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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| “Tomai e bebei, este é o meu sangue”

por josé simões, em 10.09.09

 

 

 

Depois dos graves incidentes ocorridos no passado domingo durante as festas de Pozuelo de Alarcón, o Alcaide da localidade decidiu proibir o botellón.

Todo lampeiro, Carlos Rouco, presidente da Conferência Episcopal Espanhola veio logo dizer que a solução para o problema da violência juvenil provocada pelo consumo de álcool é "rezar todos los días en familia el Rosario de la Virgen".

 

Entretanto, e na noite do mesmo domingo, um padre – que pelos vistos se mete no bottelón e que também pelos vistos não reza “todos los días en familia el Rosario de la Virgen” -, professor da Universidade do Minho, ex-presidente da Assembleia Municipal de Braga e mandatário da candidatura autárquica de Mesquita Machado, atropelou mortalmente um cidadão numa avenida de Braga quando conduzia com uma taxa de álcool no sangue de 0,75 gr/l. Já o ano passado não tinha morto ninguém porque a Brigada de Trânsito o mandou parar a tempo: ia na Paz do Senhor ao volante do seu automóvel com mais de 1,2 gr/l de álcool no sangue.

 

Continua assim por explicar o declínio das vocações sacerdotais, uma vez que está amplamente provado que quem tem "má bebida" dá um excelente padre.

 

(Na imagem o Cardeal Cerejeira no Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa)