Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Panamá Tretas, 3.ª semana

por josé simões, em 23.04.16

 

Souvenir Panama Canal.jpg

 

 

Ricardo 'O Proscrito' Salgado, agora que já não paga publicidade no jornal, na revista e em todos os cadernos que fazem a arroba de papel que é o saco do Expresso, à cabeça e em tamanho cabeçudo e em letras gordas. Cá em baixo, e por debaixo dos deputados da Madeira, em letras pequenas, os coitadinhos Pedro Queiroz Pereira, Ângelo Correia e um Champalimaud qualquer que só é conhecido por causa do nome do pai. Se calhar foram enganados pelo cabeçudo que encabeça a página...


O inestimável e impagável trabalho que o jornal do militante n.º 1 está a fazer para descredibilizar de uma vez por todas toda e qualquer investigação que venha a ser feita a paraísos fiscais.

 

[Imagem]

 

 

 

 

||| O creador da creatura

por josé simões, em 01.10.15

 

 

 

Título do post em português do tempo das aparições de Fátima.


[Via]

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 23.09.13

 

 

 

Ângelo Correia, que já não se baba todo nos ecrãs de televisão quando lhe dizem que tem ascendente sobre Pedro Passos Coelho, maravilhado que anda com a "lealdade" de Paulo Portas, faz muitas perguntas, muitas perguntas para as respostas que lhe convém que sejam respondidas, «com sentido nacional, solidário e racional», mas não tenham pressa em responder, porque «querer solucionar rapidamente alguns problemas pode ser um erro!», avisa.

 

Ângelo Correia, que sabe muito mas que, infelizmente, não anda a pé [e merecia], só não faz uma pergunta, curiosamente a pergunta que deve ser feita: porque é que os nossos jovens, como ele diz, as futuras elites, também dito por ele, quando acabam os cursos, pagos com o dinheiro dos nossos impostos e com o esforço dos pais e das famílias, se põem na alheta, dão de frosques, emigram, como já não se via desde os idos do velho de Santa Comba? Porque lhes apetece, porque lhes deu na real gana, porque sim? Pois.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Depois é que vão ser elas

por josé simões, em 08.09.13

 

 

 

O pormenor é que, ou por silêncios cúmplices ou por omissões desculpabilizadoras, ainda vamos na fase "o PSD não se preparou para ser Governo", quando passarmos à fase "Pedro Passos Coelho não se preparou" é que vão ser elas.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 07.09.13

 

 

 

Dois anos, 900 mil desempregados e 50 mil [oficialmente] novos emigrantes depois, descobre aquilo que toda a gente mais avisada já vinha a avisar antes de acontecer, que "o PSD não se preparou para ser Governo".

 

Só que o criador, que já não se baba ao contemplar a criação, nunca irá descobrir que a falta de consistência do discurso não é só em relação à Constituição, vista de uma cervejaria em Munique, mas que a falta de consistência do discurso é a falta de consistência do discurso ponto final, cheio de duplicidade de critérios, igual ao discurso do "pai".

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Curriculum Vitae

por josé simões, em 19.08.13

 

 

 

«Ângelo Correia é padrinho político de Luís Filipe Menezes e de Pedro Passos Coelho […]». Upgrade: tentou ajudá-los e não conseguiu, tenta agora ajudar Paulo Portas.

 

 

Depois da mãe do seu filho, depois do irmão inseparável do filho da sua mãe, o padrinho arrependido e amigo do antigo, mui nobre, sempre leal e invicto, ou como, em menos de um fósforo e sem ir a votos, Paulo Portas arrisca passar de líder da oposição a líder da direita.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Uma besta é uma besta é uma besta

por josé simões, em 23.10.12

~

 

 

Ver Ângelo Correia, esses mesmo, aquele que se baba todo quando lhe dizem que tem ascendente sobre o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, no telejornal do Mário ‘Goes to Washington’ Crespo, insinuar que esta vaga de emigração entre os licenciados se deve às universidades que insistem num modelo de formação desfasado da realidade socioeconómica do país, com claro prejuízo para os formados e para o Estado que investe na sua formação. E Helena Roseta ficou-se…

 

 

 

 

 

 

|| O "17.º mês" de Ângelo Correia

por josé simões, em 29.10.11

 

 

 

"O Verdadeiro Artista" também no Governo Sombra [a partir do minuto 17:40]

 

[Obrigado e obrigado]

 

 

 

 

 

 

|| Aqui não “há muita fraca memória”

por josé simões, em 26.10.11

 

 

 

Leio sempre o Manuel António Pina. Todos os dias. E quando por alguma razão não aparece sinto falta dele. Não sabia era que também era lido pelo Manuel António Pina.

