões, em 24.01.21

 

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O CDS "ganhou" as presidenciais. Duas vezes na mesma noite, primeiro com António Carlos Monteiro e depois com o Chicão, a fugir para a frente do Chiquinho que o partido já é.

 

O PS "ganhou" as eleições, mesmo quando perdeu o respeito por si próprio ao meter Carlos César a reclamar vitória e a apontar que o perigo do neofascismo é para o PSD e não para o país.

 

O PCP perdeu as eleições. Ponto final. E disse-o preto no branco.

 

O Bloco perdeu as eleições. Por abada. E tornou a perde-las quando aos 30 segundos de discurso Marisa Matias decide invocar o Ventas do Chaga, vá-se lá saber porquê. Quando o Ventas não fala falam os outros no Ventas.

 

O PSD "ganhou" as eleições. E no discurso da vitória, Rui Rio, excitado e aos gritos, fez o discurso da vitória do Ventas.

 

O Mayan liberal "ganhou" as eleições. Dobrou o resultado das legislativas, tinha 1 e picos por cento passou para 3 e picos por cento. A onda liberal a fugir por umas décimas à onda calceteira do Tino a morder-lhe os calcanhares.

 

António Costa "ganhou" as eleições. E veio logo todo lampeiro parabenizar Marcelo reeleito sem perceber que hoje é o primeiro dia do resto da sua vida.

 

O Ventas ganhou as eleições. Sem aspas como os outros. Recuperou os votos dos desiludidos do "isto é tudo a mesma merda", "querem é todos tacho", a minha política é o trabalho", "isto queria era um novo Salazar". Recolheu os voto da ciganofobia, é circular pelas estradas da raia alentejana entre Serpa e Marvão para se perceber o score do rato de esgoto. Recolheu os votos das outras fobias todas, do medo dos outros. E os votos dos esquecidos no Portugal profundo. Abriu a boca para a habitual enxurrada de javardice, reclamou ser um enviado de Deus e em boa hora as televisões cortaram-lhe o pio.

 

Em 2023 há legislativas, se não for antes.

 

Como cantavam os Dead Kennedys, Bedtime for Democracy.

 

 

 

 

Pormenores

por josé simões, em 22.01.21

 

 

 

Todos os comícios de todos os candidatos às presidenciais terminam com A Portuguesa mas nas reportagens dos telejornais o hino nacional só é ouvido em fundo nos comícios do Ventas. Agora pençem [como os minions do Chaga escrevem nas caixas de comentários e nas "redes"].

 

 

 

 

O porco na chafurda, X

por josé simões, em 21.01.21

 

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- Podemos ver isto de duas maneiras:

 

- Que violência chama violência e quem quem passa a vida a insultar e agredir verbalmente os outros só pode esperar a retribuição, é uma questão de tempo. E depois lá virá o Calimero com o dia negro e o atentado à democracia e a liberdade e o coise e tal quando dos maiores atentados que se podem fazer à democracia e ao Estado de direito democrático são as agressões a jornalistas e a coacção à imprensa, mas isso não é merecedor de condenação ou reparo.

 

- Que Joseph Goebbels inventou tudo o que havia para inventar em matéria de propaganda e agit-prop e que agora é só ir buscar e remasterizar porque há sempre uns pobres de espírito dispostos a tudo papar.

E foi um processo em crescendo. Começou com a insinuação de fraude eleitoral. Passou para a fraude dos ciganos inventados. Uma perseguição automóvel do Bloco de Esquerda. Uma incursão em território religioso que correu mal e passou ao lado da generalidade da comunicação social. Até uma tentativa de apedrejamento por ciganos verdadeiros com cartazes da candidata que o vai remeter para a terceira posição nas Presidenciais numa luta ombro-a-ombro com o candidato comunista. Tipo a facada do Bolsonaro, mas como os ciganos modernos não usam facas os ciganos inventados estavam lá atrás preparados para que tudo corresse pelo melhor. E o melhor tinha de ser hoje, o penúltimo dia de campanha, porque se fosse amanhã, o último dia, não servia para nada porque não era notícia em lado nenhum por causa do "dia de reflexão".

 

Percebem?

 

[A montagem de Bernie Sandres na recepção cigana ao Ventas é do Nuno Alexandre]

 

O porco na chafurda, Capítulo IX

 

 

 

 

Tão diferentes que eles são

por josé simões, em 19.01.21

 

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O que estamos a fazer é a caminhar para uma nova Venezuela na Europa

 

O Ventas em drive-in a repetir o mantra que a direita travesti e/ ou liberal recita desde 2015. Tão diferentes que eles são.

