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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Agora pençem *

por josé simões, em 23.09.20

 

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André Ventura, nos intervalos de consultor da Finparter, empresa especializada na aquisição de vistos gold e imobiliário de luxo, o denominado planeamento fiscal, em português corrente "fuga ao fisco":

 

Novo Banco: Falta de comparência de André Ventura impede discussão parlamentar sobre nova auditoria

 

* Não é gralha no título do post, é como escrevem os analfabetos e matarruanos, minions do Chaga, de plantão ao Facebook 24 horas/ dia.

 

[Roubado]

 

 

 

 

Da série "O pensamento político de Sá Carneiro"

por josé simões, em 22.09.20

 

Phantom of the corridor The chilling power of a gh

 

 

Diz a senhora presidente do Instituto que o Chaga "não comunga dos princípios de Sá Carneiro". Deviam ter perguntado antes à senhora Conceição Monteiro, que via em Santana Lopes uma reencarnação do "eleito", o Santana do Aliança, barriga de aluguer dos fascistas vindos do PNR a caminho do partido do Ventas.

 

[Imagem "Phantom of the corridor The chilling power of a ghostly figure"]

 

 

 

 

O doutor Mengele

por josé simões, em 20.09.20

 

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Do fascista PNR para o "andar por aí" Aliança até à "moção de estratégia global" na convenção do partido do ponto de exclamação, para onde migraram todos os fascistas do PNR depois do fracasso que foi o barriga de aluguer Santana Lopes contra Rui Rio, um tal de Rui Miguel Prata Ferro Roque propõe na Moção de Estratégia Global Para Portugal, Capítulo II, Saúde, ponto 1 - "Em relação à Interrupção Voluntária da Gravidez, vulgo aborto, propomos que todas as mulheres que abortem no Serviço Público de Saúde, por razões que não sejam de perigo imediato para a saúde, cujo bebé não apresente malformações ou tenham sido vítimas de violação, devem ser retirados os ovários, como forma de retirar ao Estado o dever de matar recorrentemente portugueses por nascer [...]".

 

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Adenda: quanto mais escreverem o nome do partido do ponto de exclamação e o nome do líder mais o algoritmo o mete cá em cima e lhe dá visibilidade e como ainda está para nascer um algoritmo mais inteligente que o ser humano por aqui optou-se por Chaga - com a, e Ventas.

 

 

 

 

A democracia fiscal do Ventas

por josé simões, em 09.09.20

 

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André Ventura, em regime de licença sem vencimento da Autoridade Tributária, e em situação de conflito de interesses no que diz respeito ao combate à fraude fiscal e fuga aos impostos por acumular o cargo de deputado com o de consultor da Finparter, empresa especializada na aquisição de vistos gold e imobiliário de luxo, o denominado planeamento fiscal, em português corrente "fuga ao fisco", apresentou um projecto de revisão constitucional que visa eliminar a "ideia obrigatória" da progressividade nos impostos sobre o rendimento. Dito de outra forma, quem ganha 600 € mensais leva, por exemplo, com uma taxa de 13% em cima, a mesma taxa a aplicar a quem ganha 6 000, 60 000, 600 000 ou 60 milhões, que a vidinha custa a todos. É a voz do dono e, não fossem os manhosos dos ciganos do RSI, o país era muito mais justo e democrático.

 

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Um cartaz para a campanha eleitoral de Ana Gomes

por josé simões, em 08.09.20

 

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O Ventas do Chaga no Twitter.

 

 

 

 

Se o Chega fosse Governo

por josé simões, em 03.09.20

 

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"Para mim, é pessoal. Se o Chega fosse Governo, eu seria proibido de exercer cargos públicos. Não poderia fazer parte de uma organização sindical, que seria proibida.

 

O meu casamento seria anulado. Seria proibido de adoptar. Seriam eliminadas quaisquer normas que protejam especificamente mulheres ou qualquer outro grupo.

 

Caso eu pertencesse a outro partido político, este poderia ser ilegalizado, visto o Chega pretender a aprovação de uma nova Constituição sem os limites de revisão material da actual. Viveríamos naquilo a que eles chamam a Quarta República.

 

Se eu tivesse outra cor ou sexo, não poderia desempenhar determinadas funções devido às variáveis genéticas e às diferenças culturais entre famílias. Ainda não é claro se isto me impediria de votar.

 

Se fosse mulher, não existiriam protecções jurídicas pela minha igualdade salarial. Também me seria negado o acesso à contracepção ou à IVG, pois ambas violam o direito à vida.

 

Sob este novo regime, a minha cidadania - bem como outros direitos - poderia ser-me retirada, visto eu ter de “merecer” os meus direitos enquanto cidadão português. Estas ponderações baseiam-se no Direito Natural.

 

Teríamos de tirar a minha mãe do lar onde ela reside, porque a Segurança Social não pagaria a sua prestação. O meu pai ficaria sem a sua reforma, porque essa já não seria uma função do Estado.

