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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Normalidade democrática

por josé simões, em 31.03.17

 

A bull shark that was found in a puddle south of T

 

 

O Banco de Portugal [já] gastou 25 - vinte e cinco - 25 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes em assessoria para descobrir a solução para o imbróglio BES/ Novo Banco que consiste em o Estado injectar 4 000 000 000 000 - quatro mil milhões - 4 000 000 000 000 de euros do dinheiro do contribuinte no banco para o dar de mão beijada e sem direito de voto a um fundo "abutre".

 

Não há dinheiro para nada e ainda há a "sustentabilidade da Segurança Social" e o aumento da idade da reforma.

 

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Não me lembro de ter visto isto nos telejornais...

por josé simões, em 27.03.17

 

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O Governador do Banco de Portugal, que não vê motivos para abandonar o salário o posto,  reconduzido no cargo pelo primeiro-ministro, que não via necessidade de discutir em conselho de ministros o sector bancário, dos bancos resolvidos de cruz via e-mail com os pés de molho a partir do Algarve.

 

Portugal tem vindo a pagar a factura da decisão do Banco de Portugal sob a forma de juros mais altos na dívida soberana, dificuldade na venda de activos e maiores custos no financiamento da banca.

 

Não compramos Portugal. Não compramos dívida portuguesa. Vamos manter essa proibição com disciplina.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

#Sad

por josé simões, em 24.03.17

 

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Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal, finge não saber que já ninguém lhe tem respeito, nem mesmo aqueles que o reconduziram no cargo.

 

Parafraseando, Your organization's terrible. Sad.

 

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O poder da palavra

por josé simões, em 08.03.17

 

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O que o Governador do Banco de Portugal tem, sem vir consignado em lei ou num qualquer estatuto, é o poder da palavra. Não para ser o Donaltim boneco ventríloquo de alguém ou de algum Governo mas para fazer valer o interesse público e as boas regras de gestão. O poder da palavra, senhor Governador, não é preciso uma estrela de xerife colada ao peito ou uma farda de polícia, é só o poder da palavra.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

"A credibilidade do banco de Portugal"

por josé simões, em 06.03.17

 

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"A credibilidade do Banco de Portugal". Carlos Costa faz-de de desentendido e desvia o foco com um "defender a reputação" do Banco de Portugal quando o que está em causa é a reputação do Governador do Banco de Portugal, nada de misturas, galdeiragem à parte, como diz o pagode. A reputação do Governador que aceitou ser reconduzido no cargo depois do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso BES, com conclusões nada abonatórias para a sua pessoa, assinadas pelos representantes dos partidos que o reconduziram; a reputação de quem aceita ser reconduzido no cargo a poucos meses das eleições; a reputação de quem já Governador do Banco de Portugal não colocou o lugar à disposição do novo poder político. Não há "confiança do público na eficácia e na diligência da supervisão bancária" que resista a governadores desta estirpe.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Para memória futura

por josé simões, em 04.03.17

 

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Passos diz que o governador do Banco de Portugal tem condições para cumprir o mandato.

 

]Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

Os ilusionistas

por josé simões, em 12.01.17

 

 

 

Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, a 3 de Agosto de 2014: "A medida de resolução agora decidida pelo Banco de Portugal, e em contraste com outras soluções que foram adoptadas no passado, não terá qualquer custo para o erário público, nem para os contribuintes". Passos Coelho, a 4 de Agosto: [A solução] é aquela que oferece, seguramente, maiores garantias de que os contribuintes portugueses não serão chamados a suportar as perdas". Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças, a 7 de Agosto: "Aconteça o que acontecer ao Novo Banco, [o Estado] não vai ser chamado a pagar eventuais prejuízos. Isso tem de ficar muito, muito claro". Cavaco Silva, presidente da República, a 26 de Setembro de 2014: "A autoridade de supervisão, entre as alternativas que se colocavam, escolheu aquela que melhor servia o interesse nacional e que não trazia ónus para o contribuinte".

 

 

 

 

"e que nos possamos reencontrar logo em Janeiro, esperando eu que nessa altura possamos ser visitados pelos três 'Reis Magos'"

por josé simões, em 02.01.17

 

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Dívida pública desceu 1,3 mil milhões de euros em Novembro


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Mais tabaco

por josé simões, em 14.12.16

 

 

 

E se a ideia fosse deixar a Caixa Geral de Depósitos de tal maneira de rastos que a solução fosse pôr o contribuinte a pagar os tais dos 5 mil milhões para a privatizar, sabendo-se que Pedro Passos Coelho e o inner circle neoliberal que tomou o PSD por dentro sempre se manifestaram a favor da privatização do banco? Ainda "era um favor que o comprador nos fazia", pagarmos-lhe para ficar com aquele cancro, o argumento usado nas "redes sociais" pelos ideólogos de Passos Coelho para justificar a oferta do BPN ao testa de ferro Mira Amaral.


