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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Um post deliberada e provocatoriamente politicamente incorrecto

por josé simões, em 13.03.18

 

 

 

Na entrevista que o palerma Bernardo Ferrão, arvorado a homenzinho, foi autorizado fazer à "rã que quer ser boi" [copyright Jerónimo de Sousa] a cada 5 minutos ouvia-se da boca de Assunção Cristas as palavrinhas mágicas "Adolfo Mesquita Nunes". A ambição polítca de Adolfo Mesquita Nunes justifica que se sujeite ao "somos um partido retrógrado, quase a roçar o fascista, mas até somos tolerantes e muito open mind e até temos um gay de estimação assumido"?

 

 

 

 

É preciso coragem, dizem

por josé simões, em 11.02.18

 

 

 

Adolfo Mesquita Nunes, que sempre teve boa timeline de esquerda, da esquerda urbana-chic do amiguismo lisboeta [oficialmente por causa do bom gosto, do bem vestir e da simpatia open mind], lança a escada na tentativa de criar uma vaga de fundo exterior que lhe permita aspirar a liderança do partido conservador, e por vezes até reaccionário, mas que perante a possibilidade de chegar ao pote do poder renegue os princípios em que acredita e que defende. E assim vão as coisas, quando a ideologia passa para plano secundário perante a orientação sexual, a identidade e o género. É preciso coragem, dizem.

 

[Imagem]

 

 

 

 

Adolfo Mesquita Nunes, o aprendiz de contorcionista

por josé simões, em 26.12.16

 

contortion.jpg

 

 

Sair de casa para a porta da Assembleia da República no dia de tolerância de ponto a seguir ao Natal, qual sem-abrigo ou deserdado pela família, para vir elencar para as televisões a educação [um processo em evolução desde 1975], o combate à pobreza [secretário de Estado do Governo que mais pobres criou em 50 anos de democracia] e o emprego [do Governo que mais falências fomentou e mais emigrantes patrocinou desde os anos 60 do séc. XX] como uma boa herança do Governo da direita radical PSD/ CDS que integrou, ou é um brincalhão ou se faz de tolinho ou ambas.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| Depois não querem, nem gostam, ser chamados de imbecis

por josé simões, em 24.05.14

 

 

 

Alguém que tenha uma casa, por exemplo, no Algarve, segunda habitação, herdada, o que quer que seja, desocupada todo o ano, ou ocupada um mês por ano, como queiram, quem é que impede esse alguém de emprestar a casa a um familiar, a um amigo, a um conhecido, como queiram também, xis dias durante o mês ípsilon para passar férias e até como forma de mostrar, para ladrão ver, que há gente ali?

 

O Estado, para o caso o fisco, vai plantar um fiscal à porta de cada habitação ou moradia a pedir a factura e o recibo do aluguer? "É pá, desculpe lá mas a casa foi-me emprestada por uma amigo", é isso?

 

E quem é que impede alguém, que pagou o aluguer duma casa para passar férias durante xis dias no mês ípsilon, muito mais barato do que um apartamento, aparthotel, hotel, de dizer, previamente combinado com o alugador, ao fiscal plantado pelo fisco ali à porta, que "não senhor, não paguei um cêntimo de euro pelo usufruto da casa, sou amigo do dono, é uma troca de favores, ocupo a casa durante xis dias durante o mês ipsílon e, enquanto ocupo a casa, além de ajudar na água, no gás e na electricidade, dou nas vistas porque o ladrão vê que há gente aqui"?

 

O que vai acontecer é que cada vez vai haver mais gente com "amigos" com casa no Algarve onde até fazem o favor de ir passar férias.

 

Passos Coelho que, depois da Teconoforma, para sacar fundos comunitários e da ONG, para sacar fundos comunitários, quer moralizar e disciplinar o acesso ao uso e ao mau uso dos fundos comunitários, quer também disciplinar a fuga ao fisco e o turismo paralelo, depois das férias "clandestinas" na Manta Rota.

 

Já não há uma coisa chamada "a puta da vergonha".

 

 

 

 

 

 

|| Vinte mil léguas submarinas

por josé simões, em 24.09.13

 

 

 

Já é dos livros, o CDS e as contrapartidas. «O secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, admitiu no final de Março […] que se houver contrapartidas o governo não descarta apostar neste projecto». Definitivamente, há coisas que nunca mudam.

 

[Imagem]