A gente lê e não acredita
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No país do E-factura, no país do computador Magalhães, no país da entrega do IRS pela internet, no país do Portal Citius, no país do Portal do Cidadão, no país das receitas médicas online e por sms no telemóvel, no país do Registo de Saúde Electrónico, os manuais escolares não estão disponíveis online para consulta dos alunos, mediante uma password atribuída pela escola no acto da matrícula, antes andam para cá e para lá a fazer de pedras da calçada dentro das mochilas e dependentes dos azeites e das intempéries que possam afectar as editoras.
Porque é que o Estado, aka o dinheiro dos contribuintes, há-de continuar a ser o abono de família das editoras, tadinhas, entre outros abonos que já é, por direito, por dever, e por rendas de atribuição inexplicável e mais ou menos obscura?
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