[Vídeo]

 

 

 

 

Viver acima das possibilidades

por josé simões, em 02.06.16

 

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Apoio à banca custou 20 mil milhões de euros aos contribuintes


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||| Estudos da treta, com conclusões da treta, para justificar conversas da treta

por josé simões, em 05.05.16

 

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Porque a verdade é que o Euro é uma moeda cara e 1 kg de batatas que no dia 31 de Dezembro de 2001 custava 80/ 100 escudos passou a custar 1 euro no dia 1 de Janeiro de 2002 e um café que custava na mesma data 45/ 50 escudos passou a custar, também no dia seguinte, 50 cêntimos de euro, uma conversão directa em menos de 24 horas [do que é que o pequeno comércio a retalho e restauração se queixaram será sempre uma incógnita]. Dir-me-ão que as pessoas não se governam só a café e batatas, pois não, mas é muito por aqui que a coisa começou.


Outra coisa que o estudo nos diz é que vale a pena apostar e investir na educação porque com mais formação e mais habilitações literárias as probabilidades de encontrar um emprego mais remunerado são muito maiores.


O que o estudo não nos diz é a média salarial dos portugueses, nem a quantidade de portugueses que aufere o salário mínimo nacional, nem a constituição dos agregados familiares dos portugueses que vivem com a média e o mínimo salarial em Portugal. É que dá muito mais jeito à narrativa liberal instalada no Banco de Portugal dizer que os madraços dos tugas são uns gastadores que não acautelam o futuro e insistem em continuar a viver acima das suas possibilidades. É que alguém que ganhe o salário mínimo nacional, se não tiver filhos, nem pagar renda da casa, nem água, nem luz, e for trabalhar de Inverno com roupa de Verão, depois de um jantar de bolacha Maria na véspera, consegue aforrar a pensar nalgum contratempo da vida ou para acautelar a velhice.


Estudos da treta, com conclusões da treta, para justificar conversas da treta.


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||| Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 27.04.16

 

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E o que dizia João Salgueiro, o senhor que era presidente da outra associação que, além do Banco de Portugal e de Carlos Costa, zela pelos interesses dos bancos e dos banqueiros – a Associação Portuguesa de Bancos, corria o ano de 2008 e a Euribor a seis meses atingia o pico de 5,276 por cento enquanto a três meses se fixava nos 5,066 por cento, deixando muitas famílias em incumprimento e com a corda na garganta? Paciência. Temos pena. Tivessem juízo.Tivessem pensado no futuro. É executar as hipotecas. Ide morar para casa dos pais. Ou para uma barraca de tábuas e cartão.


"João Salgueiro entende que os portugueses sentem na carteira o peso do aumento das taxas de juro, mas frisou que a "cultura do desenrasca", muito própria do povo lusitano, que não faz contas à vida, também não ajuda.


«O endividamento começa nas campanhas de publicidade», já que «quando há uma campanha agressiva para passar férias no Brasil», as pessoas convertem dívidas para aproveitar a viagem, ou seja, «a decisão não é dada pelo endividamento mas pela compra», sublinhou.


O presidente da Associação Portuguesa de Bancos frisou que «o problema do estilo de vida é uma questão de mentalidade, estimulada pelas campanhas de publicidade»." [Via]


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| Prejuízo só para o contribuinte

por josé simões, em 27.04.16

 

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Prejuízo só para o contribuinte quando paga o resgate dos bancos pelos desmandos da "excelência da gestão privada" depois de anos a facturar milhões e de retribuições pornográficas a banqueiros e accionistas.


"Governador contrário a lei que possa pôr os bancos a pagar parte do capital aos clientes, acenando com prejuízos de 700 milhões de euros por ano para os bancos."


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||| Piada feita

por josé simões, em 18.04.16

 

 

 

"O Banco de Portugal não deu idoneidade a Jaime Pereira e a Fernando Teles para serem administradores [angolanos] do BIC."

 

 

 

 

||| "Com papas e bolos se enganam os tolos", vox pop

por josé simões, em 13.04.16

 

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"Elisa Ferreira convidada para o Banco de Portugal"


"Eurodeputada poderá deixar Bruxelas. Carlos Costa diz que “em devido tempo” formalizará uma proposta ao Governo, mas não revela quem terá a seu lado na administração."


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