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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Road to Nowhere

por josé simões, em 23.10.18

 

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On October 13, a group of hundreds of people gathered together to flee their impoverished home country of Honduras in a caravan headed toward the United States, seeking a better life for themselves and their families. That caravan quickly swelled to approximately 7,000 Central American immigrants as it passed north through Guatemala. As of today, most of these men, women, and children have just entered Mexico, yet they remain more than a thousand miles south of the U.S. border. President Donald Trump has called the approaching group a “national emergency,” vowed to cut tens of millions of dollars in aid to three Central American countries, and will possibly cancel a recent trade deal with Mexico if the caravan isn’t stopped before it reaches the U.S. Below, photographs of the caravan from its first 10 days and some of the difficult paths taken by those involved.

 

 

 

 

||| E quando pensavamos que já tinhamos visto de tudo...

por josé simões, em 07.05.15

 

Demonstrators don gas masks to avoid the tear gas

 

[Demonstrators don gas masks to avoid the tear gas being fired by police. Photograph: Associated Press]

 

Riot police, Athens, 5 May 2010. Photograph Louisa

 

[Riot police, Athens, 5 May 2010. Photograph: Louisa Gouliamaki/ AFP/ Getty Images]

 

Rioters beat a policeman during a rally against go

 

[Rioters beat a policeman during a rally against government austerity measures in Athens. Photograph: John Kolesidis /REUTERS]


Querem ver que ganha uma deste género?!


«IMF youth photo contest: Latin America and the Caribbean- Through the Eyes of the Youth»

 

 

 

|| Como diz “a outra”: “Eu hoje acordei assim”

por josé simões, em 28.04.10

 

 

 

 

 

 

|| O mundo mudou

por josé simões, em 29.06.09

 

 

 

Pelo que me é dado a perceber «o mundo mudou» na perspectiva de que os “amaricanos” estão inibidos – e bem – de fazer, como no passado, golpadas no seu “front yard”, directamente como no Panamá e em Granada, ou por interposta pessoa, como no Chile na Argentina ou no Uruguai, por exemplo. O pelouro das golpadas foi entregue ao vereador Hugo Chávez que já colocou «os militares venezuelanos em alerta» e ameaça fazer tudo o que tiver de fazer «para que Manuel Zelaya seja restituído ao seu cargo"».

 

O mundo mudou. Ainda Não sei é se foi para melhor.

 

(Imagem AFP via Público España)

 

 

 

Che Guevara na Atlântico (IV)

por josé simões, em 11.10.07

 

O Prémio Nobel da Economia Joseph Stiglitz disse na quarta-feira em Caracas que a decisão do Presidente venezuelano, Hugo Chávez, de criar um banco regional de empréstimos será benéfica para a América do Sul.
(…)
Stiglitz, que venceu o Prémio Nobel da Economia em 2001, criticou também os acordos comerciais dos Estados Unidos com a Colômbia e outros países.
«Isso está a minar a cooperação andina e faz parte da estratégia americana de dividir para conquistar, uma estratégia para tentar conseguir o máximo de lucros para as empresas americanas, deixando pouco para os países em desenvolvimento», disse.”
(Ler na íntegra aqui)
 
Os tempos mudaram, e, com eles mudaram os métodos. Deixou de ser ética e politicamente aceitável incentivar e suportar ditaduras militares como forma de tirar dividendos no plano económico, apesar da justificação ter sido sempre política: o mal menor na luta contra o comunismo. No entanto a ideia base objectiva mantém-se imutável. O capitalismo – aqui na acepção económica do termo – vestiu novas roupagens: liberalização dos mercados e competitividade. Qualquer semelhança com o que aqui foi escrito, e que potenciou o aparecimento de Ches e Castros é, obviamente pura coincidência…
 
Pois é caro Daniel, por muito que lhe custe admitir, eu é que tinha razão. Perder tempo a discutir bigodes… (Segue-se um palavrão terminado em ssseee).
 
(Foto via La Stampa)