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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| O problema (se assim lhe podemos chamar)

por josé simões, em 04.08.10

 

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Fosse um sindicato da CGTP, um sindicato fato-macaco, e há já muito que o “problema” estava assinalado nos media através duma orquestrada campanha massiva de descredibilização, independentemente da(s) razão(ões) que lhe pudessem assistir. O “problema” (se assim lhe podemos chamar), é ser um sindicato fato e gravata, do “arco do poder”, com muuuuuito “sentido de Estado” e sem agenda escondida. Vamos lá chamar os boys pelos nomes.

 

(Imagem via Associated Press)

 

 

 

 

 

|| Como diz a "outra": "Eu hoje acordei assim"

por josé simões, em 31.07.10

 

 

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|| Vale tudo?

por josé simões, em 30.06.10

 

 

 

Na semana em que nos livrámos do 24 Horas, rapidamente outro se posicionou para ocupar um nicho de mercado. Ah e tal, jornalismo de referência…

 

(Imagem de Matthew Rolston)

 

 

 

 

|| A outra pressão

por josé simões, em 13.05.09

 

O relatório foi entregue na véspera ao Procurador-geral da República e seria apreciado pelas 10:30 de ontem pelo Conselho Superior do Ministério Público. No entanto, logo pela madrugada, o Diário de Notícias e o Correio da Manhã avançavam o que nele constava e quais seriam as medidas disciplinares a tomar em relação a Lopes da Mota.

 

Estamos a falar de um inquérito a que um número restrito de pessoas teve acesso, não de uma daquelas mega operações com “n” investigadores e tudo ao molho e fé em Deus.

 

Entretanto «o processo disciplinar ao presidente do Eurojust, Lopes da Mota, confirmado ontem por Pinto Monteiro, é, segundo a Procuradoria, de "natureza confidencial até à decisão final"»

 

Deixem-me rir!

 

(Imagem Bulbous Marauder, 2008 de Enrico David)

 

|| Da pressão

por josé simões, em 12.05.09

 

Agora que as pressões deixaram de ser alegadas, não bate a bota com a perdigota.

 

Um magistrado decide abordar dois procuradores com o intuito de, entre outras que me escuso esmiuçar, mas facilmente detectáveis através de uns míseros 2 minutos no Google, sublinhar «a situação delicada do caso Freeport, comparando-o mesmo com o processo Casa Pia» e aconselhando-os a «arquivarem o processo».

 

Tudo isto por sua livre iniciativa.

Somos todos estúpidos? (Se calhar somos...)