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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

"O liberalismo faz falta"

por josé simões, em 12.01.26

 

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O dia em que o taberneiro veio com "Deus, pátria, família e trabalho" porque "não pode existir medo das palavras" foi o dia em que João Cotrim de Figueiredo confessou não excluir votar Ventura numa eventual segunda volta das Presidenciais porque "O André Ventura dos últimos quatro dias eu ainda não conheci. Moderou o discurso e parece um político diferente". "O liberalismo faz falta".

 

 

 

 

Farinha, ovos, açúcar

por josé simões, em 12.01.26

 

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Todos os candidatos foram às cavacas a S. Gonçalinho. Todos menos o taberneiro. Cagava-se todo assim que via uma na sua direcção, tinha um guarda costas guarda-redes para impedir que uma coisa feita de farinha, ovos, açúcar, atingi-se o maricas, é ver as imagens nas televisões. Este tretas diz que tem Eanes como sua referência e exemplo de liderança. Que miséria. O valentão no parlapié de insultar adversários e ameaçar desgraçados que se vêem na condição de ter de vir trabalhar para outro país para fugirem à miséria do seu, foge de uma cavaca como quem foge de uma caixa de pastilhas elásticas.

 

[Link na imagem]

 

 

 

 

O taberneiro tem razão

por josé simões, em 28.12.25

 

 

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Marcelo encontrou-se "por acaso" com Teresa Leal Coelho num semáforo na Praça de Espanha durante a campanha eleitoral para as autárquicas; Marcelo encontrou-se "por acaso" com Carlos Moedas na Feira do Livro de Lisboa durante a campanha eleitoral para as autárquicas; Marcelo encontrou-se "por acaso" com Sebastião Bugalho na Ovibeja durante a campanha para o Parlamento Europeu; Marcelo só não se encontrou "por acaso" com Luís Montenegro na FIL durante a campanha para as legislativas por causa de um imbecil climático que achou por bem estragar um "paletó" Hugo Boss ao avençado da Spinumviva. Marcelo anda há 50 anos a fazer coisas "por acaso", com a cumplicidade e a complacência dos media, dos comentadores, do poder político. Ah e tal, é o Marcelo a ser Marcelo. Não, não é, são vocês a permitirem todo o tipo de marcelices. Pode parecer estranho mas o taberneiro tem razão

 

["Paletó" em vez de "fato" por causa de outro tipo de imbecis, os do Acordo Ortográfico, que insistem em escrever fato no lugar de facto]

 

 

 

 

Assim não

por josé simões, em 23.12.25

 

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O que devia ter sido um momento único para fazer pedagogia, desmistificar, desmontar a mentira e o discurso do ódio, foi aproveitado pelas televisões, todas sem excepções, para dar tempo de antena a apóstolos do taberneiro e minions do partido da taberna, para amplificarem ainda mais a mentira e o ódio e desrespeitarem os tribunais. Tempo de antena gratuito. Assim não.

 

 

 

 

O taberneiro tem de cumprir a lei

por josé simões, em 22.12.25

 

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A sonsice da "liberdade de expressão" termina quando começa o discurso do ódio. E o taberneiro tem de cumprir a lei.

 

Tribunal ordena remoção de cartazes do Chega dirigidos à comunidade cigana

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Ou o quê?!

por josé simões, em 16.12.25

 

 

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"Pedir desculpa? [aos ciganos]. Mas vivemos na Coreia do Norte, ou o quê?!". Isto não faz sentido nenhum, mas o taberneiro diz estas merdas da boca para fora e uma manada de acéfalos bate palmas.

 

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O bandalho

por josé simões, em 16.12.25

 

 

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"Cuba, Venezuela, o Irão, países de que vocês gostam" para logo no minuto seguinte "é por isso que não gostam de mim, porque comigo acabou a bandalheira, vão todos presos, o Sócras, mando-os prender todos", sem que o moderador, o entrevistador, o alegado jornalista, a pessoa do outro lado da mesa, que aceitou estar ali a ver cuspir, a ouvir gritar mentiras, na posição de oponente, lhe digam "Alto e pára o baile! Isto é  um Estado de direito, há separação de poderes, o senhor aqui não manda prender ninguém, onde o Presidente manda prender é em Cuba, na Venezuela, no Irão, isto não é uma bandalheira nas mãos do Andrezito ditadorzeco". Que o moderador, o entrevistador, o alegado jornalista não lhe digam, é o que há, agora o alegado oponente, no outro lado da mesa, engolir todas as alarvidades do bandalho e ficar calado...

 

 

 

 

O barómetro "taberneiro"

por josé simões, em 11.12.25

 

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A espinha dorsal do taberneiro é qualquer coisa... E ao mesmo tempo um indicador de que a greve geral foi um sucesso: era a favor, agora é contra o pacote laboral.

 

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A espinha dorsal do taberneiro é qualquer coisa... Quando polícias e GNR's derrubaram as barreiras, galgaram as escadas, quase até à porta da Assembleia da República, não se lhe ouviu uma palavra, hoje, quando meia-dúzia de bandalhos tomaram conta do que restava da manif, depois das centrais sindicais se terem retirado. quer à força ouvir a condenação de toda a esquerda pelos incidentes, insinuando uma ligação da esquerda aos arruaceiros.

 

 

 

 

O mal-educado

por josé simões, em 29.11.25

 

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Como é que alguém equaciona classificar com um , um só ponto que seja, o boneco inqualificável, que passa todo um debate a berrar, a cuspir, a insultar, a vomitar ódio, a interromper o oponente, a mentir, a mentir, a mentir, e quando apanhado a mentir saca da manga outra mentira ainda maior para para fugir em frente?

