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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Joaninha voa voa... Capítulo II

por josé simões, em 01.02.18

 

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"Na sequência da publicação nos órgãos de comunicação social de notícias" o Departamento de Investigação e Ação Penal ordenou a instauração de processo-crime para depois os órgãos de comunicação social fazerem notícias sobre o processo-crime instaurado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal. Entretanto os jornais venderam, os telejornais tiveram picos de audiência, os cafés venderam mais ao balcão das conversas, o nome do ministro andou pela lama, o nome de Portugal andou pela lama e amanhã os órgãos de comunicação social vão publicar mais notícias sobre quem lhes der na real gana, sobre aquele que achem mais feio, que vão ser a ignição para o DIAP instaurar um processo-crime que vai fazer grandes primeiras páginas e grandes directos e espaços de análise nas televisões. E dura, dura, dura. E ninguém é responsabilizado. E ninguém é punido.

 

Diz a direita radical que Joana Marques Vidal foi a melhor Procuradora-geral da República de todos os tempos. 

 

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Joaninha voa voa... [Capítulo I]

 

 

 

 

A Conspiração do Bilhete no grupo de media do militante número um

por josé simões, em 29.01.18

 

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"O Observador avança que o Expresso avança. O Expresso avança que quem avançou foi o Correio da Manhã. E o Correio da Manhã avança que o avanço foi do Expresso". Não fora a SIC Notícias ter passado todo o fim-de-semana em todos os telejornais a todas as horas certas com "segundo o Expresso"e todos podiam avançar insinuações e falsidades sem que alguém fosse responsabilizado.

 

O ministro das Finanças que tirou Portugal do lixo das agências com o défice mais baixo da democracia promovido à presidência do Eurogrupo é afinal um badameco que se deixa corromper e que mete cunhas por dois bilhetes de futebol no camarote presidencial do estádio da Luz. Isto é para levar a sério?

 

 

 

 

Os porcos na chafurda

por josé simões, em 08.01.18

 

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Mário Centeno é do Benfica e o filho de Mário Centeno também. Mário Centeno gosta de ir à bola com o filho, como todos os pais que gostam de espectáculos desportivos sejam adeptos de que clube forem. Mas Mário Centeno como ministro das Finanças não pode ir à bola com o filho como ia o Mário Centeno anónimo, para a bancada. É que, apesar de vivermos em Portugal do fim do mundo onde não se passa nada, o tempo de Jorge Sampaio a ir a pé de casa para o trabalho é um tempo que já lá vai. E quem não percebe esta coisa simples, de um ministro das Finanças na bancada do estádio, não percebe nada. Os que não querem perceber é outra história. E Mário Centeno é o ministro da inversão das políticas da direita radical, de todas as metas cumpridas, da saída do lixo das agências e da presidência do Eurogrupo. O Mário Sem Tino, como lhe chamava a direita radical nas "redes" para o desacreditar e enxovalhar, e que fez Passos Coelho chorar a rir na primeira prestação enquanto ministro no Parlamento. Deram com os burrinhos na água e, como não conseguem arranjar nada por onde pegar, soltaram os porcos na chafurda.

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 06.12.17

 

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Mário Centeno deve este lugar, não só às politicas que protagonizou com António Costa nos últimos dois anos em Portugal no que concerne ao respeito pelas regras europeias, mas também ao que Passos Coelho, Vítor Gaspar e Maria Luís Albuquerque fizeram no quadriénio 2011-2015

 

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"Acabou-se o argumento", dizem eles

por josé simões, em 05.12.17

 

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É por estes dias o argumento puxado para os fóruns e para os espaços de comentário nas rádios, jornais e televisões pela "direita unitária", que é aquela direita que oficialmente não é de direita mas do centro, que tanto pode ser do PS como do PSD ou até do CDS, cheia de boas maneiras e de responsabilidade e com luvas brancas e falinhas mansas, que tem boa timeline de esquerda no Twitter e no Facebook, encartada na direcção de televisões ou com avença e lugar cativo no comentário pago, que com a eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo acaba de vez o argumento da direita, que não eles, do TINA por oposição à irresponsabilidade e ao despesismo esquerdista, inimigo das boas contas, da consolidação orçamental, da diminuição do défice e do Estado cumpridor, pagador a tempo e horas, eficaz e longe da economia o mais possível, como se fosse isso que alguma vez tivesse estado em cima da mesa e não a transferência de rendimentos do trabalho para o capital, só, e a coberto da mentira da "gordura" e do "viver acima das possibilidades", do sofrimento terreno para alcançar a glória dos mercados, nestes últimos dois com uma reversão, mínima, só possível por uma conjugação de factores, irrepetíveis: a ambição de António Costa em ser primeiro-ministro e o pavor do PCP e BE por mais 4 anos de Governo da direita radical. O resto é história e Mário Centeno faz parte dela.