 

 

 

 

Normalidade democrática

por josé simões, em 18.01.21

 

 

 

O Ventas arranja dois ciganos, que afinal não eram ciganos e um até nem era português, para falarem mal dos ciganos e legitimarem a sua narrativa sobre os ciganos. Deu nas televisões todas, mesmo que agora venha o desmentido, o polígrafo, a desmontagem, está dito, está, está dito, é a pós-verdade.

 

O Ventas junta 170 pessoas num jantar comício, numa sala fechada, sem arejamento e sem distanciamento social, contra as normas da DGS e vale-se da Constituição, que quer destruir, que não permite que eventos de partidos políticos sejam proibidos. Durante o repasto a comunicação social, que andou este tempo todo com o Ventas ao colo, é vaiada e o carro de reportagem da RTP é vandalizado.

 

Depois da sobremesa e do digestivo os minions mais entusiastas cantam A Portuguesa de braço estendido, "Salazar está vivo nos nossos corações", perante o pânico dos zeladores de serviço "é pá, baixa lá o braço que a conta já está pagam escusas de chamar o garçon".

 

[As imagens são do telejornal da RTP 1 no programa Bom Dia Portugal]

 

 

 

 

Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 16.01.21

 

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[Visual Poetry]

 

 

 

 

O porco na chafurda, IX

por josé simões, em 14.01.21

 

 

 

O Ventas hoje insultou toda a gente. Toda a gente não. O Ventas não insultou o Maia liberal, que tem um programa económico igualzinho ao seu. Não insultou o PSD, de que precisa para ser Governo. Não insultou o CDS, porque na moral judaico-cristã nos mortos não se bate.

 

O porco na chafurda, Capítulo VIII

 

 

 

 

O porco na chafurda, VIII

por josé simões, em 14.01.21

 

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"ninguém quer uma contrabandista a Presidente da República". "não está muito bem em termos de imagem assim com os lábios muito vermelhos [gesto de mãos à roda da boca]... como se fosse uma coisa de brincar". "parecia que estava ali uma espécie de fantasma, parecia aquele esqueleto que eu vi atrás de mim em Serpa". "com aquele ar de operário beto de Cascais". "é aquele avô bêbado que a gente [sic] tem em casa, depois de beber uns copos começa a dizer assim umas coisas, tás a rir de quem, queres levar com o pau em cima ou o quê?"

 

À parte a família disfuncional onde foi criado, com um avó bêbado que lhe batia, o que não explicando tudo ajuda a perceber a sua má formação, o complexo de inferioridade e o ego recalcado sempre à beira da explosão, o porco na chafurda mimetiza tudo o que Trump faz, desde o gesticular e o movimento de mãos até aos insultos gratuitos a adversários políticos, que para ele são inimigos. Convinha que se visse ao espelho e corrigisse o mau hábito de passar a língua pelas beiças, a de cima e a de baixo, depois de cada enxurrada de verborreia que vomita. É que os humoristas andam aí e os tweets que escreveu ainda não foram apagados: "O insulto e a difamação pública sempre foram e sempre serão as armas dos que não têm razão". [Em print screen].

 

[Imagem]

 

O porco na chafurda, Capítulo VII

 

 

 

 

"Portugueses de bem", II

por josé simões, em 12.01.21

 

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- João Maria Bravo:
Dono do grupo Sodarca, lidera o fornecimento de armas, munições, tecnologia e equipamento militar ao Estado, Forças Armadas e de segurança.

 

«Desde 1974 que o país se afunda. O André é o único que coloca o dedo na ferida e fala do que queremos ouvir»

 

- Miguel Félix da Costa:
Empresário cuja família liderou a filial portuguesa da Castrol, e pai do piloto (que manifestou nas redes sociais apoio à manifestação de Ventura). Lidera a Slil, e é amante de tauromaquia.

 

«A esquerda radical quer destruir os nossos valores e cultura»

 

- Carlos Barbot:
Empresário do ramo das tintas (Barbot), e imobiliário, cônsul honorário do Paraguai no Porto.

 

«Ventura veio abanar o sistema, pôr as pessoas a pensar, e isso é positivo. É frontal, diz o que pensa»

 

- Paulo Côrte-Real Mirpuri:
Empresário que liderou a Air Luxor (que acabou sufocada em dívidas), filantropo.

 

Sobre as razões da sua presença num almoço com o líder do Chega: «Limitei-me a ir a um almoço para o qual também foi convidado André Ventura»

 

- João Pedro Gomes:
Sócio do escritório de advogados BSGG, ex-presidente da Associação das Sociedades de Advogados de Portugal.

