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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Infelizmente o Álvaro tem razão

por josé simões, em 07.01.19

 

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Políticas irresponsáveis, a corrupção e o compadrio entre a política e os privados levaram-nos à bancarrota e ao colapso dos bancos. Assim, o combate à corrupção devia ser a prioridade absoluta para os partidos. Porém, os partidos continuam a assobiar para o lado. Porque será?

 

 

Entre 2007 e 2017 as ajudas públicas aos bancos totalizaram 24 mil milhões de euros. Sabendo que, em parte, este esforço se deveu a fraudes financeiras, como é que podemos aceitar a impunidade vigente? Porque é que ainda ninguém foi preso? Quando é que alguém é responsabilizado?

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 06.12.16

 

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Quando era já dado adquirido que a exigência e o rigor de Nuno Crato tinham estado por detrás de "O Grande Salto Em Frente" na disciplina de Matemática entre os anos de 2011 e 2015 e que o laxismo dos "sabotadores contra-revolucionários, inimigos do Povo" a soldo da Fenprof tinha sido a causa da queda a pique a Ciências no mesmo período temporal, um trambolhão da 19.ª para a 32.ª posição, descobrimos que estávamos todos enganados e que afinal, também por mérito de Nuno Crato, "na ciência, os alunos portugueses tiveram desempenhos acima de países como Noruega, EUA, Austria, França, Suécia, Espanha, Rep Checa, Itália", explicou o Álvaro, doutor, e ficamos todos mais descansados.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

|| Epitáfio

por josé simões, em 23.07.13

 

 

 

O que é que se pode escrever sobre a "morte" de um pobre diabo?

 

[Na imagem a Lisboa Patisserie, Notting Hill, Londres, há mais de 30 anos a vender pastéis de nata em terras de Sua Majestade]

 

 

 

 

 

 

 

|| É sempre a descer

por josé simões, em 05.06.13

 

 

 

As pessoas votaram em Margaret Thatcher porque estavam descontentes com o desmesurado poder dos sindicatos, com a tributação excessiva, com serviços públicos ineficientes e que mais pareciam ser feitos por medida para aqueles que neles trabalhavam. Receberam de volta uma desigualdade crescente, o declínio do papel do Estado, a desregulação total, o afastamento da participação cívica. O sentido da vida era ficar rico e o governo existia para o facilitar. As desigualdades aumentaram, os ricos ficaram mais ricos, os pobres ficaram mais pobres, enquanto os gastos públicos com apoios, subsídios e serviços, dispararam para níveis nunca antes atingidos, na exacta proporção à queda da sua qualidade e ineficiência.

 

E diz isto com orgulho… Dou-lhe o benefício da dúvida, não sabe do que fala:

 

 "Portugal fez reformas mais ambiciosas na Europa desde era Thatcher"

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| "Chegou a hora do investimento" [Em actualização]

por josé simões, em 27.05.13

 

 

|| Código Civil, Artigo 245.º – [Declarações não sérias]

por josé simões, em 23.05.13

 

 

 

     1. A declaração não séria, feita na expectativa de que a falta de seriedade não seja desconhecida, carece de qualquer efeito.

     2. Se, porém, a declaração for feita em circunstâncias que induzam o declaratário a aceitar justificadamente a sua seriedade, tem ele o direito de ser indemnizado pelo prejuízo que sofrer.

 

"Chegou o momento do investimento", anunciou Vítor Gaspar.

 

[Imagem e obrigado]

 

 

 

 

 

 

|| Uma vitória da estratégia traçada pelo ministro Álvaro para a economia

por josé simões, em 13.05.13

 

 

 

Foi dado o primeiro passo para tornarmos a ser competitivos no mercado global da indústria têxtil.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Mais um que não foi eleito coisíssima nenhuma

por josé simões, em 08.05.13

 

 

 

Esta gentinha não presta.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Não é por nada

por josé simões, em 24.04.13

 

 

 

Mas ouvir alguém ligado ao PSD a falar em, a médio prazo, «criar uma instituição financeira de desenvolvimento» para reestruturar os instrumentos financeiros ao dispor das PME, tudo misturado no mesmo saco dos «fundos comunitários» e das «aplicações financeiras para canalizar as poupanças», deixa-me com pele de galinha.

