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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Cadeia alimentar

por josé simões, em 11.03.20

 

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Sweet Sneak Studio's photo series puts focus on microplastics in the food chain

 

 

 

 

Notícias do capitalismo

por josé simões, em 23.01.20

 

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coca-cola won't ban plastic bottles because its customers still want to use them

 

 

 

 

Qual foi a parte que a gente não percebeu?

por josé simões, em 28.12.19

 

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Desviam o curso natural de um rio, Mondego, com um sistema de diques para se poder urbanizar como se não houvesse amanhã e passar da centenária cultura do arroz para a mais lucrativa e empregadora de mão-de-obra do milho, depois do pinheiro pelo eucalipto na mesma região. Com as primeiras chuvas a sério o dique colapsa e o rio faz o que sempre fez e que até era ensinado nas escolas: alagar tudo à volta com a nobre função de fertilizar os campos, mas culpa do prejuízo é de uma barragem que não foi construída, ou melhor, é de um Governo que não autorizou a construção da mesma. Qual foi a parte que a gente não percebeu?

 

[A imagem é de Nelson Garrido para o Publico]

 

Na sua prestação circense o ministro contorcionista não se lembrou de dizer que o Montijo é que é bom sítio para deslocalizar os habitantes do Mondego.

 

 

 

 

Uma casa na praia

por josé simões, em 23.12.19

 

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Nos idos dos fundos comunitários de Cavaco Silva primeiro-ministro toda a clientela política melhorou a qualidade de vida, sua e dos descendentes, enquanto os espanhóis construíam transvases, por exemplo. Agora, depois de um período de seca, vão toneladas de decalitros de água para o oceano. E agora é igual ao litro. Ou a chorar no molhado. Ou a quanto mais choras menos mijas. E a haver transvases construídos toda esta águinha podia ser aproveitada para regar campos de golfe no Algarve, incluindo aquele que foi aprovado com o silêncio da nulidade política que ocupa o cargo de ministro do Ambiente, e que dá pelo nome de Matos Fernandes.

Por outro lado houve um tempo em que se aprendia na escola a lezíria ribatejana que no inverno ensopava de Tejo a servir de fertilizante para as culturas. E o Mondego dos arrozais, que está agora alagado com as cheias. Do que é que as pessoas que ficaram com a casa de molho se queixam concretamente?

E que o nome dos sítios e das localidades não era assim porque sim, mas porque havia uma razão para tal, uma razão que se perdia nos tempos e na experiência de gerações e gerações que ali tinha vivido antes de nós. Por exemplo, o Rio da Figueira e a Ribeira do Livramento, em Setúbal, com o rio e a ribeira hoje tapados por alcatrão e casas à volta. Também se queixam muito da água quando chove. Ambos, os clientes políticos do PSD de Cavaco Silva e os residentes nas zonas a que não ligam a ponta de um corno ao nome nem às regras da natureza e insistem em eleger executivos camarários que urbanizam por cima de toda a folha, caduca e persistente, têm  agora casas na praia, os primeiros, os de Cavaco, com campo de golfe também. Do que é que se queixam concretamente?

 

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“+1,5C Lo Cambia Todo”

por josé simões, em 09.12.19

 

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The Prado Is ‘Updating’ Its Most Cherished Masterpieces to Illustrate the Dystopian Chaos Unleashed by Climate Change

 

 

 

 

Mobilização Global Pelo Clima. Global Climate Strike

por josé simões, em 20.09.19

 

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Global Climate Strike 20 - 27 Sept. #ClimateStrike in Lisbon

 

 

 

 

Rui Rio até concorda com o Bloco de Esquerda, "Não há Planeta B"

por josé simões, em 18.09.19

 

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Don't suck the life out of our oceans

por josé simões, em 29.08.19

 

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Rethink Canada and Instil Image Co created these stark images for Green Peace Canada illustrating just how harmful plastic straws are to aquatic animals.

 

               The One Club for Creativity

 

 

 

 

Glug

por josé simões, em 19.08.19

 

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Glug, a creative events programme, is on a mission to build the world’s largest database of protest posters. Titled Protest by Design, the project is in preparation for the next round of global climate strikes taking place on 20 September, just three days before the UN climate summit.

 

[Via]

 

 

 

 

...

por josé simões, em 28.07.19

 

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[Aqui]

 

 

 

 

Vale zero

por josé simões, em 28.06.19

 

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Nos 80s, com o PCP acabadinho de inventar o Os Verdes para cavalgar a onda "Atomkraft? Nein Danke" e "No Nukes" que começava a ganhar forma como movimento político alternativo na Alemanha e que nos chegava no Verão em forma de carrinhas "pão de forma" ao litoral alentejano, Costa Vicentina e barlavento algarvio, as câmaras municipais CDU plantavam cartazes na borda da estrada nos limites do concelho com "Concelho de tal, livre de armas nucleares", como se isso valesse alguma coisa num país ainda na era das centrais a carvão, o exército equipado com obus OTO Melara dos anos 50,  e com uma autoestrada para o sul a terminar em Setúbal. Trinta anos depois o Bloco de Esquerda pede ao Governo que declare "estado de urgência climática" e a cidade de Nova Iorque "declares a climate emergency", a primeira cidade com mais de um milhão de habitantes a fazê-lo nos States. E isto vale o quê? Zero, nada. Circo de que as pessoas estão fartas. Acção e medidas concretas é o que se pede.

 

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Ambientalismo Chic

por josé simões, em 17.06.19

 

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O Skip, de "o único recomendado por 63 marcas de máquinas" a "embalagem feita com plástico dos oceanos", segundo o anúncio nas televisões.

Eu, que sou desconfiado com estes cristãos-novos do ambiente, depois de décadas a poluir como se não houvesse amanhã, enquanto consumidor, e pagador duas vezes, pelo produto e pelas medidas de preservação e/ ou recuperação ambiental das barbaridades cometidas por aqueles que engordam às custas dos produtos que compro, gostavam que me explicassem, muito bem explicadinho, como é que funciona esta coisa do "plástico dos oceanos", se a marca tem um barco por conta própria a recolher na "ilha de plástico do Pacífico", se o plástico é plástico reciclado e ponto final, se é tudo treta para surfar a moda do ambientalismo chic.

 

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Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 13.06.19

 

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               O secretário-geral da ONU na capa da Time

 

 

 

 

Vancouver, Main Street and King Edward Avenue

por josé simões, em 10.06.19

 

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More than 8 million tons of plastic are dumped in our oceans every year

 

 

 

 

Por mais campanhas que se façam

por josé simões, em 05.06.19

 

 

 

Não é só o lixo e o plástico que continuam a ir para o chão e para o rio e daí para o mar, quase 80 mil toneladas compostos por 1,8 mil milhões de fragmentos estão no oceano Pacífico entre a Califórnia e o Havai, uma área equivalente a três vezes a França, até entrar na cadeia alimentar de peixes e humanos, depois do prejuízo e dos danos irreparáveis nos habitats marinhos, como quem devia contribuir para a resolução do problema faz como se ele não fosse seu/ nosso.

 

Os da ponte mais abaixo que se amanhem que aqui o problema já está resolvido. Se fosse no Alentejo diziam "é ingenhêro".

 

Foi no dia 3 de Junho, na Sérvia, um país na agenda para o alargamento futuro da União Europeia.