 

O meu irmão não poderia ter acesso a uma educação tendencialmente gratuita, porque essa já não seria uma função do Estado. Se eu ficasse desempregado, não receberia subsídio de desemprego pela mesma lógica.

 

Falando de desemprego, este seria totalmente liberalizado, visto o meu empregador ter total liberdade contratual face a mim enquanto trabalhador. Em teoria, qualquer empregador poderia criar um contrato sem garantias laborais rigorosamente nenhumas.

 

As funções do Estado seriam - paradoxalmente - apenas as que o mercado livre não assegure, mas igualmente concedidas numa lógica de competitividade e lucro, como os privados. A função redistributiva do Estado desapareceria.

 

A habitação social seria eliminada. A educação pública seria progressivamente subfinanciada em preferência da privada. O SNS seria privatizado.

 

Embora o Estado assegure estas funções apenas quando não existam privados que as assegurem, terei de as pagar como um utilizador privado, sem direito a qualquer subsídio ou moderação dos preços dos serviços. P. ex., as taxas moderadoras do SNS mudariam para preços de custo.

 

Os serviços públicos não receberiam quaisquer compensações pelos seus encargos com os contribuintes; ao invés, quando houvesse lugar a subsídios (algo que tb é paradoxal face ao ponto anterior), estes seriam entregues directamente ao contribuinte.

 

No caso de quaisquer litígios com o Estado, os tribunais administrativos seriam extintos. A pena de prisão perpétua seria uma pena possível. Os crimes de ódio desapareceriam da legislação penal. Os recursos para o TEDH não seriam admissíveis.

 

Quaisquer referências ao Islão na educação pública seriam proibidas. Os muçulmanos poderiam ser livremente expulsos do país por “suspeitas de radicalismo”. O facto de um migrante entrar ilegalmente em Portugal tornaria impossível q legalizasse a situação (bye bye non-refoulement)

 

A perda da nacionalidade adquirida seria uma pena acessória obrigatória para quaisquer crimes de violência contra terceiros. As organizações de “protecção humanitária” seriam abolidas.

 

Os professores poderiam utilizar quaisquer métodos à sua disposição para recuperar a sua “autoridade” perante os alunos, incluindo a violência física. Os sistemas de bolsas de estudo seriam apenas em função do mérito e não da necessidade.

 

As penas criminais seriam aplicadas imediatamente nos seus máximos, independentemente de históricos criminais ou “pequenos delitos”. Comportamentos como o consumo de drogas leves seriam repenalizados.

 

As relações externas de Portugal teriam de ter como base “heranças culturais” partilhadas (ou repudiadas) com os outros países. A nossa relação com a UE mudaria para a proposta pelo Grupo de Visegrado.

 

Apenas poderia imigrar para Portugal caso pudesse identificar um antepassado neste país. Não é claro quão antigo este antepassado poderia ser, e se teria de ser branco para o requerer.

 

Recuso-me a chafurdar mais na lama, mas tudo isto são propostas concretas presentes na declaração de princípios do Chega.

 

É pessoal para mim; mas é pessoal para todos nós. Votar no Chega é votar por uma ditadura e votar por algo que se assemelha - e muito - ao Estado Novo. Com isto, façam o que a vossa consciência vos disser.

 

Mas quando os vossos pais, irmãos, primos, amigos, colegas, disserem que o gajo “diz muitas verdades”, saquem das propostas. Porque ninguém as lê e ninguém as conhece, apesar de serem públicas. E apesar de serem pessoais até com quem diz que o gajo “diz muitas verdades”."

 

Afonso no Twitter

 

["Cadetes" da Mocidade Portuguesa na imagem]

 

 

 

 

Há aqui um padrão

por josé simões, em 29.08.20

 

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O Maneta de Ferro Contra a Guilhotina Voadora

por josé simões, em 27.08.20

 

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O Partido Pró-Vida, contra o aborto marchar marchar, vai fundir-se com o Chega em Setembro na convenção que vai referendar a pena de morte

 

[Título e imagem]

 

 

 

 

O maravilhoso mundo do partido de André Ventura

por josé simões, em 21.08.20

 

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"De acordo com a Visão, vários dirigentes do Chega dedicam-se ao sector imobiliário de luxo, como é o caso do vice-presidente e ideólogo do Chega, Diogo Pacheco de Amorim, consultor imobiliário que assumirá o lugar de André Ventura no Parlamento no arranque da campanha presidencial, e o diretor de comunicação do partido, Ricardo Regalla, consultor na imobiliária 1st Class Key, com negócios na capital e na linha de Sintra e Cascais."

