Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Tão pequeninos e já tão pequeninos

por josé simões, em 23.03.16

 

 

 

"JSD pede a anulação das pensões vitalícias concedidas por Cavaco Silva a ex agentes da PIDE".


"JSD pede a anulação da condecoração atribuída por Cavaco Silva a Zeinal Bava".


"JSD pede a devolução dos fundos comunitários indevidamente recebidos pela Tecnoforma".


"JSD pede anulação do título de doutor «honoris causa» atribuído a Lula da Silva".


[Imagem]

 

 

 

||| "Pelo Socialismo"

por josé simões, em 18.12.15

 

portas-jsd-socialismo.jpg

 

 

"Paulo Portas foi nomeado director-adjunto do «Pelo Socialismo»"

 

 

 

 

||| E no final ninguém se riu

por josé simões, em 30.08.15

 

 

 

"Temos de colocar as desigualdades sociais e económicas no topo da nossa agenda política para os próximos anos"


"Se as empresas são mal geridas, então têm de mudar de dono. Não podemos canalizar o financiamento para empresas só porque têm gente amiga, com quem andaram na escola, ou que conheceram no partido. Não é para isso que existem os bancos. É para trazer as pessoas competentes"

 

 

 

 

||| E no fim bateram todos muitas palmas [Capítulo IV]

por josé simões, em 29.08.15

 

dias_coelho.jpg

 

 

Depois da aula sobre Estado de direito, separação de poderes e partidarização da Justiça, sob a égide de um Governo PSD em coligação com o CDS, dada pelo stôr Paulo Rangel na Universidade [cof, cof] de Verão.


Era mais, muito mais, honesto terem convidado um juiz jubilado dos Tribunais Plenários da justiça do fascismo para dar a prédica.


[Na imagem o julgamento do pintor Dias Coelho]


Capítulo I
Capítulo II
Capítulo III

 

 

 

 

||| E no fim bateram todos muitas palmas [Capítulo III]

por josé simões, em 26.08.15

 

simpsons-acting-president.jpg

 

 

Agora os meninos e as meninas vão escrever 50 vezes no caderno "não foi a troika que criou a crise, foi a crise que criou a troika", disse Durão Barroso na Universidade [cof, cof] de verão do PSD com um sorriso eureka de orelha a orelha e sem que ninguém na sala de aulas lhe tivesse perguntado quem é que afinal criou a crise, já que não aparece explicado na charada para T. P. C. .


Era mais, muito mais, honesto terem posto o Matt Groening a discursar.


[Imagem]


Capítulo I e Capítulo II

 

 

 

 

||| E no fim bateram todos muitas palmas [Capítulo II]

por josé simões, em 25.08.15

 

Logótipo_de_Batatoon.png

 

 

Marco António Costa, vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia a pares com Luís Filipe Menezes numa administração autárquica "de excelência" e zeladora do erário público e do dinheiro dos munícipes, na Universidade [cof, cof] de Verão do PSD a falar em contos de crianças que terminam em resgates.


Era mais, muito mais, honesto terem convidado o Companhia do Batatinha para discursar.


E no fim bateram todos muitas palmas [Capítulo I]


[Imagem]

 

 

 

 

||| E no fim bateram todos muitas palmas

por josé simões, em 25.08.15

 

 

 

António Horta-Osório, que é pago ao "peso de Cristiano Ronaldo", que é mais que ao "peso do ouro", para despedir pessoas em levas de 15 mil de cada vez, na Universidade [cof, cof] de Verão do PSD a falar em melhorar o nível de vida das pessoas.


Eram mais, muito mais, honesto terem convidado o Patrick Bateman de American Psycho para discursar.

 

 

 

 

||| "Mas". Um democrata

por josé simões, em 04.07.15

 

Zoe Leonard.jpg

 

 

"Mas", Pedro Passos Coelho ou a democracia em modo conjunção adversativa:


«Os povos têm sempre a faculdade de escolher em democracia os seus governos mas todos temos a possibilidade de cometer erros»


Pedro Passos Coelho no aniversário da JSD de Portimão em 4 de julho de 2015

 

[Imagem]

 

 

 

 

||| A perestroika e glasnost laranja

por josé simões, em 13.07.14

 

 

 

