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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Prenda no sapatinho

por josé simões, em 21.12.15

 

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Metade de 12 mil milhões de euros da troika para a reestruturação do sistema bancário e financeiro, um dos pontos do memorando de entendimento, mandados de volta para a casa de partida por falta de uso pelo Governo da saída "êxito-limpo" e bancos escondidos debaixo do tapete, para não atrapalhar a limpeza da propaganda em campanha eleitoral, que o eleitor é cego por natureza e o bolso do contribuinte um poço sem fundo, por natureza também. E se já nem nas ditaduras sanguinárias africanas amigas para negócios amigos se pode confiar para salvar bancos – o BANIF, salvou-se António Costa vírgula primeiro-ministro vírgula corajoso vírgula a dar a cara por um problema que herdou e a não se esconder atrás do delegado do ministério das Finanças que o Governo PSD/ CDS tinha como Governador no Banco de Portugal [que teima em não colocar o lugar à disposição do novo Governo democraticamente suportado por uma maioria de deputados eleitos em eleições livres e democráticas], como fez o seu antecessor Pedro Passos Coelho vírgula primeiro-pantomineiro vírgula cobarde vírgula, agora confortavelmente refastelado na cadeira de deputado como se não fosse nada com ele. Ele, o seu ex-vice vírgula pantomineiro e a sua ex-ministra das Finanças vírgula expert em contratos swap, todos na sombra da garantia da estabilidade do sistema, exigida com cara de pau pelo pai do povo de direita - Cavaco, O Avisador, a António Costa.

 

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