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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Sign O' The Times, LXXVII

por josé simões, em 26.09.20

 

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The Rising Seas - Bargny, Senegal - 2020

 

Sign O' The Times, Capítulo LXXVI

 

 

 

 

«Engels, a reivindicar a luta pelo ambiente desde o século XIX»

por josé simões, em 24.09.20

 

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               Mar do Aral

 

 

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               Chernobyl

 

 

A luta pela Natureza é a luta pelo Socialismo, Marx e Engels mostraram. A realidade comprova.

 

 

 

 

Os gloriosos dias das "vistas maravilhosas"

por josé simões, em 24.09.20

 

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Cada vez mais perto os gloriosos dias das "vistas maravilhosas" em que deitados na toalha no areal de Tróia teremos como paisagem o Cristo-Rei, a ponte 25 de Abril e toda a linha de costa desde Lisboa até Cascais.

 

Secil estuda ampliação da pedreira no Parque Natural da Arrábida

 

[Inês de Medeiros na imagem, de autor desconhecido, por causa]

 

 

 

 

"Tour de France, Tour de France"

por josé simões, em 15.09.20

 

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A gente vê as imagens do Tour de France pela televisão, com as paisagens de cortar a respiração, floresta autóctone e biodiversidade, e fica a pensar "Foda-se que os francius são mesmo burros! O dinheiro que eles podiam ganhar com o "petróleo verde", a plantar eucalipto!"

 

[Título e imagem]

 

 

 

 

Cadeia alimentar

por josé simões, em 11.03.20

 

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Sweet Sneak Studio's photo series puts focus on microplastics in the food chain

 

 

 

 

Notícias do capitalismo

por josé simões, em 23.01.20

 

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coca-cola won't ban plastic bottles because its customers still want to use them

 

 

 

 

Qual foi a parte que a gente não percebeu?

por josé simões, em 28.12.19

 

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Desviam o curso natural de um rio, Mondego, com um sistema de diques para se poder urbanizar como se não houvesse amanhã e passar da centenária cultura do arroz para a mais lucrativa e empregadora de mão-de-obra do milho, depois do pinheiro pelo eucalipto na mesma região. Com as primeiras chuvas a sério o dique colapsa e o rio faz o que sempre fez e que até era ensinado nas escolas: alagar tudo à volta com a nobre função de fertilizar os campos, mas culpa do prejuízo é de uma barragem que não foi construída, ou melhor, é de um Governo que não autorizou a construção da mesma. Qual foi a parte que a gente não percebeu?

 

[A imagem é de Nelson Garrido para o Publico]

 

Na sua prestação circense o ministro contorcionista não se lembrou de dizer que o Montijo é que é bom sítio para deslocalizar os habitantes do Mondego.

 

 

 

 

Uma casa na praia

por josé simões, em 23.12.19

 

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Nos idos dos fundos comunitários de Cavaco Silva primeiro-ministro toda a clientela política melhorou a qualidade de vida, sua e dos descendentes, enquanto os espanhóis construíam transvases, por exemplo. Agora, depois de um período de seca, vão toneladas de decalitros de água para o oceano. E agora é igual ao litro. Ou a chorar no molhado. Ou a quanto mais choras menos mijas. E a haver transvases construídos toda esta águinha podia ser aproveitada para regar campos de golfe no Algarve, incluindo aquele que foi aprovado com o silêncio da nulidade política que ocupa o cargo de ministro do Ambiente, e que dá pelo nome de Matos Fernandes.

Por outro lado houve um tempo em que se aprendia na escola a lezíria ribatejana que no inverno ensopava de Tejo a servir de fertilizante para as culturas. E o Mondego dos arrozais, que está agora alagado com as cheias. Do que é que as pessoas que ficaram com a casa de molho se queixam concretamente?

E que o nome dos sítios e das localidades não era assim porque sim, mas porque havia uma razão para tal, uma razão que se perdia nos tempos e na experiência de gerações e gerações que ali tinha vivido antes de nós. Por exemplo, o Rio da Figueira e a Ribeira do Livramento, em Setúbal, com o rio e a ribeira hoje tapados por alcatrão e casas à volta. Também se queixam muito da água quando chove. Ambos, os clientes políticos do PSD de Cavaco Silva e os residentes nas zonas a que não ligam a ponta de um corno ao nome nem às regras da natureza e insistem em eleger executivos camarários que urbanizam por cima de toda a folha, caduca e persistente, têm  agora casas na praia, os primeiros, os de Cavaco, com campo de golfe também. Do que é que se queixam concretamente?

 

[Imagem]

 

 

 

 

“+1,5C Lo Cambia Todo”

por josé simões, em 09.12.19

 

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The Prado Is ‘Updating’ Its Most Cherished Masterpieces to Illustrate the Dystopian Chaos Unleashed by Climate Change

 

 

 

 

Mobilização Global Pelo Clima. Global Climate Strike

por josé simões, em 20.09.19

 

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Global Climate Strike 20 - 27 Sept. #ClimateStrike in Lisbon

 

 

 

 

Rui Rio até concorda com o Bloco de Esquerda, "Não há Planeta B"

por josé simões, em 18.09.19

 

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[Imagem]

 

 

 

 

Don't suck the life out of our oceans

por josé simões, em 29.08.19

 

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Rethink Canada and Instil Image Co created these stark images for Green Peace Canada illustrating just how harmful plastic straws are to aquatic animals.

 

               The One Club for Creativity

 

 

 

 

Glug

por josé simões, em 19.08.19

 

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Glug, a creative events programme, is on a mission to build the world’s largest database of protest posters. Titled Protest by Design, the project is in preparation for the next round of global climate strikes taking place on 20 September, just three days before the UN climate summit.

 

[Via]

 

 

 

 

...

por josé simões, em 28.07.19

 

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[Aqui]

 

 

 

 

Vale zero

por josé simões, em 28.06.19

 

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Nos 80s, com o PCP acabadinho de inventar o Os Verdes para cavalgar a onda "Atomkraft? Nein Danke" e "No Nukes" que começava a ganhar forma como movimento político alternativo na Alemanha e que nos chegava no Verão em forma de carrinhas "pão de forma" ao litoral alentejano, Costa Vicentina e barlavento algarvio, as câmaras municipais CDU plantavam cartazes na borda da estrada nos limites do concelho com "Concelho de tal, livre de armas nucleares", como se isso valesse alguma coisa num país ainda na era das centrais a carvão, o exército equipado com obus OTO Melara dos anos 50,  e com uma autoestrada para o sul a terminar em Setúbal. Trinta anos depois o Bloco de Esquerda pede ao Governo que declare "estado de urgência climática" e a cidade de Nova Iorque "declares a climate emergency", a primeira cidade com mais de um milhão de habitantes a fazê-lo nos States. E isto vale o quê? Zero, nada. Circo de que as pessoas estão fartas. Acção e medidas concretas é o que se pede.

 

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