 

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Mário Centenbloem

por josé simões, em 04.12.17

 

 

 

A reversão das "reformas estruturais"; as políticas inexequíveis; o dar tudo a todos ao mesmo tempo; o absurdo de voltarmos ao resgate, o segundo em 4 anos; a credibilidade de Portugal na Europa e no mundo; um Governo refém da esquerda radical; o despesismo socialista; a economia a esmifrar; o investimento estrangeiro a fugir; a austeridade de esquerda; as cativações; o maior aumento de impostos de sempre e o ataque à classe média. O mérito da eleição de Mário Centeno é do Governo anterior e de Vítor Gaspar e de Maria Luís Albuquerque e por Centeno ter andado em Harvard, segundo o Zézé Gomes na televisão do militante n.º 1. Só falta ouvir o que tem a dizer Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal.

 

 

 

 

O karma serve-se frio

por josé simões, em 03.12.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

Siga para fim-de-semana

por josé simões, em 30.11.17

 

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Mário Centeno, ministro das Finanças de um Governo, parafraseando a direita radical, constituído, contra a tradição, por um partido que não ganhou as eleições, é candidato a um cargo que legalmente não existe nem é consignado em nenhum tratado europeu, e que, oficialmente, define a política económica dos governos dos diversos estados europeus, eleitos em eleições livres e democráticas. Siga para fim-de-semana.

 

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Conta-me como foi

por josé simões, em 25.05.17

 

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Passos chora a rir na estreia de Centeno.

Era a primeira intervenção do ministro das Finanças no Parlamento. Passos, na primeira fila, não perdeu uma palavra. E riu. Riu muito.

 

E ainda no próprio dia, ideólogos, apóstolos e escudeiros do personagem que é o que escolheu ser, inundaram a rede, e no Twitter e no Facebook o ministro Centeno levou com o trocadilho e passou a ser o "ministro Semtino". E riram. Riram muito.

 

O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, disse esta terça-feira que Mário Centeno é "o Ronaldo do Ecofin", grupo de ministros das Finanças da União Europeia.

 

 

 

 

Vale tudo

por josé simões, em 14.02.17

 

 

 

Sem perceber porque é que as sondagens lhes continuam a ser adversas e no desespero de entalar o ministro das Finanças, o primeiro-ministro, o Governo, o Presidente da República [não necessariamente por esta ordem], e provocar a queda do Governo que desmontou o TINA [There Is No Alternative], alfa e ómega do Governo da direita radical durante quase cinco anos, a liderança do PSD insinua as semelhanças entre o Governo PS de António Costa, suportado pela esquerda no Parlamento, e o Governo PS minoritário de José Sócrates, já julgado e condenado nos jornais e televisões. Vale tudo.

 

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 11.02.17

 

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Depois de oito Orçamentos do Estado em quatro anos de legislatura:

 

Nunca outro ministro errou tanto como Centeno diz Passos Coelho

 

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Piada feita

por josé simões, em 10.02.17

 

 

 

Pedro Passos Coelho acusa o ministro das Finanças de esconder ao Parlamento e de faltar à verdade.

 

 

 

 

 

É...

por josé simões, em 09.02.17

 

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Ver um ex-secretário de Estado do Governo da direita radical, eleito com base numa mentira, a governar quatro anos pela mentira, invocar a mentira para apontar o dedo ao ministro das Finanças é...

 

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O único e a the next big thing

por josé simões, em 02.11.16

 

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Nem sei o que é mais preocupante, se o que António Domingues e a nova administração da Caixa Geral de Depósitos têm a esconder que lhes leve a fazer finca-pé e não tornar públicas as declarações de rendimentos, nem que para isso tenham de "desobedecer" ao Tribunal Constitucional, se a insistência de António Costa, de Mário Centeno, do Governo do Partido Socialista. no nome de António Domingues, o último banqueiro honesto e credível à face da terra ou a the next big thing do negócio bancário.


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||| O piadista

por josé simões, em 10.03.16

 

 

 

Todos os grupos têm um piadista - ou um barraqueiro, como dantes se dizia. Em Bruxelas é Pierre Moscovici, que até rima com socialista.


"Não daremos lições nem interferiremos indevidamente nas decisões políticas nacionais, mas iremos aconselhando e, se necessário, procuraremos convencer"


Moscovici não disse aquilo que disse e que nós ouvimos dizer, estava só a fazer piadas para matar o tempo.