 

 

 

 

Os afonsinhos do condado

por josé simões, em 12.11.25

 

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Foi há muito tempo, foi no passado domingo, e hoje é quarta-feira e já ninguém se lembra, o Frazão, deputado eleito pelo partido da taberna, entrou em directo no ecrã do grupo excursionista Reconquista, reunido na Maia sob a batuta do Afonsinho do condado, um cromo com bigodinho gay anos 80, que não gosta de mulheres. Por uma daquelas coincidências, no dia em que a coisa começou a ser falada o taberneiro chamou os jornalistas para falar, outra vez, sobre cartazes e ciganos e sobre ciganos e cartazes, sobre a prestação do Frazão titubeou umas palavras, enrolou-se, seguiu em frente, os jornalistas também não o chatearam muito que não é para isso que eles ali estão. Não foi ele, foi o outro. É que todos os votos contam, o Frazão foi o cordeiro sacrificial, o chefe pode seguir em frente, "agora não me toca", como veio da terra dele cantar o Anselmo Ralph.

 

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Foi à lã, saiu tosquiado

por josé simões, em 03.11.25

 

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O taberneiro grita, esbraceja, mente, interrompe o oponente, interrompe o entrevistador, insulta e goza com toda a gente - Jerónimo de Sousa era "o avô bêbado", começou aqui, foi há muuuuuito tempo, foi em 2021, já ninguém se lembra. O taberneiro inaugurou e normalizou a era do insulto, da má-educação, da falta de respeito, do vómito, da chafurda. O taberneiro faz isto tudo e no minuto seguinte tem uma horda de minions, conhecidos, anónimos, contas falsas, bots, a amplificarem e repercutirem o que foi vomitado, jogam com o algoritmo e o algoritmo joga com eles. É o que é, estamos na era do vómito e da javardice.

 

O taberneiro foi à undécima "entrevista exclusiva" mensal num canal do cabo. O taberneiro não gostou da última pergunta e protestou, passou a língua pelas beiças, ainda mais do que é habitual, e protestou outra vez. Afinal não se conseguia entrevistar a si próprio, e fica à nora com perguntas simples, tipo "se sempre disse que queria ser primeiro-ministro, porque se está a candidatar a presidente?" podia o perguntador ter acrescentado "depois de se ter candidatado a todas as câmaras municipais do país nas últimas autárquicas", não teve tempo, o Costa filho atalhou que se fosse com ele tinha sido "porque berra tanto?", o taberneiro amuou, fez beiço, foi embora, e no minuto seguinte tinha uma horda de minions, conhecidos, anónimos, contas falsas, bots, os mesmos que espalham ódio, boataria, javardice, vomitado, indignados nas redes com o "jornalismo militante [sic] da CNN. Mal habituados. O chefe tinha sido vítima da fórmula que manipula. Ainda por cima às mãos de um "monhé" [sic], está lá, escarrapachado em todos os comentários cobardes, anónimos escondidos atrás de burcas com a cruz de Cristo, o Henriques franciu que bateu na mãe, vikings, bandeiras da reconquista, e o caralho, rataria saída dos bueiros. Não há nisto racismo nenhum, honi soit qui mal y pense.

 

O Costa filho fez ao taberneiro o que o taberneiro faz aos outros ou, como diz o povo, "foi-lhe pela peida acima", em directo e a cores. Se calhar a fórmula de lidar com o taberneiro é meter o taberneiro na ordem, saltando para trás do mesmo balcão de taberna... O Gavin Newsom da Califórnia tem usado o mesmo expediente com o agent orange, quando sai da linha leva com ele em cima. 

 

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"Fazem falta 3 salazares"

por josé simões, em 28.10.25

 

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"Fazem falta 3 salazares"

por josé simões, em 27.10.25

 

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O encantador de burros

por josé simões, em 21.10.25

 

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O taberneiro sabe que Eanes esteve no 25 de Abril, que atrasou a vida aos Pachecos Amorins desta vida, e no 25 de Novembro, que os remeteu outra vez para os buracos de onde estavam prestes a sair.

O taberneiro sabe que Eanes foi eleito para um segundo mandato com os votos do PCP, contra toda a direita raivosa, Pachecos Amorins incluídos.

O taberneiro sabe que Eanes foi testemunha abonatória de Otelo Saraiva de Carvalho, e que em tribunal disse que Portugal lhe devia a liberdade e democracia.

O taberneiro sabe isso tudo, os burros que o seguem os clientes do estabelecimento comercial é que nem por isso.

 

 

 

 

O encantador de burros

por josé simões, em 14.10.25

 

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"Somos já um grande partido do poder local português!", com ponto de exclamação e tudo. A foto do ungido em todos os cartazes do Minho ao Algarve e ilhas adjacentes rendeu 3 câmaras municipais, a maior com menos inscritos e menos votantes que a maior freguesia do concelho de Setúbal, onde ficou na terceira posição, a milímetros da castigada CDU. "Chega triplica câmaras". O triplo de zero é zero. No tempo do velho de Santa Comba, por quem tanto suspiram, iam para o canto da sala com umas orelhas de burro enfiadas na cabeça, depois de lhes ter sido aplicada uma dezena de reguadas em cada mão, pela inépcia à disciplina "Aritmética", e iam "ter de lidar com isso".

 

[Imagem de autor desconhecido]