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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A Raça Deles

por josé simões, em 22.04.24

 

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O Arraial dos Cravos, habitualmente no Largo do Carmo, onde Salgueiro Maia depôs o regime dos PIDEs, posteriormente agraciados por Cavaco Silva, primeiro-ministro, com pensão vitalícia "por serviços excepcionais e relevantes prestados ao País" depois de a ter recusado ao capitão de Abril, realiza-se este ano, o dos 50 anos da revolução que deu a liberdade e a democracia ao povo português, e a independência às colónias africanas, no Largo de Camões, por falta de financiamento da Câmara de Lisboa, a dos 34 milhões de euros para um evento católico no Estado laico - Jornadas Mundiais da Juventude, do presidente Carlos Moedas, do mesmo PSD do agraciador de torcionários, e que em cerimónia resolveu assinalar outro 25, o de Novembro, a data que divide em vez de unir. É a raça deles. 

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 11.04.24

 

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Nasceu já o 25 de Abril ia com três meses de idade mas tem memórias do PREC, da revolução vermelha e das paredes pintadas:

Nasceu no ano do 25 de ABRIL. Sobre os tempos do PREC diz que eram "bem mais politizados do que os de hoje". Setúbal era a capital da "revolução vermelha", "não havia prédio" que não estivesse grafitado com "mensagens extremistas"

 

 

 

 

Velhos são os fascistas, mesmo que em idade para irem à tropa

por josé simões, em 27.04.23

 

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Diz que o sistema político está velho e cansado, os protagonistas são velhos, subentende-se, porque não se percebe como é que um sistema novo, povoado por novos, não vai filmar e publicar uma conversa privada, deliberadamente mal legendada [maturidade por integridade] para direccionar indignações. Isto é-nos dito por aqueles que passam a vida a dizer-nos que temos de trabalhar, trabalhar, trabalhar, manter uma vida activa, o trabalho liberta, opsss, trabalhar até sempre, porque a esperança de vida aumentou e coise. A esperança de vida aumentou só para trabalhar, trabalhar, trabalhar, coisas da política é mandar os velhos... trabalhar, e deixar isso por conta dos novos, eles é que sabem bué, quando devíamos estar gratos aos velhos, como os que aparecem no clip com as legendas manipuladas, que continuam na política activa, pela forma didáctica como passam a informação e a memória, do que foi o fascismo, a ideologia dos velhos, mesmo que em idade para irem à tropa. A ausência de memória é pasto para os totalitarismos.

 

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O dia em que envergonharam Portugal no Parlamento

por josé simões, em 25.04.23

 

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Por duas vezes a bancada do PCP ficou imóvel e muda enquanto o Parlamento aplaudia, primeiro Augusto Santos Silva, depois Lula da Silva, na condenação da invasão russa da Ucrânia. O PCP só quer a PaZ! A PaZ! a PaZ!

 

A Transparência Internacional acusa Bolsonaro de criar o “maior esquema de corrupção institucionalizada” no Brasil, vai daí o Ventas convida o mal-formado para Portugal e manda metade da bancada do Chaga para o Parlamento, de cartazes na mão xingar Lula,  a outra metade de bandeira na Ucrânia para ver se a gente se esquece de que quando o energúmeno chegar também chegam Le Pen e Salvini, os amigos do Ventas financiados por Putin.

 

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Nunca mais!

por josé simões, em 25.04.23

 

 

 

[Provavelmente o graffiti mais antigo da cidade de Setúbal, desde o dia 26 de Abril de 1974 na parede da antiga conserveira 1.º de Março à Rua Camilo Castelo Branco]

 

 

 

 

Ernst Röhm revisitado

por josé simões, em 24.04.23

 

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Incidentes programados e preparados para que resultem em confrontos de rua entre facções políticas opostas,  mas avisar antecipadamente que os incidentes preparados, a acontecerem, serão culpa do poder político que nada fez para os evitar e até os propiciou. A seguir nos próximos dias se 90 anos depois esta treta ainda pega.

 

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Nem mais um só soldado para as colónias!

por josé simões, em 17.04.23

 

Guine_25_abril_Nem mais um soldado para as colonia

 

 

Lula da Silva, presidente eleito do Brasil, vem a Portugal convidado para a cerimónia do Dia da Liberdade, que assinala o aniversário da revolução que teve a sua génese nas mortes insanas de portugueses e africanos em nome de um império anacrónico ao qual pôs um ponto final, e que150 anos depois da independência do Brasil deu a independência ao então "Portugal Ultramarino", nome pomposo do fascismo para as colónias africanas, hoje países livres e independentes, membros de pleno direito na comunidade das nações, defender que a União Europeia, os Estados Unidos e a NATO devem parar o apoio à Ucrânia na sua luta para se manter um Estado independente, contra um agressor-invasor colonialista na expansão do seu lebensraum. Não havia necessidade.