No partido onde um deputado é deputado porque o pai foi deputado e o avô já era deputado, ainda no tempo em que não havia deputados; no partido onde o jovem empresário tem 50 anos de idade e é filho do empresário, o velho, que já era empresário porque o avô também o era; no partido onde o "pioneiro" jota vai trabalhar para a empresa, para o banco [e não é atrás do balcão a receber depósitos e pagar cheques], ou estagiar para o escritório de advogados por causa do mérito e das competências adquiridas pela militância na jota; no partido do chamar a troika para justificar a transferência da dívida pública do sector privado para o sector público, porque um sector bancário limpo e saudável é essencial ao bom desempenho da economia e porque o investimento feito pela banca privada na partido e na formação de "pioneiros", com responsabilidade e "sentido de Estado", há-de um dia dar frutos, para a banca e para os próprios, no regresso a um emprego, de prestígio e bem remunerado, depois de acabada a comissão de serviço na administração da cousa pública :

 

"Cada vez mais os bancos olham ao mérito dos projectos e aqueles que não olham pagam um preço por isso. As empresas que olham mais aos amigos do que à competência pagam um preço por isso, mas esse preço não pode ser imposto à sociedade como um todo e muito menos aos contribuintes"

 

 "que a democracia chegue à nossa economia e que haja verdadeiras oportunidades para todos, então não deveria contar ser filho de A ou de B quando se trata de bater à porta do banco para obter o empréstimo"

 

Dizer uma coisa e fazer o seu contrário, a saga continua. Ou então é alguma perestroika e glasnost laranja e continua a escapar-nos estarmos na presença de um Mikhail Gorbatchev lusitano.

 

 

 

 

 

 

||| Hierarquia de valores

por josé simões, em 13.05.14

 

 

 

«Teresa Leal Coelho, vice-presidente e deputada do PSD, entende que Paulo Mota Pinto tem no curriculum a «mancha» de ter sido juiz do Tribunal Constitucional. Teresa Leal Coelho, que acompanhou Vale Azevedo na Direcção do Benfica como vice-presidente, não tem manchas no curriculum.»

 

Esta gentinha que nos governa.

 

 

 

 

 

 

||| Universo polítiko

por josé simões, em 11.05.14

 

 

 

Sou capaz de jurar que vi Marcelo de Rebelo de Sousa na televisão, na Universidade [cof… cof…] Política [cof… cof…] dos jotas SD de Lisboa, a dizer piadolas com a voz a fugir-lhe para o esganiçado, ao lado da senhora do lenço, que defendeu Vale e Azevedo no Benfica com a mesma convicção com que defende Passos Coelho no país.

 

Diz que quer ser Presidente da República. Podia ser o Nilton ou o Herman José, da "fase terminal", que o resultado era o mesmo.

 

[Imagem "Saltimbancos, Setúbal, Portugal, 1954" do insigne fotógrafo setubalense Américo Ribeiro]

 

 

 

 

 

 

||| É assim desde 1985

por josé simões, em 20.02.14

 

 

 

Um ex-partido refém e um futuro partido órfão, sem matriz ideológica nem linha identitária, sempre dependente de uma figura tutelar, omnipresente e omnipotente, mesmo na ausência. «PSD espera por Cavaco para decidir». E, nestas e noutras questões, o país à espera do PSD que espera por Cavaco. É um dos grandes mistérios da vida democrática portuguesa os cíclicos votos de confiança que os eleitores depositam neste híbrido de coisa nenhuma.

 

[Imagem]  

 

 

 

 

 

 

||| O pasto que alimenta as chamas do totalitarismo

por josé simões, em 29.01.14

 

 

 

"Todos os direitos das pessoas podem ser referendados".

 

Hugo Soares, líder da JSD e deputado eleito da Nação pelas listas do PSD, num debate sobre co-adopção com a deputada Isabel Moreira, na TVI 24.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 25.01.14

 

 

 

 

"Se a sociedade estiver preparada para não segregar e para aceitar as diferenças, eu tendo evidentemente a ser a favor."

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

||| O espírito de missão

por josé simões, em 17.12.13

 

 

 

Diz o "sem-abrigo", e líder da JSD Hugo Soares, que "os políticos deviam ganhar o mesmo que ganhavam no privado". Sim, a gente sabe que a história da música nunca mais foi a mesma hipocrisia coisa desde que Frank Zappa, nos idos de 1968, pôs tudo em pratos limpos só com um título em "We're Only in It for the Money", mas era escusado o menino vir questionar por portas travessas o financiamento do partido pelos deputados do PCP.

 

[Imagem]