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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 10.07.19

 

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               A primeira página de A Bola.

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 06.02.19

 

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Uma primeira página de A Bola assinada por Stan Lee?

 

 

 

 

Da série "O Papel da Comunicação Social na Pacificação do Futebol Português"

por josé simões, em 08.12.17

 

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Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 22.05.16

 

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A primeira página de A Bola, segunda-feira, 30 de Junho de 2014

 

 

 

 

 

 

||| Descubra as diferenças

por josé simões, em 23.03.16

 

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||| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 02.02.16

 

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A primeira página de A Bola, terça-feira, 9 de Junho de 2015


[Via]

 

 

 

 

||| Descubra as diferenças

por josé simões, em 14.11.15

 

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[A Bola, Portugal]

 

 

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[Marca, Espanha]

 

 

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[Record, Portugal]

 

 

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[L’ Équipe, França]

 

 

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[O Jogo, Portugal]

 

 

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[La Gazzetta Dello Sport, Itália]

 

 

 

A ignorância é boa e o vinho induca. 41 anos depois.

 

 

[Actualizado às 20:30]

 

 

 

 

 

||| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 19.11.13

 

 

 

O PREC, reloaded, na primeira página de A Bola. E o título podia ser "Camarada Pal Bent, o grande… aaa… o grande educador da… aaa... da classe aaa… da classe futebolista".

 

 

 

 

 

 

|| In Memoriam

por josé simões, em 20.12.10

 

 

 

 

 

Aurélio Márcio

 

1919 – 2010

 

 

 

 

 

 

 

Facciosismo

por josé simões, em 01.10.08

 

Hoje sou obrigado a dar a mão à palmatória àqueles que sistematicamenteescrevem que os desportivos da capital ignoram os feitos do FC Porto.

 

 

 

Reflexão futebolística

por josé simões, em 08.06.08

 

Se eu quisesse um jornal com 11 – onze – 11 páginas a falar de futebol e da Selecção comprava o A Bola.

Ao menos sabem do que falam.

 

 

 

A cidade de Setúbal

por josé simões, em 16.05.07

Só hoje tomei conhecimento do que a seguir se dá conta. Veio via Página dos Concursos em http://paginadosconcursos.blogspot.com/ . Para ler com atenção:

 

"Em minha opinião, o Vitória de Setúbal é a pior equipa do campeonato e a sua descida aos infernos da Liga de Honra é absolutamente natural e justificada. Passa-se com o Vitória a mesma coisa que se passa com a própria cidade de Setúbal.

Há 20 anos atrás, Setúbal tinha todas as condições para se transformar numa cidade modelo, em termos de urbanismo e qualidade de vida: Dimensão adequada, Espaço para se desenvolver harmoniosamente, Possibilidade fácil de recuperar o centro histórico e ligá-lo ao rio, Condições naturais excepcionais, Com o estuário do Sado aos pés, O mar em frente, A montanha ao lado, Praias magníficas, Frente de rio única, Avenidas largas, Praças suficientes, enfim, tudo ou quase tudo.

Mas vieram os Mata Cáceres e outros artistas do poder local e transformaram Setúbal numa coisa caótica e aberrante, com urbanizações dignas de subúrbio africano, esculturas pseudomodernas horrendas, o triunfo do pato-bravismo, do mau gosto, e da gestão sem planeamento nem ideias.

Também o futebol do Vitória chegou a encantar Portugal e a surpreender a Europa. Mas depois, as Forças Vivas da cidade, ou seja, os mesmos artistas que destruíram a beleza de Setúbal, tomaram conta do clube e demonstraram que eram tão bons a dirigi-lo como a fazer a cidade.

 

Hoje a cidade é uma dor de alma e o clube um cadáver adiado. Que ninguém fale em injustiça."

Miguel Sousa Tavares em A Bola de 8 de Maio.

 

Anotem

por josé simões, em 20.03.07

 Escreve hoje, Miguel Sousa Tavares, na sua habitual crónica das terças-feiras em A Bola:

 

“Anotem: foi o segundo jogo do título disputado no Dragão este ano. Não houve quaisquer declarações provocatórias ou incendiárias dos dirigentes, técnicos ou jogadores do FC Porto, antes ou depois do jogo; não houve quaisquer incidentes causados pelos adeptos portistas com os jogadores ou adeptos adversários, e os dirigentes destes assistiram ao jogo no camarote da Direcção, em paz e tranquilidade; nenhum jogador adversário saiu do campo com uma perna partida ou lesionado devido a uma entrada de um portista; e, no final, com razões ou não para tal, não houve queixas de arbitragem nem falta de fair play, tanto na vitória como na derrota. Anotem e façam igual.”