 

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25 de Abril sempre

por josé simões, em 28.02.23

 

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Marcelo meteu o bedelho onde não era chamado, mas isso não é novidade para ninguém. E logo de seguida fugiu com o rabo à seringa, e a isso já estamos todos habituados. O ministro dos Negócios Estrangeiros meteu o bedelho onde não era chamado, mas noção é coisa que não lhe assiste, desde que as caixas de e-mail recusam correspondência, alegadamente por causa do tamanho do ficheiro, que é suposto ser efectivamente recusada enviar devido ao tamanho do ficheiro. Nada de novo em pantomineiros profissionais. O presidente da Assembleia da República esticou-se nas suas competências e atribuições, mas isso é mais do mesmo. E esqueceu-se de que é presidente do Parlamento e não da bancada parlamentar do PS, e até aqui nada de novo. Os cheganos e os ilusionistas liberais, estes últimos que só diferem dos primeiros por terem mais vocabulário e não usarem a gravata pela braguilha como o Trump, aproveitam todas as oportunidades para manifestarem o ódio que têm ao 25 de Abril. Dão-lhe biscas e eles aproveitam. No final da cadeia alimentar fica o 25 de Abril, achincalhado, mais uma vez, e o Lula, metido numa alhada sem saber ler nem escrever.

 

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Foi para isto que se fez o 25 de Abril?

por josé simões, em 16.01.23

 

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A Teoria da Substituição, por Rodrigo Sousa e Castro, capitão de Abril, num tweet que o Ventas do Chaga não desdenharia. Foi para isto que se fez o 25 de Abril?

 

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A brigada Brejnev

por josé simões, em 25.04.22

 

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"A tentativa de imposição do pensamento único, o levantamento de novas censuras, de quem emite opinião divergente […] são perigosos elementos de ataque ao regime democrático" por quem ainda ontem celebrou o nascimento de Lenine, o que instituiu a polícia política e mandou assassinar camaradas de partido, mesmo os mais chegados, do exílio, e de quem chora todos os anos nas páginas do Avante! o fim da União Soviética do Arquipélago de Gulag.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Nunca mais!

por josé simões, em 25.04.22

 

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[Provavelmente o graffiti mais antigo da cidade de Setúbal, desde o dia 26 de Abril de 1974 na parede da antiga conserveira 1.º de Março à Rua Camilo Castelo Branco]

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 06.04.22

 

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Ana Gomes, que entre Abril de 1974 e Janeiro de 1976 estava no MRPP ao lado de Durão Barroso [na imagem] diz no Twitter que "Celebrar o #25Novembro [ocorrido em 1975] é também celebrar o #25Abril. Diz quem, como eu, o viveu activamente. Ao lado do @psocialista de Mário Soares. @padaoesilva [Pedro Adão e Silva] ainda nem gatinharia, mas não devia distorcer a História. Aquele dia não dividiu: de facto uniu todos os que queriam #Democracia."

 

1974 + 1975 + 1976 = "distorcer a história".

 

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25 de Abril sempre

por josé simões, em 23.03.22

 

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"Para que as coisas permaneçam iguais, é preciso que tudo mude" *

por josé simões, em 17.12.21

 

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Comissão dos 50 Anos do 25 de Abril passa da esfera do Governo para Marcelo

 

[*]

 

 

 

 

Nem um minuto

por josé simões, em 26.07.21

 

Otelo Saraiva de Carvalho desembarca de um helicó

 

 

A dita esquerda, envergonhada e subserviente à agenda da direita, quase 50 anos passados ressabiada com o dia 25 de Abril de 1974, não tanto pela perda de privilégios mas mais pela democratização da cousa pública, pelo acesso da "ralé" ao poder de decisão e pela total falta do respeitinho, que era muito bonito, prefere sublinhar o Otelo dos GDUP's, do "poder popular" e das FP's da metralhadora, e deixar cair o homem que pôs fim a quase 50 anos de fascismo, quase tantos quantos os que levamos de democracia, sem sequer 1 - um - 1 minuto de luto nacional declarar pela morte de um dos actores que devolveu a liberdade ao povo português. Num tempo em que os fascistas se assumem com orgulho devíamos todos meditar uns minutos sobre isto, principalmente o PS que se encontra por ora na administração do Estado.

 

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