 

 

f) Optimização do valor dos activos imobiliários do Estado. No plano de emagrecimento do Estado estará incluída a devolução, à economia privada, de todos os activos imobiliários por ele detidos quer por concessão, quer por arrendamento, quer por venda. O Estado é um péssimo gestor de activos, quaisquer que eles sejam. Esta optimização será procedida de uma classificação de cada um dos imóveis que serão distribuídos por duas classes básicas: com interesse patrimonial ou sem interesse. Estes últimos serão liminarmente vendidos. Quanto aos primeiros será a sua exploração concedida segundo critérios rigorosos a definir

 

Chega! Programa Político 2019. Matriz Política do Chega! 1. A ORGANIZAÇÃO DO ESTADO 1.2. Organização Administrativa

 

 

 

 

O exterminador implacável, contra o crime e a corrupção

por josé simões, em 20.08.20

 

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Honi soit qui mal y pense

por josé simões, em 19.08.20

 

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Miguel Albuquerque, o da reforma do Estado "é despedir funcionários públicos, não vale a pena estar com ilusões, 78% da despesa do Estado é com pessoal", depois de ter defendido uma aproximação ao Chega do ex-camarada de partido, porque Sá Carneiro também fez uma aliança com o CDS quando se dizia que era fascista, foi convidado pelo ex-camarada de partido, André Ventura, líder do Chega, que no programa político "defende o fim progressivo do Serviço Nacional de Saúde, a privatização total da escola pública (…), que o Estado se deve livrar dos edifícios das escolas, defende a privatização dos hospitais e dos centros de saúde", para o apoiar formalmente e "integrar a sua candidatura à Presidência da República". O útil ao agradável, a fome e a vontade de comer, brothers in arms.

 

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Portugal dos macacos

por josé simões, em 14.08.20

 

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Quando o tempo devia ser de unidade e resposta de todos os democratas ao racismo e aos novos fascistas, aparecem os donos da democracia, mestres do whataboutism, em português "entãosismo", copyright ao Rui Tavares, liberais e outros piadistas, copycats do The Peoples Cube que fazia as delícias do Tea Party que pariu Donald Trump e que no auge dos blogues teve cultores entre a direita radical que, pela mão do pantomineiro do pin, também conhecido por Passos Coelho, o que desconfinou os fascistas, havia de povoar ministérios e direcções-gerais como "técnicos" e "especialistas", com o "então e os Antifa?", "então e os mortos das FP 25?", "então e as Brigadas Revolucionárias?", "então e os SUV [Soldados Unidos Vencerão]?", "então e o Camilo?", "então e?.." como forma de desvalorizar as acções daqueles que dizem em público e em voz alta o que eles só se atrevem a pensar em privado.

 

Voltando ao início do post, quando o tempo devia ser de unidade e resposta de todos os democratas ao racismo e aos novos fascistas. De todos os democratas, e a ponto é este.

 

[Imagem "Racismo. PSP apresenta queixa-crime contra o jornal "Público" por causa de cartoon"]

 

 

 

 

Os minions do Ventas do Chaga

por josé simões, em 12.08.20

 

 

 

A gente olha para a lista e vê os nomes Beatriz Gomes Dias, Joacine Katar Moreira, Mamadou Ba e pensa, ok, os imbecis são racistas, olham, vêem um preto, e um preto tem de ir para África, mesmo que seja da enésima geração nascida em Portugal, é assim mesmo que funciona quem nasce com um neurónio, Deus quando distribuiu a inteligência pela humanidade esqueceu-se de alguns, calhou-lhes a eles, tadinhos, nacionalistas o que caralho isse signifique, ainda por cima quando os pretos que têm de ir para África, curiosamente o berço da humanidade, têm mais neurónios que os "verdadeiros portugueses", alguns com aspecto de marroquinos. Adiante. Depois a gente vê o nome Mariana Mortágua e pensa WTF?! a Marina é branca, mais branca que o Machado skinhead e sem o aspecto berbere do senhor cabeça rapada e tatuagens suásticas por que cargas de água há-de abandonar o país e pedir asilo em África ou noutro lado qualquer? E depois a gente lembra-se do trabalho de Mariana Mortágua enquanto deputada na denuncia de crimes financeiros e a evasão fiscal de que André Ventura se alimenta e que alimentam o Chaga e percebe esta lista.

 

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A seguir Manuel Luís Goucha deixa o Facebook e abre conta no Parler

por josé simões, em 11.08.20

 

 

 

A única coisa que vejo de errado nesta foto é o facto de não ter sido respeitado o distanciamento físico

 

 

 

 

"Se fossemos racistas de verdade"

por josé simões, em 03.08.20

 

 

 

De quem é que nós "fomos atrás" para a Alemanha, França, Inglaterra, Luxemburgo, África do Sul, Venezuela, Brasil, etc, etc, para não ficarmos cá "a morrer à fome"? é a pergunta a que a senhora devia responder.

 

Hoje, um grupo de pessoas dedicou-se a tentar provar que não há racismo em Portugal. O resultado é este.