 

A “infatigável memória” do blog Der Terrorist.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 24.10.11

 

 

 

O Ângelo Correia que aceita o «corte de 14% nas subvenções vitalícias de ex-políticos que trabalhem no sector privado» mas não a sua eliminação por se tratar de um "direito adquirido", é o mesmo Ângelo Correia que no dia 14 de Junho de 2010 defendeu no Correio da Manhã que o direito à saúde, ao ambiente, à habitação e à educação deve estar dependente da capacidade financeira do Estado, acrescentando que «Em boa verdade, e numa democracia, "adquiridos" são os direitos à vida, à liberdade de pensamento, acção, deslocação, escolha de profissão, organização política e outros direitos correlatos. […] Continuarmos a insistir em "direitos adquiridos intocáveis" é condenar muitos de nós a não os termos num qualquer dia do futuro. E isso seria muito mau.»?

 

Se calhar por serem Notas ao Fim da Tarde e derivado ao cansaço de um dia de trabalho…

 

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 01.09.11

 

 

"A tributação já penaliza mais os ricos do que os pobres"

 

[Imagem The Pierced Man, a circus performer from the 30’s, autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| O Ocidente são “os outros”

por josé simões, em 08.02.11

 

 

 

 

 

«Por um lado, afirma a superioridade de uma política de Direitos Humanos e de Democracia, realçando a necessidade de universalidade desses princípios. Por outro, lida com os regimes onde essas práticas são ignoradas ou minimizadas de um modo como nada se passasse, privilegiando a sua estabilidade em detrimento da necessária mudança.»

 

Quem assim fala tem sido um dos principais beneficiários com o estado em que as coisas (ainda) se encontram), com os baixos salários, com a ausência de educação e de cuidados de saúde, com os atropelos aos Direitos Humanos em geral e das mulheres em particular, com a inexistência de um sistema de segurança social, hábil e inteligentemente colmatado por organizações fundamentalistas e terroristas, com a cumplicidade para com as ditaduras corruptas e torcionárias, e a que se convencionou chamar "realpolitik". Para ser levado a sério o artigo devia vir assinado: Ângelo Correia, engenheiro (que a Direita é muito ciosa do estatuto), presidente da Câmara do Comércio Luso-Árabe.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

 

|| “Não é justo, correcto e honesto”

por josé simões, em 20.07.10

 

 

 

Deixar sair as propostas a conta-gotas, como quem não quer a coisa, para ver a reacção do eleitorado e dos adversários políticos, para ver com o que é que se pode contar, para ver se pega, ao mesmo tempo que se vai preparando as pessoas, criando um clima de aceitação para o que aí poderá vir.

 

“Não é justo, correcto e honesto” e já é velho, já tem barbas.

 

(Na imagem projecto do artista Are Sundnes-Paranaiv para o trabalho Single Engine do saxofonista Kornstad)

 

 

 

 

 

Qual foi a parte que eu não percebi?!

por josé simões, em 12.04.08

 

Com o título “Ângelo, o oráculo da tragédia social-democrata”, escreve Ângela Silva hoje no Expresso:
 
«Mas a convicção nos bastidores do partido é que Ângelo Correia antecipou o desastre que, a crer nas sondagens (a última, publicada no ‘Correio da Manhã’, dá 26% ao PSD), se avizinha. E não quererá ficar associado a ele sem, pelo menos, e caso se confirme, poder afirmar: “Eu avisei!”»
 