 

 

 

 

 

 

|| Hipocrisia, instinto de sobrevivência e baratas tontas

por josé simões, em 25.03.13

 

 

 

O CDS, que não está no Governo, vem pedir a remodelação do Governo, onde o CDS está de corpo e alma, ainda antes de conseguir votar, ao mesmo tempo contra e a favor, da moção de censura do PS, ao Governo onde o CDS está e não está.

 

Diz que os partidos políticos estão descredibilizados aos olhos dos cidadãos.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 06.02.13

 

 

 

«[O] dr. Franquelim Alves […] foi uma das pessoas que ajudou a desmascarar a fraude do BPN»

 

Adenda: Jornalismo de qualidade, trabalho jornalístico bem feito era o Expresso publicar as respectivas cartas comprovativas, assim soa a mais um "O FMI já não vem" ou a outro "António Costa candidata-se a secretário-geral para unir o PS"

 

[Imagem "Annual Clowns Gathering", Felix Clay]

 

Post-scriptum: Algum tempo depois de ter publicado o post o Expresso alterou as notícia e, as cartas que tinham sido escritas por Franquelim Alves passaram a ser subescritas por Franquelim Alves. Como diz o anúncio, "Expresso, há 100 anos a fazer opinião".

 

 

 

 

 

 

 

|| "Empreendedorismo" e "Inovação". Faz sentido

por josé simões, em 03.02.13

 

 

 

Lá diz o povo na sua imensa sabedoria que "tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta", o senhor Alves não roubou nada a ninguém mas reconheceu em tribunal [audição parlamentar] que não avisou a polícia [Banco de Portugal] de que os ladrões andavam às couves [a desfalcar o BPN].

 

O senhor Pereira rejeita as diversas insinuações e suspeitas lançadas sobre o senhor Alves, em quem deposita total confiança [um empreendedor e um inovador?], porque já basta de baixa política. Faz sentido.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Um filme de Martin Scorsese

por josé simões, em 22.01.13

 

 

 

As contrapartidas contratualizadas num negócio de mil milhões de euros, com uma burla ao Estado de 30 milhões, são a extinção do procedimento criminal e a reconstrução de um hotel... propriedade dos burlões.

 

É a oportunidade para bater o recorde de 1995 de Martin Scorsese com "Casino" e dizer mais de 422 vezes a palavra "fuck!".

 

 

 

 

 

 

|| "A Europa tem que flexibilizar algumas das suas regras"

por josé simões, em 13.12.12

 

 

 

"não é aceitável que, em prol da nossa política ambiental ou política comercial, a Europa tenha perdido indústria desnecessariamente para outras partes"

 

[Imagem "BP's newGulfofMexico Beach Resort Comein crude, go home refined", autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| A herança que deixamos às gerações vindouras

por josé simões, em 10.12.12

 

 

 

Só temos um problema com a herança que deixamos às gerações vindouras ao nível da dívida contraída com o investimento em infra-estruturas rodoviárias, ferroviárias e aeroportuárias, ou infra-estruturas para a saúde e educação. Quando toca à protecção da natureza e do meio ambiente as gerações vindouras podem muto bem [tentar] sobreviver num país saqueado e sem qualidade [de]vida que daí não vem grande mal ao mundo. Ao mundo dos mortos, que é como vão estar, no médio/ longo prazo, mesmo com o aumento da esperança de vida, todos os que apostaram na industrialização por cima de toda a folha verde, ignorando e desrespeitando regras ambientais atrás do lucro rápido e das mais-valias colossais, escudados no argumento do crescimento e da criação de emprego. Sabem perfeitamente disso e quem vier atrás que feche a porta.

 

Não lhe passou pela cabecinha fazer da Europa, como ainda acontece com a democracia e os direitos humanos, um bloco de pressão pelo respeito e defesa da natureza e do ambiente, do ar que respiramos, da água dos rios e dos oceanos com que nos banhamos, das florestas e dos habitats, da qualidade de vida que deixamos como herança às gerações vindouras.

 

[Imagem]