 

«É um advogado brilhante, podia estar a ganhar muito dinheiro (…), mas anda por aí a dar o litro. A imagem de extremista que lhe colam é um exagero»

 

- Francisco Sá Nogueira:
Gerente da área turística da Helibravo, ex-VP da antiga holding do Grupo Espírito Santo para as actividades de agências de viagens e operador turístico, a Espírito Santo Viagens.

 

- Jorge Ortigão Costa:
Empresário e produtor agrícola, amante de touradas (coudelaria com o mesmo nome).

 

- Francisco Cruz Martins:
Advogado, padrinho de casamento de Ventura, citado nos Panama Papers, administrador de imobiliárias pertencentes à Breteuil Strategies (sediada no Chipre, reconhecido paraíso fiscal).

 

«O André está a abanar o status quo e ataca os compadrios políticos»

 

- Salvador Posser de Andrade:
Tal como José Maria Ricciardi, é administrador da antiga empresa imobiliária do Grupo Espírito Santo, e administrador da Coporgest.

 

«O André é uma figura fascinante, quase mítica»

 

- Jaime Nogueira Pinto:
Histórico militante fascista, “o grande pai da extrema-direita portuguesa desde o fim da ditadura salazarista” (Steven Forti).

 

«Não fiz nenhum peditório nem pedidos de financiamento. Organizei um jantar de amigos que não o conheciam e tinham curiosidade»

 

- Eduardo Amaral Neto:
Descendente de Carlos Monteiro, destacado deputado da ditadura do Estado Novo. Empresário com ligações à Chamusca. Dono da sociedade de consultoria e investimentos imobiliários Gavião Real.

 

Financiamento? «Não digo mais nada sem falar com os dirigentes»

 

- César do Paço:
Empresário, ex-cônsul honorário de Portugal na Florida (cargo do qual foi exonerado), dono da multinacional Summit Nutritionals, fanático da defesa.

 

A sua Fundação (DePaço) integra, no conselho consultivo, Nuno Melo (CDS), José Cesário e Carlos Gonçalves (PSD).

 

- Hélder Fragueiro Antunes:
Empresário, engenheiro, ex-piloto de corridas. CEO da Global Data Sentinel. Parceiro de César do Paço em alguns negócios, primo de Miguel Frasquilho (PSD, chairman da TAP).

 

Ventura? «Um sopro de ar fresco. Há uma estratégia dos media para o silenciar»

 

- Pedro Pessanha:
Fuzileiro na reserva, gestor imobiliário. Assessorou vários negócios do polémico BES Angola (BESA), hoje conhecido como Banco Económico.

 

«No Chega estamos fartos de corrupção, amiguismos, nepotismo e conúbio entre o Estado e os interesses económicos»

 

- Constantino Ferreira:
Pastor evangélico reformado. Já convidou mais de 4.000 pessoas para grupos de apoio a Ventura, crentes e não crentes, nas redes sociais.

 

«Ventura é o que os cristãos esperavam há muito. É católico como Salazar e ambos receberam a cultura do seminário»

 

- Fernando Jorge Serra Rodrigues:
Empresário têxtil (sofás), Salazarista devoto, defensor da ditadura fascista do Estado Novo, e divulgador de propaganda nas redes sociais.

 

«O 25 de Abril é um dia de luto nacional»

 

- Igreja Maná (de Jorge Tadeu):
Detentora dos canais de televisão KuriakosTV, TV Maná e ManáSat 1, tem dado especial destaque a Ventura.

 

«Precisamos de quem defenda a moral e os costumes cristãos contra os gays e outras modernices antinatureza e antifamília»

 

- Luís Filipe Graça:
Sócio na mediadora Elegantalfabeto, foi angariador imobiliário no segmento premium. Ex-dirigente do PNR e do Movimento de Oposição Nacional, embrião dos neonazis da Nova Ordem Social.
Nega ligações a extremismos, mas o filho organizou eventos nacionalistas.

 

- Ricardo Regalla:
Consultor na mediadora imobiliária 1st Class Key, especializada nas áreas prime (Cascais-Sintra-Lisboa) e em vistos gold. Lobista, organizador de festas de luxo, liderou associações tauromáquicas.

 

«Ventura é o único líder capaz de mudar o curso de Portugal»

 

- Cristina Vieira:
Cartomante na TVI, antiga directora de operações da LibertaGia, sociedade que a partir das Bahamas terá lesado perto de dois milhões (!) de clientes através de um esquema fraudulento em pirâmide.

 

- José Lourenço:

Consultor imobiliário, VP na Fundação DePaço. Acusado pelo ex-dirigente nacional do Chega (Miguel Tristão) de fazer entrar dinheiro de formas "estranhas" no partido. Aparece na lista pública de devedores fiscais em Portugal. Amigo de Silva Carvalho «com muito gosto».

