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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Da tradição

por josé simões, em 13.11.15

 

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Encher os bolsos de ditadores corruptos com dinheiro dos contribuintes europeus.


«Fundo de 1,8 mil milhões tem como objectivo criar condições nos países africanos para que menos pessoas queiram partir para a Europa»


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||| Está bem, a gente ajuda mais uma vez

por josé simões, em 08.10.14

 

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Diz que o Ocidente, ler "os brancos da Europa e os amaricanos brancos", têm culpas no cartório pela rápida-propagação-rápida do ébola em África por causa do racismo na forma de indiferença. "Os brancos da Europa e os amaricanos brancos" são culpados sim mas por décadas de cumplicidade, no pós-descolonização a pactuar e compactuar, ler "realpolitik" e "investimento" e "criação de riqueza", com regimes corruptos e cleptocracias que sugam o seu próprio povo até à medula, nos intervalos das guerras fratricidas para decidir quem é que realmente ganhou as eleições nas urnas, e que faz com que, por exemplo, países como a Libéria ou a Serra Leoa não tenham sequer luvas cirúrgicas para uso dos médicos, enfermeiros e auxiliares porque não há dinheiro. Bago a bago enchem os Obiangues o papo, antes de se sentarem à mesa dos PALOP’s que estiverem mais à mão. Está bem, a gente ajuda mais uma vez que aqui ninguém quer ficar com complexos de culpa nem deixar de se posicionar para negócios futuros.


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||| O Ébola em África

por josé simões, em 18.08.14

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

 

 

||| O cluster do "Realismo Socialista"

por josé simões, em 08.08.14

 

 

 

«The colossal monument’s Soviet-influenced, Socialist realism style makes sense when you consider that it was built by Mansudae Overseas Projects, a division of North Korea’s government-run propaganda art factory.

 

Founded in 1959, Mansudae Art Studio employs around 4,000 North Koreans at its Pyongyang headquarters, 1,000 of which are artists handpicked from rigorous national institutions like Pyongyang University. These artists spend their days producing beautifully detailed propaganda, such as portraits of rosy-cheeked farm maidens, paintings of North Korea’s glorious countryside, and One Can Always Lose, a series of 10 paintings depicting North Korea’s 1-0 win over Italy during round one of the 1966 World Cup. All public images of Kim Jong-un, Kim Jong-il, and Kim Il-sung, including the enormous statues in Pyongyang, are the work of Mansudae artists.»

 

«North Korea Is Making Cheap, Soviet-Style Propaganda Statues For Cash-Strapped Countries Like Senegal»

 

 

 

 

 

 

|| Para África em força, e já!

por josé simões, em 27.05.12

 

 

 

O que Christine Lagarde quis dizer foi que África é o último refúgio – e a última bóia de salvação – à face da planeta Terra para o capitalismo das marcas, global e desregulado, da mais-valia absoluta e relativa, da ausência de direitos, liberdades e garantias, e de preocupações e protecções ambientais, e que é necessário apostar e investir numa estabilização política e social, ainda que mínima, do continente, ou está tudo perdido. Não se façam de desentendidos.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Tintim no Congo

por josé simões, em 05.03.12

 

 

|| For the Horn of Africa

por josé simões, em 18.11.11

 

 

 

Famine Aid

 

 

 

 

 

 

|| Black Hawk Down

por josé simões, em 28.07.11

 

 

 

Outro dia alguém perguntava “o que podemos fazer para ajudar a Somália?”, talvez (re)ver o filme de Ridley Scott, digo eu.

 

«(...) controla pouco mais do que metade da capital incluindo as áreas do aeroporto e do porto (...)»

 

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|| The Jazz Singer

por josé simões, em 16.05.11

 

 

 

 

 

 

|| All Star

por josé simões, em 05.06.10

 

 

 

Foi uma (das) coisa(s) que me ficou de “outras lutas”, e hoje quando cumpria o ritual anual de comprar outros (sim, porque para quem anda sempre com os mesmos calçados, se bem que de várias cores, um ano é o tempo de vida limite) tive uma agradável surpresa:

 

«This canvas was made in Africa. It helps people. When you purchase this shoe a portion of the money goes to help fight aids in Africa»

 

Se bem que Naomi Klein explique detalhadamente em “No Logo: Taking Aim at the Brand Bullies” como estas coisas funcionam, fica sempre bem. Antes isto que nada.

