"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
"The sad truth about gender equality in Germany: Men dominate the management and executive boards - with 91.4%. Time to prove that women belong in leadership too. Based on a data project, L'Oreal Paris collected and analyzed several studies and data sets with results that led to the first cosmetic advertising for men.
Simplified infographics with products prove that women belong in leadership roles. For good reasons: With women in 30% of management positions profitability increases by 15%.
They perform 24% better in management reviews.
And help to develop more innovations, for example with 20% more patents per year.
All this speaks a clear language...which is also understood by the decision-makers in listed companies: men."
Começou a financiar Franz-Joseph Strauss da CSU e o FDP, depois passou para o Liga dos Cidadãos Livres, já vai lançado na AfD e em Beatrix von Storch. Obviamente que a direita não tem nada a ver com a extrema-direita nem com o fascismo. E ai de quem os meter no mesmo saco, vem logo a Lei do Godwin e o caralho. A Lei de Godwin que não existe para quando a direita, por tudo e por nada e por dá cá aquela palha, chama Estaline e Trotsky para qualquer troca de argumentos com alguém por levemente que se situe à esquerda.
Cerca de 100 mortos, 30 000 detenções, mais de 1 000 sinagogas incendiadas, mais de 7 000 lojas destruídas ou seriamente danificadas. Foi assim que tudo começou.
Donald Trump, para exemplificar o que não quer nos Estados Unidos - milhares de imigrantes a assolarem as fronteiras do país todos os dias, invocou a crise migratória que assola a Alemanha [e a Europa], convertida em crise política alemã e, mais cedo que tarde, crise política europeia, a Alemanha e a Europa vítimas directas, por seguidismo político acéfalo e/ ou abstenção e fechar de olhos, dos milhares de refugiados provocados pelas políticas bélicas do amigo 'amaricano', do espalhar a democracia e a economia de mercado pela rosa dos ventos, assentes na mudança de aliados conforme as circunstâncias e os interesses. Chama-se a isto levar por tabela.
A direita filha da puta, habituada a fazer os outros à sua imagem, que no Twitter e no Facebook tratava, e trata, António Costa por "o monhé", "qué flô? qué flô?", sem argumentos arma um escarcéu onde não há nada, absolutamente nada mais do que mesmo que se herr Schäuble fosse de skate, de andas, de sandálias Birkenstock ou em tacões glam New York Dolls, o Governo da direita radical ajoelhoava-se sempre e, não só se ajoelhava, como também rezava.
A acusação do "Donald Trump's trade cief Peter Navarro" na primeira página do Telegraph de que a Alemanha é a única beneficiária com o Euro nos moldes em que está arquitectado. E agora?
E o mínimo que o Governo português podia fazer era chamar o embaixador alemão ao Palácio das Necessidades, para dar um sinal de que estamos vivos, de que temos dignidade, quase mil anos de história, e de que consideramos inaceitável que um qualquer badameco, ainda que investido nas funções de ministro das Finanças de um país da União Europeia, tome a liberdade de se pronunciar sobre a orientação política e económica de um Estado soberano, por um Governo legítimo, eleito em eleições livres e democráticas.