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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| "Aliviar o peso do Estado na economia"

por josé simões, em 07.04.15

 

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O dinheiro do contribuinte, por interposta pessoa a escola pública, forma os melhores médicos da Europa, que as universidades privadas são muito bonitas mas é em matéria de papel e caneta, e mesmo assim com os resultados que são conhecidos, que isso de investir em ciência está quieto pois requer muito conhecimento, responsabilidade e... investimento. Fica para o Estado portanto, que o privado é para dar lucro. Médicos que depois vão para a emigração, ganhar no serviço nacional de saúde inglês ou alemão o que o Serviço Nacional de Saúde português lhes nega, ou para o hospital privado pátrio, pagos com o dinheiro... do Estado, dinheiro que não há para o hospital público porque as empresas de colocação avulsa de médicos e enfermeiros ganham outro tanto e porque aquele que já foi um dos melhores serviços nacionais de saúde do mundo é para desmantelar por duas ordens de razões: fanatismo e cegueira ideológica   .


«Leal da Costa, no Fórum TSF, admitiu que existe de facto uma transferência para os hospitais privados, mas esclareceu que parte dessas transferências é suportada pelo Estado, demonstrando assim que este cenário não se deve a um esforço de alívio das contas públicas.»


A nós ninguém perguntou se queríamos ver o Serviço Nacional de Saúde esvaziado de competências e valências, transferidas para a medicina privada e suportadas pelo Estado que é um eufemismo que a direita usa quando quer esconder a denominação "dinheiro do contribuinte" quando não lhe agrada a conversa, em nome de uma poupança que não há, pois não?


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