 

- António Tânger Correia:
Ex-diplomata, adjunto de Freitas do Amaral durante o governo de Sá Carneiro

Suspenso das suas funções devido a VÁRIAS irregularidades na gestão da embaixada em Vilnius: lesou o Estado desviando 34827€ em IVA, mais 41181€/ano para despesas "pessoais".

 

- Pedro dos Santos Frazão:
Veterinário. Membro supranumerário da Opus Dei. Amante de tauromaquia. Pai de 7. Participa em anúncios na TV. Escreve ocasionalmente no Observador.

 

Tem uma história pessoal interessante, advogando publicamente a defesa da família, quando no entanto

 

- Paulo Lalanda de Castro:
Empresário. Referenciado nos Panama Papers, na Operação Marquês, e nos Vistos Gold. Acusado de corrupção no processo Máfia do Sangue. Dono da Intelligent Life Solutions, empresa que André Ventura ajudou a ilibar no pagamento de mais de €1M em IVA.

 

- Armando Baptista:
Comandante da delegação da Cruz Vermelha na Amadora.
Defende a criminalização e deportação de imigrantes ilegais, promoveu petições contra o Pacto de Migração e
Asilo da CE, mas afirma não ser xenófobo.
Ligação às forças e aos serviços de segurança e socorro.

 

- Arlindo Fernandes:
Admirador de Salazar, empresário, ex-dirigente e breve deputado do CDS.
Acusado em 2019 pelo MP de burla qualificada, falsificação de documento e branqueamento de capitais em negócios imobiliários.
Ameaçou de morte João Ferreira, outro dirigente do Chega.

 

- Manuel de Carvalho, o “Mitterrand” de Armamar:
Empresário, cônsul honorário da Costa do Marfim (abriu portas à Bial e Mota-Engil), antigo deputado e ex-vereador do CDS (Viseu), candidato pelo PPM (Porto).

 

"Poderia estar a ganhar muito dinheiro, mas sacrifica-se pelo país”.

 

- Diogo Pacheco de Amorim:
Antigo ideólogo do CDS e PND. Vice-presidente do Chega com ligações à monarquia portuguesa: é amigo de longa data de D. Duarte, e conseguiu que o Duque de Bragança recebesse Ventura na sua residência oficial, para promover o partido no estrangeiro.

 

[Fanado no Twitter]

 

"Portugueses de bem", Capítulo I

 

 

 

 

O porco na chafurda, VII

por josé simões, em 08.01.21

 

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O porco na chafurda: "Paulo Pedroso oinc oinc. Paulo Pedroso oinc oinc. Paulo Pedroso oinc oinc. Paulo Pedroso oinc oinc. Paulo Pedroso oinc oinc.".

 

Quando era por demais evidente que o porco na chafurda ia falar, por esta ordem, no MRPP, em Paulo Pedroso e José Sócrates, o bonzo dos paineleiros-comentadeiros das televisões - Miguel Sousa Tavares, diz que Ana Gomes foi previsível ao falar em Luís Filipe Vieira. Somos [são] tão inteligentes e perspicazes.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

O porco na chafurda, Capítulo VI

 

 

 

 

"Portugueses de bem"

por josé simões, em 08.01.21

 

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"Morte aos portugueses" em França

 

 

 

 

O porco na chafurda, VI

por josé simões, em 07.01.21

 

 

 

O porco na chafurda, curiosamente com os mesmos movimentos de mãos de Trump, ofendido por Marisa Matias lhe ter chamado cobarde e vigarista, exactamente um dia depois de ter chamado a Marcelo Rebelo de Sousa o "Presidente dos bandidos". O porco na chafurda, nunca interrompido por Clara de Sousa, constantemente a interromper Marisa Matias com a complacência de Clara de Sousa. Clara de Sousa, pivot do grupo de comunicação social - Grupo Impresa, neste momento "Enemy of the people".

 

O porco na chafurda, Capítulo V

 

 

 

 

O porco na chafurda, V

por josé simões, em 06.01.21

 

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O porco na chafurda, que Tiago Mayan Gonçalves não fala de Portugal, é só exemplos de países estrangeiros, Suécia, Irlanda, Alemanha, Lituânia. Exactamente no dia a seguir ao debate com João Ferreira, onde não fez mais do que falar de países estrangeiros qualquer que fosse o motivo ou o tema em discussão, Venezuela, Vietname, Cuba, Coreia do Norte.

 

[Imagem]

 

O porco na chafurda, Capítulo IV