Vamos lá a ver se eu percebi.
Ângelo Correia é aquele senhor que foi ministro da Administração Interna de Pinto Balsemão, e que, a propósito duma Greve Geral, salvo erro a primeira que aconteceu no Portugal pós-25 de Abril – e recorrendo aos termos da jornalista do Expresso – “antecipou” um golpe de Estado, com base nuns pregos espalhados numa estrada não sei onde, e em meia-dúzia de armas encontradas num carro, que se viria depois a confirmar serem pertença de uns caçadores. Apareceu na televisão a “antecipar”; caiu no ridículo; ficou para o anedotário nacional, e meteu licença sabática, com manifestas vantagens para a saúde mental dos portugueses; até que Mário Crespo se lembrou de o ressuscitar como comentador.
 
Ângelo Coreia é aquele senhor que contra todas as vozes mais lúcidas e avisadas dentro e fora do PSDantecipou” que Luís Filipe Menezes seria um líder excelente, capaz de levar o José Sócrates e o PS à derrota eleitoral em 2009.
 
Ângelo Correia é aquele senhor, que, segundo Ângela Silva, “não quererá ficar associado” o erro de casting que dá pelo nome de Luís Filipe Menezes.
Ângelo Correia, e falando português corrente, já está a fugir com o rabinho à seringa.
Ângelo Correia é ele próprio um erro de casting; o exemplo acabado de como é saber movimentar-se dentro da estrutura partidária, num partido de Governo; a única explicação plausível para ter chegado – politicamente – onde chegou.
Ângelo Correia não é "oráculo da tragédia social-democrata"; é mais Laio nas Fenícias de Eurípedes, que, com medo da maldição de Ares, abandona Édipo, filho seu e de Jocasta, na encosta do Monte Cíteron. Todos sabemos como isto acaba.
 
Quando aqui se escreveu:
 
“lá para 2009 o cadáver PSD aparecer à tona; depois do “born-to-kill-Menezes” se ter ido embora, vai haver muito trabalhinho para o CSI…”
 
O “CSI” pode começar precisamente por aqui. Por Ângelo Correia.
 
Adenda: como diz o outro: “Há muita fraca memória na política e nos políticos…”
 
 

Um partido de guerrilheiros?

por josé simões, em 13.01.08

 

“Durão Barroso foi muito imprudente. Quando um presidente da Comissão Europeia que não se tinha despedido da sua tribo (o PSD) precisa de regressar à barbacã da sua cidadela para se reunir apenas com uma parte da tribo, deixa-nos perplexos. Ou cometeu um lapso, ou está nervoso ou está em perigo”. (Sem link)
 
Ângelo Veloso ao Expresso sobre o almoço do passado domingo, onde Barroso reuniu 40 notáveis do partido. Não deixam de ser curiosas estas palavras ditas pela boca do “braço direito” do maior guerrilheiro à liderança de Marques Mendes… No mesmo jornal, na mesma página onde também é possível ler:
 
“Alberto João Jardim não descarta uma crise no PSD durante 2008, podendo ele próprio admitir uma candidatura” (Sem link)
 
Aqui sem reacção, o que deveria deixar pensativo Alberto João. Ninguém o leva a sério, nem no seu próprio partido. È um mal necessário que ganha eleições. Na Madeira. E desempenha bem no PSD, as funções que no futebol estão entregues às claques: agitação e traulitada.
 
Hoje no Jornal de Notícias:
 
“O líder do PSD deu, ontem, um murro na mesa após duas semanas de movimentações barrosistas. Depois de José Pedro Aguiar-Branco ter apontado Rui Rio como uma alternativa e de o autarca do Porto ter aparecido ao lado de Durão Barroso num almoço encarado como conspirativo, Luís Filipe Menezes lançou, em Aveiro, um repto, com setas essencialmente apontadas à Câmara do Porto, ao desafiar os seus contestatários a assumirem-se, garantindo estar disposto a convocar eleições directas já no próximo mês, em nome da clarificação interna.” (Link)
 
Afinal quem é que está nervoso? Afinal quem é que se sente em perigo?
 
(Imagem The Bowl Winged Soldiers via Associated Press)