 

Caro Miguel,

Anotei. Fazer melhor infelizmente não está nas minhas mãos, uma vez que a única ligação que tenho ao “mundo do futebol” é na qualidade de sócio – com as quotas em dia – do Vitória FC de Setúbal que, como é sabido, é um clube de gente de paz e, até ingénua. Tão ingénua que quando perde – recorrendo ao léxico de Sousa Cintra – a sua “massa associativa” descarrega a ira nos jogadores do seu próprio clube e na sua direcção.

 

Não foi o único a reparar não terem havido “quaisquer declarações provocatórias ou incendiárias dos dirigentes, técnicos ou jogadores do FC Porto”, também eu havia dado por isso. A questão que se coloca é se o facto do Apito Dourado ter sido desenterrado por Maria José Morgado, do buraco para onde havia sido remetido há já muito, e sem a esperança, por mais ténue que fosse, de regressar à agenda do dia, terá contribuído para isso, uma vez que as habituais bocas e graçolas do sr. Jorge Nuno e que toda a comunicação social corria a publicar e transcrever, aos meses que andam desaparecidas da praça pública. Muito antes do clássico Porto-Sporting.

Jesualdo Ferreira é pessoa educada e nunca foi ouvido a provocar ou incendiar o que quer que fosse antes de qualquer jogo; é certo que teve aquele deslize sobre arbitragens que mereciam investigação policial, mas como logo na jornada seguinte o FC Porto foi descaradamente beneficiado, deve ter-se arrependido da boa oportunidade que perdeu em ficar calado.

 

E esta é só uma maneira de analisar as coisas. Poderíamos, se fossemos muito maus, pensar que os técnicos e jogadores do FC Porto interiorizaram que este jogo, e face ao que o Sporting vinha a fazer, era de tal modo “favas contadas” que nem valia a pena estar a incendiar ambientes, naquela estratégia tão ao gosto das Antas – sim das Antas – em unir as tropas face a um inimigo – não adversário! – exterior.

 

Também registei com agrado que não houveram incidentes entre os adeptos portistas e os do outro clube, que para o caso era o Sporting.

Aquilo a que o Miguel chama “adeptos portistas”, chamo eu, e outros como eu, claque dos Super Dragões, o que convenhamos é substancialmente diferente. Os adeptos do FC Porto sentem o clube, mas não andam à batatada por causa de foras-de-jogo, penalties, ou golos anulados.

Também aqui, e se fossemos muito maus, podíamos perguntar se o facto de Carolina Salgado ter dado com a língua nos dentes e, incriminado o líder da claque, o famigerado Macaco, não foi factor decisivo para este súbito acesso de civilidade da parte dos seus cães-de-fila. Quem sabe?

 

Também pude constatar que já lá vai o tempo em que os presidentes dos clubes de Lisboa tinham de ir para a bancada ver o jogo; porque quando resolviam ficar no camarote a que tinham direito, o presidente anfitrião, escudava-se na sua constante permanência no banco da equipe para disfarçar a má-educação em não receber os homólogos. Com isso matava dois coelhos com uma cajadada; é que a presença do “Papa” no banco era sempre factor adicional de pressão sobre a equipe de arbitragem.

 

Quanto a “nenhum jogador adversário saiu do campo com uma perna partida ou lesionado devido a uma entrada de um portista”, quer dizer duas coisas:

A primeira é que o Miguel não tem – e saúdo-o por isso – a memória curta; pois isso, como bem sabe, já aconteceu, e além de pernas também abrangeu cabeças e narizes.

A segunda é que o Paulinho Santos e o João (Sarrafeiro) Pinto já não são jogadores (?!) de futebol. Graças a Deus.

 

Caro Miguel,

Anotei como pediu. Fico a aguardar pela próxima crónica na próxima terça-feira, e por todas as outras, de todas as terças. É sempre um prazer lê-lo.

Mas como a distância pontual do seu clube, ficou reduzida a um ponto para o segundo classificado que é o Benfica, a ver vamos se esta nova atitude no Dragão que para si é motivo de regozijo, mas que é absolutamente natural e normal na maior parte dos clubes, não cai rapidamente em desuso. Até dia 1 de Abril.