"Dos fracos não reza a história"
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Estava David Dinis, director adjunto do jornal do militante n.º 1, na televisão do militante n.º 1 a falar sobre o circo mediático em volta da macacoa dada ao chefe do partido da taberna, a apelar ao sentido de responsabilidade das televisões, e é bruscamente interrompido para uma ida em directo até à porta do hospital público onde o taberneiro estava acamado, para dar continuidade ao folhetim. O uso da televisão ansiosa por ser usada.
"Dos fracos não reza a história" cantavam os Heróis do Mar em Brava Dança dos Heróis, ainda o taberneiro não era nascido, num disco todo ele a evocar a estética mui cara às hordas de energúmenos que se revêem nos 50 xungas com assento parlamentar. Aparentemente deixou de funcionar, o "herói" agora é um piegas, um calimero lamechas, constantemente a apelar ao sentimento e à compaixão.
[Na imagem o homónimo primeiro LP dos Heróis do Mar]