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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

E por cá?

por josé simões, em 03.04.20

 

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Sign O' The Times, Capítulo V

por josé simões, em 01.04.20

 

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[Sign O' The Times, Capítulo IV]

 

 

 

 

Hasta la victoria siempre

por josé simões, em 31.03.20

 

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               A primeira página do L' Équipe

 

 

 

 

1, 2, 3, um dia histórico

por josé simões, em 27.03.20

 

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Entretanto na rica Bélgica...

por josé simões, em 23.03.20

 

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Entretanto na rica Bélgica era esta a primeira página do Le Soir. Vai-se ver e a culpa é do desinvestimento... socialista, da má gestão... socialista, das cativações do Centeno, de 45 anos de... socialismo, o responso que a direita radical tem cantado de manhã à noite em todas as "redes sociais", mesmo ainda antes do Covid-19 ter dado à costa, apesar das juras de Rui Rio, e do infantil que está à frente do CDS, de que aproveitamentos políticos em alturas destas nem pensar, que somos todos Portugal, e "Costa avança com toda a confiança!".

 

 

 

 

#FicaEmCasaCaralho, II

por josé simões, em 21.03.20

 

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#FicaEmCasaCaralho, Capítulo I

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 19.03.20

 

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               48 é o número de folhas do Private Eye.

 

 

 

 

Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru

por josé simões, em 16.03.20

 

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A capa da New York Mag explicada mesmo aqueles que não sabem falar amaricano

por josé simões, em 15.03.20

 

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Marcelo em modo Testemunha de Jeová no vídeo-porteiro a anunciar que vai convocar o Conselho de Estado para quarta-feira. Qual é a presa? Esqueceu-se de apelar a cada português para uma bandeira na janela, se possível em cada janela.

 

Uma manif de aplausos nas varandas e janelas em agradecimento aos profissionais do Serviço Nacional de Saúde, se calhar convocada por aqueles que passam a vida no emprego a reencaminhar e-mails de corrente, "se teme pela saúde dos seus, se quer ter sorte na vida, envie já este e-mail a sete amigos chegados". Nas próximas eleições, os que votam, vão a correr meter uma cruz no quadrado à frente dos partidos que andam há 40 anos a desinvestir no SNS e apostados na saúde privada e nos seguros de saúde, contra o despesismo socialista.

 

Costa na televisão a descansar os portugueses que os bens essenciais e o papel higiénico não vão falhar nas prateleiras dos supermercados. O papel higiénico. E já agora o bidé, a banheira, o chuveiro, a água na torneira e o sabão azul-e-branco.

 

As "redes sociais" inundadas por escritos de palermas que "ouviram dizer a um amigo que e médico", que "ouviram dizer a um colega de trabalho que tem uma prima que trabalha", o Correio da Manha a propagar fake news sobre medicamentos que aceleram o efeito do vírus coise, e os palermas, que se calhar foram à varanda aplaudir a valentia e o profissionalismo do SNS, depois de terem votado em quem está apostado em desmantelar o SNS, a reencaminharem o recebido no Facebook e no Wathsapp sem que ninguém lhes diga que informação válida é a que é veiculada pelo ministério da Saúde, pela respectiva Direcção-geral, pelas autoridades oficiais, ponto final.

 

Eduardo Cabrita, um pantomineiro investido ministro, que não percebendo nada de nada tem sempre uma resposta erudita na ponta da língua que o faz parecer a maior sumidade mundial na matéria, a perorar sobre segurança pública e de cada um, para logo de seguida as televisões passarem imagens da GNR a fazer controlo fronteiriço, sem luvas nem máscaras, sem que nenhum aprendiz de jornaleiro confronte o ministro para lhe dar mais uma oportunidade de discorrer longamente e não responder a nada.

 

Marques Mendes em pânico na televisão do militante n.º 1 a dizer 150 vezes em meia hora que estamos em "estado de guerra", quando devia mostrar serenidade no prime time da cadeia com maior audiência, a pedir mais investimento no SNS depois de anos de contorcionismo sobre o assunto durante o Governo da troika. Termina o  Te Deum a elogiar o Grupo Mello pela oferta de não-sei-quantos ventiladores esquecendo-se de que em "estado de guerra" o Estado faz a requisição civil de todos os meios que achar necessários, os do Grupo Mello e todos os outros.

 

Esta a capa da da New York Mag, na imagem, explicada mesmo aqueles que não sabem falar amaricano.

 

 

 

 

Eram assim hoje as primeiras páginas de alguns jornais espanhóis

por josé simões, em 15.03.20

 

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A estupidez sem fronteiras

por josé simões, em 13.03.20

 

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Da Bélgica ao Peru e ao México, passando por Portugal. Os jogos sem fronteiras da estupidez.

 

 

 

 

COVID-19 goes mainstream

por josé simões, em 12.03.20

 

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               Elena Temnikova na capa de Abril da Glamour, Rússia.

 

 

 

 

Há o jornalismo desportivo de qualidade e responsável, e depois há os outros

por josé simões, em 10.03.20

 

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Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 05.03.20

 

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               A primeira página North by Northwest de Alfred Hitchcock do francês L' Express.

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 04.03.20

 

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Uma primeira página que nunca existiu.

Dos estudiantes crean una campaña que recuerda que el machismo mata más que el coronavirus en España