|| Do ódio. Em nome de Deus
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Os terroristas palestinos responsáveis pelo assassinato de onzes atletas israelitas na aldeia olímpica durante os jogos de Munique em 1972 foram ajudados por neo-nazis alemães.
[Imagem]
Que andou em tournée pelas praias do Mediterrâneo a agitar o espantalho da Palestina para arregimentar tropas contra os novos cruzados em Israel, tem uma Palestina dentro de portas. Opsss… o Saladino, que uniu a 'nação árabe', era curdo.
"Let us be honest with ourselves:Israelis surrounded by neighbors that have waged repeated wars against it. Israel's citizens have been killed by rockets fired at their houses and suicide bombs on their buses. Israel's children come of age knowing that throughout the region, other children are taught to hate them. Israel, a small country of less than eight million people, looks out at a world where leaders of much larger nations threaten to wipe it off of the map. The Jewish people carry the burden of centuries of exile and persecution, and fresh memories of knowing that six million people were killed simply because of who they are. Those are facts. They cannot be denied.
The Jewish people have forged a successful state in their historic homeland. Israel deserves recognition. It deserves normal relations with its neighbors. And friends of the Palestinians do them no favors by ignoring this truth, just as friends ofIsrael must recognize the need to pursue a two-state solution with a secureIsrael next to an independentPalestine." Barack Obama a partir do minuto 21:56.
[Imagem de Baz Ratner]
O Grande Mufti de Jerusalém, que tem uma Palestina dentro de portas com a cumplicidade e o apoio ocidental, andou em digressão pelos países da “Primavera” a apregoar o direito dos povos à autodeterminação e independência para distrair a turba, enquanto vai sonhando com um Império Otomano.
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O Grande Mufti de Jerusalém disfarçado de Saladino faz uma tournée pelas praias do Mediterrâneo:
«Erdogan amenaza a Israel con enviar naves de guerra»
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Tal como aconteceu na Irlanda com o IRA e no País Basco com a ETA, para passar uma certa ideia de civilização, respeitabilidade [e respeito pelo jogo democrático], de que não é tudo farinha do mesmo saco, para haver um mínimo de empatia com a opinião pública ocidental. E com a cumplicidade dos jornalistas acéfalos e amorfos [e dos media que lhes dão emprego]. Tem mel. Há o Hamas e os terroristas do «braço armado do Hamas».
(Imagem Toe in a Mouse-Trap, Harold Gauer)
Ninguém lê(u) o Antigo Testamento, ninguém lê(u) o Alcorão, ninguém lê(u) a Bíblia. Está bem que, como dizia o outro, “a religião é o ópio do povo”, mas ao menos História podiam estudar:
(Negrito meu)
Pena o Diário de Notícias não se ter esforçado um ‘cadinho mais e falado também em Mohammad Amin al-Husayni… Ou a solidariedade para com a “causa da pedrada” é impeditivo?
E quem diz o Diário de Notícias diz o Público, o Expresso, e/ ou as televisões. Ah a bendita simpatia do e para com o Bloco.
Pelas reacções na comunicação social na blogocoisa e no Twitter só agora se deram conta que é de uma guerra que se trata. A loucura e o nonsense; putos metidos ao barulho numa guerra de homens. Se bem que o grande problema não é o ser uma patrulha israelita em Hebron. Podia ser uma patrulha do Hamas em Hebron ou podia ser um grupo de anónimos em Hebron ou em Cabul ou em Riade. A ofensa é a demonstração de alegria, a música e a dança. O Profeta não gosta. A guerra segue dentro de momentos.
Eu também tenho uma bandeira de Israel hasteada.
Por várias razões. De entre as quais o não engolir propaganda do Hamas como a que o “60 Minutos”desmontou, e como a que é servida no prato da opinião pública europeia como os famigerados ataques da IDF a ambulâncias da ONU.
Aqueles que andam sempre a gritar “Fascismo Nunca Mais!” são os primeiros a sair para a rua em defesa do islamo-fascismo.
(Imagem de autor desconhecido)
Agora não convém fazer ondas. São escaramuças sem importância entre marido e mulher do povo irmão e martirizado de Gaza, ou, se for demasiadamente grave, é pela certa organizado e instigado pelos sionistas genocidas da Mossad.
Os idiotas úteis a Ocidente vão ficar à espera que as coisas se resolvam “a bem” entre o casal desavindo, para que depois os terroristas guerrilheiros de libertação toquem a música que os vai fazer dançar o protesto contra Israel.
Meanwhile o processo de “normalização” avança em ritmo de cruzeiro e a vítima primeira é o suspeito do costume: a mulher.
(Na imagem fanada no Times, Israel Founded)

Imaginemos que a Fatah e o Hamas renunciavam à luta armada, renunciavam aos atentados bombistas e / ou suicidas, renunciavam à criação de um Estado palestiniano.
A partir de agora nós queremos ser cidadãos de Israel de pleno direito e a nossa luta é “Um Homem Um Voto”, pela via da não-violência.
Era um bico-de-obra, não era?