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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| O Governo não quer a precarização nem tem um modelo de baixos salários para o país

por josé simões, em 23.06.14

 

 

 

Estágios pagos pelo dinheiro do contribuinte para ao fim de seis meses de trabalho terem como saída profissional o olho da rua. Que sigam o exemplo de «uma multinacional que estabeleceu uma aliança com outras companhias para a criação de 500 ofertas de estágios para jovens em Portugal»: 3 euros à hora, num máximo de 39 horas e meia semanais, para fintar o vínculo laboral e o pagamento de subsídios vários. Como alternativa restas-lhes sempre a emigração, também ideia do senhor primeiro-ministro, que ainda aproveitou o momento para desejar «que as "oportunidades" geradas pelos novos fundos comunitários possam ser "mais bem aplicadas do que no passado"» que isso do maná fundos comunitários já foi chão que deu uvas e os tempos das Tecnoformas e dos aérodromos em cada esquina já lá vão.

 

«Passos desafia empresas a criar ofertas de estágio para jovens»

 

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