 

 

 

 

|| Do direito dos povos à independência

por josé simões, em 17.04.10

 

 

 

 

Como é por todos sabido, o direito dos povos à independência é um exclusivo africano:

 

«Eu sempre achei que Cabo Verde não deveria ter sido independente (…). Eu pensava que Cabo Verde não é propriamente África porque Cabo Verde é um arquipélago do norte do Atlântico (…)»

 

Não sei se a Mário Soares começou a pesar 30 anos de acusações vindas da Direita de ter sido o responsável por todos os males e tragédias da descolonização, mas logo Cabo Verde a única ex-colónia portuguesa em que a independência foi decidida pela via eleitoral? Se quisesse ser muito deselegante diria que a idade não perdoa…

 

«Cabo Verde é um país africano (…). Está localizado (…) a 640 km a oeste de Dacar, Senegal. Outros vizinhos são a Mauritânia, a Gâmbia e a Guiné-Bissau, ou seja, todos na faixa costeira ocidental da África (…)»

 

(Imagem)

 

 

 

|| All we need is love

por josé simões, em 08.01.10

 

 

7 de Dezembro de 2009, 01:30 TMG: em 156 países cidadãos juntaram-se para cantar, exactamente ao mesmo tempo, numa chamada de atenção para o problema da SIDA em África:

 

 

 

 

                                                 (Via)

 

 

 

 

|| Mais vale cair em graça que ser engraçado

por josé simões, em 11.07.09

 

 

 

Diz o povo na sua infinita sabedoria. Acontece que andam por aí, e que me lembre há pelo menos 35 anos, uns “engraçados”, desde jornalistas a políticos, passando pelo povo anónimo e mais a sua infinita sabedoria a dizer que «“o desenvolvimento em África depende da boa governação” e que cabe aos africanos assumir a responsabilidade pelo fim dos conflitos e da corrupção que enxameiam o continente.». Exactamente. Sem tirar nem pôr. Sem que ninguém ligue a ponta de um corno. O que é que se há-de fazer?

 

 

 

Do capitalismo em África

por josé simões, em 07.05.08

 

Lê-se hoje no Escrito na Pedra; aquele quadradinho reservado às frases e máximas no canto inferior direito da página 3 do P2 no Público:
 
“Eles falam do fracasso do socialismo, mas onde está o sucesso do capitalismo em África?”
Fidel Castro, ex-Presidente cubano (n. 1926)
 
Deixemos por ora o socialismo e vamos ao que interessa aqui, e para o caso: o capitalismo.
 
“Camarada” Fidel, confesso que não o fazia tão “inocente” nesta matéria. Na lógica capitalista da globalização, África não está esquecida ou desprezada; está simplesmente em stand by. cada coisa a seu tempo. Apesar dos sinais parecerem contrários, até o capitalismo “selvagem” e a globalização “desregulada” obedecem a um mínimo de planeamento e de… regulação.
 
Os azimutes por ora estão apontados para a Ásia; mas, como “não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe”, e, pelos vistos, o bem das marcas e das multinacionais vai acabar mais rápido do que os próprios previam, por via da melhoria considerável dos níveis de vida e bem-estar das populações, para onde é que as empresas vão depois deslocalizar? Pois…
 
Mas – e nestas coisas há sempre um imponderável “mas” – o “programa” da globalização quando foi feito, foi-o com o pensamento nos não-sei-quantos-biliões de potenciais consumidores asiáticos; as contas saíram furadas às marcas e multinacionais e agora, no ricochete, levamos com um mercado de não-sei-quantos-biliões de potenciais produtores
 
Quando os azimutes apontarem para o quadrante africano, já lá estão os chineses de armas e bagagens. Infelizmente, nem o “camarada” nem eu vamos cá estar para nos rirmos a bandeiras despregadas.
 
(Foto de Joyand Eric-Foxley para o Guardian)
 
 

Crianças bruxas em África

por josé simões, em 09.12.07
Child witches in Africa
 
In an exclusive report from the Niger Delta, in the deep south of west Africa, Tracy McVeigh hears the extraordinary stories of children who have been ostracised by their families and communities, and visits the parents who have abandoned and abused their own children because they believe they are witches”
 
(Ver o video aqui)